Marilice Everton Zanato Psicologia

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Blog

 

Sobre Psicologia, Comportamento, Reflexões, Constelações Familiares  e muito mais

 

Nesta página você pode ler um pouco sobre o que eu penso.

Os textos estão relacionados a comportamento, psicologia, reflexão, assim como conteúdo de auto estima, psicologia organizacional e Constelações Familiares.

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Você vale muito? 

Publicado em 21 de dezembro de 2017 por MariEZ

 

Recentemente tive a oportunidade de conversar com uma pessoa que me contou que tinha uma profissão X e trabalhou com isso durante muitos anos. E durante esse tempo, ela fez um curso para trabalhar em uma outra área que nada tem a ver com o que ela sempre fez.

 

Na verdade, é um curso em uma área que ela sempre sonhou trabalhar e há aproximadamente um ano vem fazendo a transição para trabalhar exclusivamente com esta nova atividade.

 

Me contou que fez diversos cursos, investiu pesado nessa nova área e inclusive existem pessoas que estão procurando ela para obter os seus serviços.

 

Mas ela está extremamente preocupada, pois como é uma pessoa extremamente exigente e perfeccionista, isso está atrapalhando a sua performance, pois tem medo de errar, prejudicar seu nome e decepcionar os clientes.

 

No final das contas, a questão central é o quanto ela está valorizando no que diz respeito a seus conhecimentos e também a sí mesma, como pessoa e profissional.

 

Muitos de nós, ficamos preocupados com a opinião alheia e demoramos um certo tempo para dar o primeiro passo, com receio de julgamentos, reclamações, opiniões diferentes do que esperamos ou qualquer outra coisa que fuja do padrão.

 

Tudo tem o tempo certo para amadurecer e acontecer.

 

Uma semente quando é lançada ao solo, tem o tempo para germinar e crescer. Se o solo for preparado e cuidado, uma plantinha forte nascerá e crescerá.

 

Assim pode ser pensando com outras experiências nossas, como por exemplo andar de bicicleta. Primeiro usamos as rodinhas e depois de um tempo tiramos elas e andamos sob duas rodas com perfeição.

 

Dirigir ou aprender a andar também tem o mesmo princípio. Ninguém nasce sabendo andar, mas com o tempo, rolamos na cama, depois aprendemos a sentar, a engatinhar e com o tempo damos nossos primeiros passos.

 

Ninguém nasce sabendo tudo, a prática leva a perfeição.

 

Se não dermos o primeiro passo em direção ao que queremos em nossas vidas, nunca conseguiremos dar o próximo passo, seguir novos caminhos e alcançar novas perspectivas.

 

A competência é uma coisa que se conquista dia após dia, com a experiência, com o acerto e com os erros e até ai tudo bem.

 

Errar também faz parte do processo. E tudo bem também! Porque sempre que erramos, também estamos aprendendo.

 

Se você se preparou, permita-se.

 

A experiência só terá validade se você se permitir viver, caso contrário, os pensamentos do “e se…” lhe atormentarão para sempre.

 

Obs. Esta história não aconteceu em consultório de psicologia.

 

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Segunda chance

Publicado em 19 de dezembro de 2017 por MariEZ

 

Esses dias eu passei por uma situação que me deixou deslocada, desencaixada e ressabiada.

 

Uma palavra, na verdade acho que foram duas palavras…

 

Duas palavras que saíram sem querer, no meio de um monte de coisas que estavam sendo colocadas, ditas em uma determinada situação.

 

Na hora, eu achei que falei um pouquinho demais, mas não tinha ideia que isso chegaria aos ouvidos do interlocutor de uma maneira desencaixada, atropelada e doeu, doeu muito.

 

Eu percebi, mas já era um pouco tarde para tentar contornar ou tentar resolver.

 

E tive que esperar, pensando como faria para resolver a situação.

 

Depois de algum tempo, tive a oportunidade de falar com essa pessoa novamente, e minha sensação estava certa. A pessoa não havia gostado nem um pouco do que eu disse. Mas além disso, isso foi direto em valores e histórias de passado que deixaram mal.

 

Então, foi somente neste instante que me dei conta o quanto os valores que nos são ensinados, o que aprendemos que é certo ou errado, o que fazemos corriqueiramente na nossa rotina, pode ser considerado totalmente diferente ou indiferente para outras pessoas.

 

Algo que eu costumo fazer ou falar corriqueiramente, pode acertar uma pessoa em cheio, em algum lugar que já estava machucado, desencaixado ou até mesmo rebater no que é considerado certo ou errado.

 

Nesta circustâncias, eu agradeço por ter tido uma segunda chance, para uma explicação, um pedido de desculpa e sinceridades possíveis.

 

Mas no final das contas, quantas vezes perdemos oportunidades, amizades, amores, e outras coisas importantes, simplesmente porque palavras são ditas e não compreendidas.

 

Somos responsáveis pelo que falamos, mas muitas vezes, esquecemos de perguntar para a outra pessoa se ela realmente compreendeu, se ela entendeu ou sentiu o que foi dito, exatamente como foi falado.

 

Eu posso acreditar que estou sendo bem clara e objetiva na conversa, mas na outra ponta da conversa, isso pode não estar chegando assim.

 

Desta maneira, agradeço por ter tido essa oportunidade de errar, mas de também ter tido uma segunda chance, de maneira que as coisas, a partir de agora, possam estar exatamente no lugar que devem estar.

 

Encaixadas, entendidas e compreendidas!

 

E você, já se deu uma segunda chance ou poderia dar uma segunda chance para alguém que te falou algo que te fez mal ou ficou desencaixado em você? – Digo por experiência própria: Isso é libertador!

 

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Procurar um Psiquiatra para quê?

Publicado em 14 de dezembro de 2017 por MariEZ

 

Corriqueiramente eu ouço as pessoas falando que tem receio de ir ao médico psiquiatra para tomar remédio, pois dizem ter medo de ficarem viciadas na medicação.

 

Interessante essa discussão, pois ela pode nos levar para várias linhas de reflexão.

 

E nessa busca, tem gente que vai na farmácia e escolhe um remédio qualquer, sem prescrição médica, ou pede indicação para um conhecido para conseguir uma receita médica e ir por conta resolver a situação.

 

O nome disso é onipotência, querer ter tudo sob controle.

 

Achar que pode dar conta da situação sozinho.

 

Mas, por exemplo:

 

– Quando meu carro quebra, eu levo ao mecânico.

 

– Quando o cabelo cresce e precisa de um corte, vou ao cabeleireiro,.

 

– Quando preciso de dinheiro, vou ao banco.

 

E por ai vai…

 

Mas quando tenho um problema, e já estou com ele há tempos, e ele é da esfera das emoções ou sentimentos, simplesmente ignoro. Pois somos educados, desde muito novos, a não dar vazão ou razão para isso.

 

Tristeza é frescura.

 

Homem não chora.

 

Vai passar…

 

E uma hora não passa.

 

Eu tenho total e plena consciência e digo recorrentemente, um psicólogo ajuda sim, muito e na grande maioria dos casos.

 

Mas muitíssimas vezes, o corpo precisa de ajuda. E nesses casos, o remédio é necessário para regular, organizar, restabelecer o que não podemos acessar.

 

Assim como a insulina para quem tem diabetes, assim como o aerolin para quem tem bronquite, simplesmente o médico sabe o o faz.

 

E nesses casos, na indicação de um psiquiatra, ele estudou e sabe muito bem o que está fazendo.

 

As medicações tem prazo para começa e terminar, na grande maioria das vezes. E ele irá acompanhar a evolução do tratamento.

 

Agora, se você começa e larga no meio do caminho o tratamento, porque já está se sentindo melhor, posso falar com absoluta certeza: neste momento você está entrando em uma grande cilada.

 

A melhora é temporária e pode ser tida quase que como um milagre.

 

E na medicina ou psicologia não existem milagres.

 

Então, assuma a responsabilidade por um tratamento ou acompanhamento especializado.

 

Permita se admitir que é necessário a ajuda de um especialista.

 

Deixe a sua onipotência ou insegurança de lado e comece o quanto antes a fazer algo por você.

 

Ninguém pode fazer isso por você.

 

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O que é valor para você

Publicado em 12 de dezembro de 2017 por MariEZ

 

Quanto você pagaria por algo que quer muito?

 

Quando você vai lá, pesquisa, olha, namora e finalmente consegue comprar algo que considerava importante ou faria a diferença em sua vida, tenho certeza, que se organiza, parcela no cartão de crédito, economiza… mas no final das contas, você dá um jeito para finalmente realizar este desejo / sonho.

 

Mas existem outras situações, (talvez seja uma inferência de minha parte), mas quando se trata de serviços, me parece que a situação muda um pouco de lugar.

 

Esses dias, tive a oportunidade de conhecer uma pessoa, que me contou que trabalha com algumas atividades distintas, todas estão relacionadas a oferecer serviços e produtos para os clientes.

 

Uma das atividades que ela realiza é maquiagem profissional. E quando é procurada para realizar este serviço para os clientes, muitas vezes, as pessoas ficam pedindo desconto, pois estão com dificuldades para pagar ou acham que o que ela oferece está caro.

 

Outra situação, algumas pessoas, por serem amigas da pessoa que realiza o trabalho, às vezes confundem as coisas e pedem favores, pois acham que a amizade paga o conhecimento ou serviço que o amigo tem.

 

Mas faço a pergunta ao contrário:

  • Eu posso chegar em uma pizzaria, por exemplo, e falar que quero uma determinada pizza e depois falo que quero desconto, pois não tenho dinheiro para pagar?
  • Quando vou ao supermercado, encho o carrinho de produtos e na hora de pagar no caixa, ofereço uma nota de cinquenta reais para pagar a compra do mês, pois quero desconto, e quero que o dono do supermercado entenda que eu não tenho como pagar e ele tem obrigação de me ajudar?
  • Quando vou ao salão de beleza, posso pagar pouquinho, pelo serviço oferecido, pois eu também sei fazer isso em casa e só não fiz porque não tive tempo?
  • Quantos outros milhares de exemplos eu posso dar…

 

Mas a questão é: o que é valor para você?

 

Se fosse ao contrário e alguém viesse lhe dizer que se preço ou produto está caro e lhe pedisse para pagar na camaradagem, como você se sentiria?

 

Se você não pode arcar com o valor de determinado produto ou serviço, não tem problema algum conversar e expor o seu ponto de vista, mas entenda, a empresa ou prestador de determinado serviço tem o direito de se posicionar e dizer não, simplesmente não aceitando a sua proposta.

 

E tudo bem.

 

Você pode se sentir a vontade para procurar um outro fornecedor ou produto / serviço, pois essa é a dinâmica do mundo capitalista, oferta X procura.

 

Se eu posso pagar por um serviço que custa dez reais, tudo bem. Mas não vou a loja que cobra cem reais e peço para ela me atender, pois é o que eu quero e não acho justo eles cobrarem um valor que eu não posso pagar no momento.

 

Novamente, deixo claro que tudo pode ser conversado, dependendo da dinâmica exposta, mas existem custos para que aquela empresa ou serviço possam existir, tais como: aluguel; telefonia; contador; imposto; fornecedores entre outros, e quando você vai lá e pede um favor ou faz uma oferta aquém do que é o real valor, isso desqualifica todo o investimento e desqualifica o profissional também.

 

Mas isso também diz muito sobre a pessoa que está tentando tirar vantagem da situação.

 

Porque as coisas que essa pessoa quer comprar não tem valor para ela?

 

Porque a pessoa que quer comprar não vale o investimento do bem ou serviço que está disposto a adquirir?

 

Por que a pessoa que quer comprar não valoriza o serviço ou produto oferecido?

 

Desta maneira, existe a necessidade de avaliar se a pessoa que está querendo comprar ou adquirir o produto ou serviço está sendo sincera com ela mesma e com o prestador de serviço.

 

Todos nós temos direitos, mas não nos esqueçamos: deve existir um equilíbrio entre dar o receber, e desta maneira, todos saem ganhando neste tipo de relação.

 

Quando ela já começa com a tentativa de tirar vantagem, seja qual for a parte envolvida, é muito provável que os objetivos não sejam atingidos com excelência e qualidade.

 

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Você sabe qual o seu valor? 

Publicado em 9 de novembro de 2017 por MariEZ

 

  • Com o que você trabalha?
  • Quais são as suas responsabilidades?
  • O que você sabe fazer de melhor?
  • O que você sabe fazer, que a maioria das pessoas não sabe fazer?
  • Qual é o seu diferencial?
  • Quais são as suas competências?

 

(Mas esse texto está parecendo mais uma entrevista de emprego para um cargo importante em uma empresa).

 

Interessante, que se essas perguntas fossem para uma entrevista de emprego, a maioria de nós saberia responder, pois temos que concorrer a uma nova oportunidade e a nossa postura e engajamento são fatores determinantes para que possamos conseguir aquele tão necessário ou desejado emprego.

 

Mas quando essas perguntas são feitas para que possamos analisar quem somos nós no dia a dia, percebo que a maioria encontra dificuldade para responder.

 

Como se seus conhecimentos e habilidades fossem normais, ou talvez não tão importantes assim.

 

Isso diz respeito a valor.

 

O quanto nos valorizamos ou nos respeitamos no que diz respeito a quem somos, aos nossos conhecimentos, ao que sabemos fazer de olhos fechados, ou até mesmo coisas que fazemos por prazer e não gostamos de cobrar, porque se fazemos por prazer, não tem como colocar um valor / preço em cima disso.

 

E isso é um grande equívoco.

 

Você é o que é com seus defeitos e qualidades, você é o que é e isso te torna único.

 

O seu lugar na vida, no mundo, é único.

 

Podem existir outras pessoas no mundo que façam coisas iguais ou parecidas com as que você sabe fazer, mas acredito que não existam outras pessoas com as mesmas características de personalidade, aparência física, fazendo parte desta obra que é você.

 

O que você é e o que você sabe fazer é único.

 

E sim…. isso tem muito valor!

 

Mas em primeiro lugar, você precisa reconhecer que isso tem um lugar e merece ser respeitado e valorizado.

 

Quando digo isso, algumas pessoas podem ficar com a impressão que se trata de soberba, mas é justamente o contrário.

 

Se valorizar é acreditar e dar um lugar de respeito e prestígio dentro de nós, para que possamos e saibamos nos posicionar e de alguma maneira, buscar que a vida possa nos oferecer a exata medida do que isso representa.

 

Quando não nos respeitamos ou valorizamos, a vida devolve isso também, do jeito que acreditamos ser.

 

E não tem como ter sucesso ou ser bem sucedido, se achamos que não valemos nada.

 

Se aceitamos qualquer coisa, porque é “ruim com, pior sem…” com o tempo vamos nos esquecendo de quem somos, do que gostamos e começamos a ter aquele discurso de “um dia eu quis tanto isso….” e isso se torna um objetivo impossível de alcançar novamente, porque você se afastou tanto de sua essência, do que era melhor em você para viver uma vida que nem te representa.

 

Por isso, levante a cabeça agora!

 

Respeite-se!

 

Valorize-se!

 

E responda as perguntas do começo do texto.

 

Tenho certeza que as respostas serão incríveis!

 

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Olhe para si

Publicado em 6 de novembro de 2017 por MariEZ

 

A culpa da minha vida estar assim é toda da minha mãe… se ela tivesse me amado, não me batido, não dissesse não, não tivesse sido tão dura, não tivesse sido tão cruel….

 

A culpa da minha vida estar assim é toda do meu pai… se ele tivesse me amado, não me batido, não dissesse não, não tivesse sido tão duro, não tivesse sido tão cruel…

 

A culpa da minha vida estar assim é toda de um ex namorado…

 

A culpa da minha vida estar assim é toda de uma amiga invejosa…

 

A culpa da minha vida estar assim é toda de uma pessoa que fez macumba….

 

Desculpas, tem gente que tem várias.

 

Mas pare e pense.

 

Essas pessoas ou coisas, situações, foram…. São passado.

 

Mas elas foram tão poderosas, que agora sua vida está fadada ao fracasso e não tem mais salvação.

 

Mas se a vida é sua, qual é a sua responsabilidade nisso tudo?

 

Não importa o que foi.

 

Importa agora!

 

Importa o que você escolhe fazer agora.

 

O passado foi.

 

Já era.

Intangível.

Inacessível.

Imutável.

 

O que você tem é agora.

 

Só o agora.

 

Então sofrer foi, continuar sofrendo é opção.

 

Está só na sua mão, na sua responsabilidade fazer algo para mudar e fazer sua vida ter sentido ou lugar para você.

 

Responsabilizar o mundo por suas dores não muda o fato que só depende de você fazer a diferença.

 

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O que passou, passou

Publicado em 2 de novembro de 2017 por MariEZ

 

Quantas vezes, nos cobramos ou ficamos bravos, porque gostaríamos de ter resolvido uma determinada situação de nossas vidas de uma maneira diferente? – As vezes ficamos chateados ou até mesmo irritados ou desapontados com nós mesmos?

 

Pensamos porque não havíamos percebido que as coisas poderiam ter seguido um outro caminho ou poderíamos ter tomado uma decisão mais inteligente, mais madura, mais rápida…. e dai em diante nos colocamos em posições de menos valia ou de grande julgamento.

 

Acabamos por esquecer que aquela decisão foi tomada diante das circunstâncias, compreensão, conhecimento e sabedoria que tínhamos exatamente naquele momento, naquela hora.

 

E provavelmente foi a única e melhor saída que tínhamos, dadas as circunstâncias daquela época.

 

O que foi feito está feito!

 

Não é possível voltar no tempo e fazer novamente, consertar ou tentar ajustar o que já está lá, no passado.

  • Aquele relacionamento que se eu tivesse uma nova chance, faria diferente….
  • Aquele emprego dos sonhos que eu já estava cansada, e só percebi que era maravilhoso quando acabou…
  • Aquela amizade, aquelas palavras, aquele mal entendido…

 

Dadas as circunstâncias, tomamos as decisões que tomamos e dificilmente poderemos reverter o quadro.

 

E tudo bem.

 

Aprendemos, crescemos, percebemos que nossa compreensão e entendimento sobre o que aconteceu, nos oferece uma nova perspectiva e quando acontecer de novo, ou se acontecer algo assim novamente, já saberemos como agir.

 

E tudo bem.

 

Por isso, costumo dizer que é desonesto nos cobrarmos tanto, ou nos punirmos por coisas que já passaram.

 

Quando temos a oportunidade de pensar a respeito, estamos deslocados no tempo, na ação, e no afeto e isso tudo muda a nossa percepção, e o nosso entendimento e sentimento sobre o determinado fato.

 

Então, pegue mais leve com você.

 

Pense que você fez o melhor que sabia e podia naquele momento e o que passou passou.

 

Na próxima vez…

 

Ah…. na próxima vez você resolverá, a gente sempre resolve. Não é mesmo?

 

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Quem disse que você é obrigado?

Publicado em 24 de outubro de 2017 por MariEZ

 

Já se pegou pensando em não fazer algo, porque você não queria, mas para não desagradar alguém, você foi lá, mesmo sem vontade, contrariado e emburrado e fez… E foi uma chatice?

 

Claro que existem limites entre o que tem que ser feito e o que você não quer fazer.

 

Uma coisa é fazer porque você faz parte de um sistema maior, por exemplo, na empresa, você as vezes é obrigado a fazer coisas que não gosta ou não concorda, e aqui não cabe uma discussão do que é certo ou errado, mas diz respeito a continuar fazendo coisas que te desagradam porque você tem que se submeter a esta ordem.

 

Mas em outros aspectos, existem coisas que você se vê obrigado a fazer e faz porque tem que?

 

Pois é… Você não se respeitou.

 

E colocou o outro em primeiro lugar.

 

As vezes dizer não, é um sinal de respeito e amor próprio.

 

Quantas vezes podemos nos autorizar a dizer sim para nós e dizer não para os outros?

 

Somos ensinados desde pequenos a não contrariar os outros, porque eles podem ficar chateados ou ofendidos com a gente.

 

Mas onde fica a nossa vontade e o nosso direito de dizer não?

 

E se o outro ficar triste? – Ai já é um problema da pessoa e não seu.

 

Porque temos que passar grande parte do tempo mediando o que o outro vai sentir se eu me posicionar ou se eu disser não.

 

Porque o meu referencial de existência tem que dizer respeito a como o outro vai se posicionar ou se sentir ou ficar mal e enquanto isso, eu vou me afastando cada vez mais de mim, pois acabo vivendo em conflito entre o que eu realmente queria e achava que era certo, mas para não ser julgado pelo outro eu acabo me submetendo.

 

Cuide bem de você e não se sintam mal por se colocar em primeiro lugar!

 

Não quer fazer, não quer ir, tente compreender porque você não quer, e depois posicione-se e faça o que é melhor para você.

 

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Sua vida tem sentido?

Publicado em 17 de outubro de 2017 por MariEZ

 

De repente a vida vem e nos tira do eixo, nos coloca diante de uma nova perspectiva e o sentimento, a sensação e a razão parecem não acompanhar.

 

A rotina e todas as coisas que fazemos estão organizadas, calculadas, projetadas para acontecer dia após dia, hora após hora e um minuto a mais ou a menos pode fazer uma grande diferença nas atividades.

 

Ficamos absurdamente irritados quando algo foge do controle ou não acontece do jeito que tinha de ser.

 

Mas, e quando, algo que não estava no planejamento acontece e te obriga a parar tudo, absolutamente tudo, porque a vida resolve que é a hora?

 

A agenda não serve para mais nada;

 

Chegar ao compromisso no horário marcado…. Aliás, que compromisso?

 

Fazer as coisas que precisam ser feitas por que tem prazo, hora, data….

 

De repente, acontece algo e a sua rotina é tirada de você.

 

Suas escolhas, seus desejos, seus interesses, o que tem que ser feito, simplesmente é tirado, como por exemplo, no caso de um acidente, uma internação, algo que tire você do lugar de viver e lhe obriga a ficar quieto, em um lugar que não pode ter acesso a resolver nada.

 

Neste momento, é possível que um desespero tome conta de você.

 

Uma vontade absurda de fugir e não entrar no que está lhe sendo obrigado ou oferecido, porque simplesmente sua vida não pode parar.

 

E dependendo do tipo de vida que você tem, você acaba tendo que administrar coisas, delegar, cancelar a agenda, mudar tudo, porque você não poderá estar lá para fazer.

 

Mas vou além…. nessas hora é possível sentir um misto de estranhamento e desencaixe, pois pode ser que você se dê conta que a vida continua apesar de tudo, estando você fazendo o que planejou ou não.

 

De repente a vida te obriga a parar e você tem um momento para refletir sobre o que é que está sendo vivido diariamente.

 

É de verdade a vida que você escolheu?

 

É o lugar no mundo onde você gostaria de estar?

 

O seu tempo é totalmente utilizado para que sua vida seja sua e valha a pena?

 

Você é feliz?

 

A sua vida é o que você queria ter quando era mais jovem e tinha sonhos?

 

Acredito que seja por este motivo, que muitas pessoas, quando passam por alguma situação em que são obrigadas a refletir sobre suas vidas, acabam mudando algumas coisas, pois a vida ganha uma nova perspectiva e dimensão.

 

A vida ganha uma nova referência, talvez ela se reencaixe no que faz sentido real, ou seja, a pessoa acaba se apropriando e dando conta que ela é única, que a vida é o que ela pode se oferecer de melhor, independente do que isso signifique.

 

Algumas arriscam mais, mudam de emprego, de relacionamento, jogam coisas fora, mudam o estilo de vida e por assim vai…. Porque simplesmente a vida faz o seu sentido que é nos oferecer o que é melhor para nós!

 

Deixar as coisas de lado porque temos responsabilidades, porque temos obrigações, temos coisas para fazer por que somos adultos e porque temos que…. Nos tornamos reféns do que tem que ser feito e esquecemos que a vida é algo além…. A vida é o que fazemos com ela e nos dá prazer, nos torna livres, nos torna plenos, nos traz satisfação e alegria por sermos nós mesmos.

 

Cada pessoa tem uma maneira de se autorizar a acessar esse lado da vida em que ela é leve, livre e solta…

Independente de qual for o seu motivo, se você acha que merece e pode: Faça a sua vida uma experiência plena, um tempo aproveitado totalmente

para o seu benefício.

 

Isso não é egoismo, isso é um exercício de amor próprio e amor a própria vida!

 

Porque pode ser que você não tenha outras chances de fazer a diferença por você e para você!

 

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Já agradeceu hoje?

Publicado em 8 de outubro de 2017 por MariEZ

 

Já agradeceu hoje?

 

Mas agradecer o que?

 

Agradecer pelo final de semana, pelo domingo, pelo descanso ou pelo trabalho.

 

Agradecer pela família.

 

Agradecer pela saúde.

 

Agradecer pelo seu amor.

 

Agradecer pelos amigos.

 

Agradecer por você ter internet.

 

Agradecer pelo seu dinheiro.

 

Agradecer pelo que você comeu de manhã ou pelo que vai comer….

 

Vou além…

 

Agradecer pelo chefe chato.

 

Agradecer pelo tropeço.

 

Agradecer pela ralada no carro.

 

Agradecer pelo fim do namoro.

 

Agradecer pelo calote.

 

Agradecer por acreditar demais, amar demais, chorar demais, comer demais.

 

Agradecer que você é.

 

O que você se tornou.

 

A criança que você foi um dia e cresceu.

 

Agradecer a vida!

 

Agradecer é.

 

Agradecer preenche.

 

Agradecer basta.

 

Não reclama.

 

Só agradeça.

 

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A vida não espera

Publicado em 26 de setembro de 2017 por MariEZ

 

Sabe aquele dia que você percebe que se não mudar, a vida não vai esperar?

 

Às vezes vamos dando chances para pessoas, lugares, empregos, oportunidades que há muito tempo já não nos oferecem exatamente o que precisamos ou desejamos.

 

Vamos deixando o tempo passar, arrumando desculpas ou motivos, como se magicamente a situação ou coisa pudesse se resolver, quase que “num piscar dos olhos”.

 

Mas na vida as coisas não acontecem assim, ela continua quer você queira quer não.

 

A vida continua, independente de você ter medo, dificuldade, raiva, saudades… Então, se tem algo que esta atrapalhando a sua vida, enfrente!

 

Tudo o que você precisa fazer é se posicionar e considerar as possibilidades e movimentos que poderão lhe oferecer uma nova perspectiva e até mesmo uma nova vida, conforme o seu investimento em você mesmo!

 

Tudo começa na nossa mente! Enfrente o que lhe traz desencaixe e desconforto.

 

E caso aconteça de você perceber que existe algum pensamento querendo te paralisar ou dizer que você não é bom ou que não vai conseguir…

 

Respire fundo e se dê uma chance. Faça por você e para você e só depois reflita a respeito.

 

Perceba se essa voz é a voz do medo, se essa é a voz do “tá confortável assim, não mexe nisso não”…

 

Perceba se é a voz de outras pessoas que podem estar falando através de você, e para não ter que lidar com isso…

 

Perceba porque afinal de contas você faz isso com você mesmo?

 

Quem manda ai é você e não essa voz! OK?

 

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Você realmente vale a pena?

Publicado em 17 de setembro de 2017 por MariEZ

 

Em algum momento da sua vida você já se fez essa pergunta?

 

Deixamos as coisas, rotina, pessoas, mundo tomar uma proporção que vai nos invadindo, tomando tudo o que está ao redor e quando nos damos conta, nos distanciamos de nós mesmos, dos nosso sonhos, interesses, paixões, porque o dia, a rotina, a vida vai levando para outros lugares.

 

  • E quando pergunto:
  • Você vale a pena para você mesmo?
  • Você se namoraria?
  • Você deixaria tudo nessa vida para ficar com você mesmo?
  • Mesmo sabendo que isso, pode te afastar do tipo de vida que você escolheu ou o tipo de pessoas que te cercam?
  • O quanto de verdade você se dá de melhor nesta vida?
  • Quantas vezes você se coloca em primeiro lugar em suas decisões e escolhas?

 

Mas são tantas perguntas, no final das contas todas levam para o mesmo lugar.

 

Você é realmente dono da sua vida?

 

As vezes fico pensando, que sem querer, deixamos de lado as coisas que gostamos ou admiramos ou até mesmo desejamos, porque a vida vai levando para novas direções e chega um determinado momento que parece que esquecemos de verdade quem era aquela pessoa que queria tudo aquilo.

 

Ou até mesmo, parece que fica inviável ou impossível voltar e seguir a direção que um dia fez sentido na nossa vida.

 

Vejo pessoa que por conta da idade, por conta de família, por conta de outras coisas, acabam deixando de lado o que querem, pois acham que já está tarde demais para mudar o caminho ou até mesmo começar algo que querem muito.

 

Mas aí eu pergunto: Você está vivo, então partindo-se deste pressuposto, se ainda há vida, existem possibilidades.

 

Quem diz o que pode ou não pode nessa vida é você.

 

Quem é dono desse corpo, desse sentimento, dessa existência é você!

 

Mesmo que você tenha milhares de responsabilidades e obrigações, ainda assim, essa vida é sua.

 

Se você se prepara diariamente para fazer um monte de coisas que você já não gosta ou não está mais satisfeito, então, posso te garantir, que dentro de você existe uma força que também pode te impulsionar para o que é melhor para você.

 

As vezes queremos mudar tudo, e muitas vezes isso é impossível, então comece por onde é possível, pelas pequenas coisas, pequenas atividades diárias que podem te direcionar ou abrir caminhos para esse algo maior que pode realmente mudar toda a sua existência.

 

Que seja acordar em um horário diferente, se dar uma hora para fazer uma atividade física, comer uma fruta, ir ao cinema uma vez por semana, ligar para uma pessoa que você ama, fazer um curso a distância se o presencial ainda não couber no seu orçamento, dizer que você gosta muito de uma pessoa (mesmo querendo dizer eu te amo….) e assim por diante.

 

Pequenos passos levam a novos e grandes caminhos.

 

Permita-se!

 

Autorize-se!

 

Seja você a pessoa que manda nessa vida!

 

Afinal de contas, ela é só sua!

 

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A importância de ser honesto ou cumpra com o combinado

Publicado em 12 de setembro de 2017 por MariEZ

 

Quando começamos qualquer coisa em nossas vidas, ela nos coloca em um lugar em que assumimos responsabilidades.

 

Pode ser um emprego; um namoro; uma amizade; a compra ou aquisição de algum bem ou serviço…

 

Seja lá o que for, isso existe, é é importante que estejamos cientes que uma parte de responsabilidade sobre tudo isso também nos diz respeito.

 

Quando eu compro um determinado produto em uma loja, eu devo avaliar o produto, as condições de compra e pagamento, garantias e se assim me for interessante, realizo a aquisição deste bem.

 

Caso aconteça algum problema, eu entro em contato com a loja, com o fabricante, verifico a garantia e faço o que for necessário para resolver esta situação.

 

A loja e o fabricante me ofereceram o bem e eu comprei.

 

A minha responsabilidade é pagar por ele, conforme o que eu acordei antecipadamente com o vendedor, além de cuidar deste bem para que ele possa me oferecer o que se propõe.

 

Com tudo na vida é assim…

 

Para qualquer tipo de relacionamento existe um dar e receber.

 

E este equilíbrio se dá em todos os aspectos de nossas vidas.

 

Quando não estamos satisfeitos com alguma coisa, devemos nos posicionar e informar o que não esta bem, o que está desencaixado, o que não está mais funcionando.

 

Mas em hipótese alguma, devemos dizer que não sabíamos ou não fomos avisados.

 

Muitas vezes assinamos contratos que dizem quais são os termos, mas no momento de felicidade, nem damos tanto valor e é ai que mora o perigo.

 

Se você assumiu uma responsabilidade: cumpra-a.

 

Se você não está feliz com o que adquiriu: Diga.

 

Se você não concorda: Argumente.

 

A vida pede este tipo de posicionamento, ou você sempre ficará na posição de vítima, sem saber como fazer para sair de situações, que no final das contas, foi você mesmo quem atraiu para si e para sua própria vida.

 

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Como mudar sua vida com palavras? 

Publicado em 22 de agosto de 2017 por MariEZ

 

Existem coisas que acontecem na nossa vida e não entendemos o motivo aparente delas.

 

Estamos lá, nos esforçando, dando o nosso melhor, fazendo o que sabemos fazer, mas simplesmente parece que nada acontece.

 

Outro dia, estava conversando com uma pessoa sobre isso, e não era a primeira vez que ela dizia que a vida dela simplesmente parecia estar indo pelo ralo: Dificuldades por todos os lados.

 

E ela não entendia, pois se considera uma pessoa boa, mas simplesmente, tornou-se impossível entender o motivo de tudo aquilo.

 

Me recordei, que em algum momento do meu passado, eu fiz um curso voltado para Programação Neurolinguística, e algo me fez pensar que talvez a questão dela pudesse estar ali.

 

Das palavras utilizadas, diversas foram: “Dificuldade”; “A vida é uma batalha”; “Tudo vem sofrido”; “Tem que ter esforço”; “Preciso brigar para conseguir” e assim por diante…

 

Pensei no padrão que estava estabelecido ai…

 

Não sou expert em PNL, mas conforme me recordo, as palavras tem uma força ou uma intenção e o nosso cérebro faz uma leitura disso e nos oferecerá oportunidades que estejam alinhadas ao que acreditamos ou pensamos.

 

Se eu acho que a vida é uma batalha diária, de alguma maneira, ele irá fazer este leitura e as situações ocorrerão desta maneira, com dificuldade, ou trazendo certo sofrimento.

 

Você já percebeu que quando acontece uma determinada situação em sua vida, e você do nada resolve não se preocupar mais com ela, parece que magicamente ela se resolve ou fica mais fácil de ser vivida?

 

Não se trata de mágica, trata-se apenas da forma como você resolve escolher para que aquele determinado evento lhe afete.

 

Quando damos um passo para trás, ou nos colocamos fora da situação, conseguimos perceber com mais facilidade, e consequentemente menor carga afetiva / emocional e a partir disso, conseguimos tomar decisões mais assertivas ou adequadas.

 

Desta maneira, o que quero dizer, é que, ao substituirmos palavras pesadas ou negativas, por palavras mais doces ou positivas, de alguma maneira, podemos dar uma nova interpretação para o nosso cérebro e consequentemente para o nosso coração.

 

Um novo cenário para que possamos fazer nossas experiências com as nossas próprias vidas.

 

Tente perceber, se sem querer, você não está fazendo isso consigo mesmo.

 

É sem querer mesmo…

 

E gradativamente vá treinamento seu repertório com palavras positivas.

 

Não estou querendo criar “Pollyanas”, apenas quero mostrar que o pensamento traz novas possibilidades e consequentemente novas atitudes poderão nos levar para outros lugares, melhores e mais suaves em nossas vidas e afazeres.

 

O que custa tentar?

 

Ao invés de perguntar, o que você tem a perder, pergunto: “O que você tem a ganhar?”

 

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Cuidado com as palavras (e muito obrigada!)

Publicado em 15 de agosto de 2017 por MariEZ

 

Uma pessoa me mostrou um texto no jornal que eu havia escrito há certo tempo atrás.

 

Quando ela me mandou a imagem pelo aplicativo de celular, eu fiquei lisonjeada, achei interessante, pois o texto tinha ido parar em um lugar um pouco distante (Pelo menos distante na minha imaginação).

 

Nesse dia fiquei pensando sobre responsabilidade e palavras, na realidade, eu sempre penso sobre responsabilidade e palavras.

 

Na maior parte do tempo, nos relacionamos com pessoas e temos por condição a linguagem, que no nosso caso, pode ser realizado através delas: as palavras.

 

Um dia ruim; um dia de mal humor; um dia de TPM….

 

Um dia feliz; uma notícia feliz; um novo amor; uma nova casa…

 

Tudo isso pode influenciar a nossa vida e a forma como escolhemos lidar com isso profundamente.

 

Se em uma conversa ou discussão, uma palavra escapa e é dita de uma maneira diferente, ou ainda, se uma palavra escapa e é ouvida de maneira diferente… Pronto: Tudo fica diferente.

 

E no final das contas, fiquei sabendo que esse texto que eu recebi, estava colado em um local visível para esta pessoa, é um texto utilizado para reflexão diária. Todos os dias, essa pessoa escolheu esse texto para lhe oferecer ou fazer reencontrar aspectos dele, que estão lá, sempre estiveram… mas puderam ser despertados por minhas palavras.

 

Nesse mesmo dia, eu também tive a oportunidade de encontrar uma pessoa que eu conheci por outros motivos, e me contou que lê e repassa esses textos para amigos, sempre que os recebe, pois eles estão lhe auxiliando, como parte do processo que ela já vem realizando de auto conhecimento e resignificação, inclusive com uma outra profissional da psicologia.

 

Nesse dia, minha cabeça não conseguiu parar por um instante.

 

Da responsabilidade inimaginável e intangível de que palavras tem poder para tudo! De reconectar ou de destruir! De elevar ou de massacrar…

 

Todo dia eu penso, repenso, avalio, reavalio, respiro fundo e mergulho… Com cuidado, com responsabilidade, mas acima de tudo com muito amor e respeito neste universo, buscando oferecer palavras que possam dar um pouquinho de conforto, reflexão, auto estima, mas acima de tudo: Oferecer para cada pessoa que lê, a percepção de que ela é responsável e capaz de tudo o que ela acreditar e quiser!

 

E você, como escolhe usar suas palavras?

 

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Como se termina um relacionamento?

Publicado em 8 de agosto de 2017 por MariEZ

 

Quando nos envolvemos em qualquer história, ela começa com expectativas, interesses, curiosidade, desejo, e na grande maioria das vezes, essa história começa com pretensões positivas.

 

O tempo vai passando e de repente, as coisas vão tomando outros rumos.

 

Manias, defeitos e coisa que antes eram bobagem, vão tomando proporções que vão deixando as coisas insuportáveis.

 

Aquilo que aceitávamos no começo e nem ligávamos, vai se tornando inadmissível e motivo as vezes de brigas e desentendimentos.

 

Como eu faço para admitir para mim mesmo que de alguma maneira, essa história acabou e talvez ela não tenha mais a me oferecer.

 

Que essa história, talvez nunca tenha sido o que eu realmente almejava e talvez, essa pessoa ou situação, nunca teve nada para me oferecer de verdade.

 

Então o aspecto a ser pensando é o que diz respeito a cada um de nós e não ao outro.

 

Não estou falando a relação que terminou e muito mesmo da outra pessoa envolvida neste processo.

 

Estou falando de mim, ou de você…. De nós que no final das contas temos que lidar com a decepção e a verdade que se faz presente.

 

A história acabou e agora uma decisão precisa ser tomada.

 

Entrar em contato com esse sentimento que é de dor, decepção, tristeza, perda ou qualquer outro que nos deixe para baixo as vezes é necessário para que possamos crescer, nos desenvolver, e nos deixar mais apropriados de nós mesmos, para que possamos tomar novas decisões, seguir novos caminhos, conhecermos novos amores ou possibilidades.

 

Então, terminar uma relação ou qualquer coisa que um dia nos ofereceu algo bom é triste, mas muitas vezes necessário para que nossa história e nossa vida possa seguir adiante.

 

Pode ser que seja doloroso fazer isso, mas pelo visto, manter-se nesta relação também já está sendo.

 

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Então isso se chama Depressão?

Publicado em 18 de julho de 2017 por MariEZ

 

Um dia, você acorda de manhã e encontra dificuldade para levantar da cama.

 

Olha no celular, verifica as mensagens, nada de interessante ou novo.

 

Faz as coisas corriqueiras, como todos os outros dias anteriores, e decide ir para a vida fazer o que tem que fazer, todos os dias.

 

Mas tem algo estranho, algo diferente acontecendo e como não é possível entender ou explicar do que se trata, continua fazendo as coisas, mesmo estando tudo estranho.

 

No dia seguinte, a mesma coisa…

 

E assim segue nos demais dias.

 

Alguma coisa está diferente, e na reflexão você começa a perceber que está sem vontade para fazer as coisas que sempre fez e até gostava.

 

– Sair com os amigos perdeu a graça, pois as conversas e os assuntos são desinteressantes e chatos ou você simplesmente não tem mais pique para acompanhar;

 

– Ir trabalhar perdeu a magia ou a motivação e você vai porque no final do mês tem um salário e você precisa dele, pois precisa pagar as contas;

 

– Percebe que a vida se tornou um aglomerado de contas e contas e contas e ao acordar de manhã e não vê a hora de chegar em casa a noite para dormir.

 

Como se o seu travesseiro e sua cama pudessem ser o seu melhor lugar, a sua melhor versão, o único lugar do mundo em que vale a pena existir.

 

Uma tristeza profunda invade o seu ser e dá lugar a sua vida lá fora.

 

Como se chorar ou ficar sozinho fosse o melhor lugar do mundo, na verdade, o único lugar do mundo que faz sentido.

 

E você se dá conta que se afastou dos amigos;

 

Parou de fazer as coisas que você mais gostava;

 

Para de se cuidar nas coisas corriqueiras;

 

Até comer está diferente, ou você come demais ou come de menos;

 

A cabeça parece desencaixada e os sentimentos então, o que são que eu nem me recordo mais?

 

Pare por um instante e pense.

 

Você pode estar com um probleminha que milhares de pessoas passam todos os dias e não se dão conta, não se permitem pensar a respeito ou considerar a possibilidade: Pode ser que você esteja com depressão.

 

Estamos acostumados a ouvir que ela chega por fortes traumas, problemas graves, quase como vindo através de algum motivo.

 

Mas existem situações que simplesmente ela vem com a rotina, quando deixamos ela nos levar e quando vamos ver, perdemos o sentido das coisas, sem identificar um motivo para dar nome a isso.

 

Então, cabe um cuidado, um olhar e admitir que existem situações que não conseguimos resolver sozinhos.

 

Um acompanhamento com psicólogo, um psiquiatra, um terapeuta, alguém com quem você se sinta confortável e confiante o suficiente para poder falar a respeito, de maneira a entrar em contato com o que está acontecendo, cuidar do que está lá em silêncio e te comendo por dentro, levando seus sonhos, seus desejos e suas vontades.

 

Sua auto estima, sua vaidade, o lugar em que um dia você considera que existe uma vida que merece ser vivida, única e exclusivamente por você!

 

Depressão é coisa séria!

 

Se você está se sentido assim, procure ajuda!

 

Você vale muito a pena!

 

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Por que não ficam felizes com as minhas conquistas? 

Publicado em 11 de julho de 2017 por MariEZ

 

Já aconteceu de em algum momento da sua vida, você se dedicar, fazer uma coisa com todo o capricho, dedicação, carinho… Dar o seu melhor.

 

Pode ser algo que você queria há muito tempo e finalmente conseguiu comprar; pode ser a conquista de um emprego bacana; um amor que você já estava paquerando há certo tempo; pode ser qualquer coisa que tenha muito valor para você, não importa o que seja.

 

E em um determinado momento você decide que vai contar para uma pessoa que você considera importante em sua vida, querendo dividir com essa pessoa toda a sua alegria, contentamento e conquista!

 

Mas como se fosse qualquer coisa, essa pessoa vem e não demonstra um terço da empolgação em relação ao que você diz ou mostra.

Em alguma situações, a pessoa faz uma cara ou um comentário tão nada a ver, que você chega a se questionar se aquilo realmente tinha tanto valor ou era importante.

 

Chega até mesmo a dar uma vergonha interna por estar feliz.

 

Você já passou por isso?

 

Então…

 

O problema não é você!

 

O problema não é sua conquista!

 

O problema talvez nem seja essa pessoa, que talvez você preciso reconsiderar o motivo pelo qual ela faz parte na sua vida (E isso pode dar um outro texto).

 

Talvez a questão seja você dar importância demais para pessoas, que pelo que parece, não se importam de verdade por você.

 

Não é correto esperar que outras pessoa validem a sua conquista, as suas vitórias e as coisas que você sonha ou deseja.

 

De repente é como se a vida só fizesse verdadeiro sentido quando outras pessoas podem compartilhar com você a sua alegria, o que na realidade não é o correto.

 

A sua felicidade deve ser comemorada por você, vivida e experimentada em toda a sua plenitude, primeiro por você! Só você sabe o que é bom para você!

 

E se outras pessoas demonstrarem ou fizerem por onde, para poder compartilhar com você de sua conquista, melhor para você e para elas, mas se elas não sabem, entendem ou podem ficar felizes com o que você conquistou: Reconsidere, suas necessidades de auto afirmação através do olhar ou da aprovação dos outros.

 

Reconsidere quem são realmente essas pessoas que estão ao seu redor.

 

Reconsidere o lugar que você quer ter em sua vida e na vida de outras pessoas!

 

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Encontre um Psicólogo para chamar de seu  

Publicado em 4 de julho de 2017 por MariEZ

 

Quando falo para as pessoas que sou psicóloga, invariavelmente ouço todo tipo de coisa: Coisas bem bacanas e outras nem tanto.

 

Coisas do tipo:

 

“Nossa, você deve ser super bem resolvida e sempre está tranquila” ou “Prá que pagar psicólogo se eu posso gastar meu dinheiro todo em cachaça…”

 

E nessas horas eu lembro de uma história que eu mesma vivi: Eu mesma, já fui em uma psicóloga, na época da faculdade e a consulta dela me marcou profundamente.

 

Ela perguntou meu nome e eu disse que era Marilice, mas ela disse que sentia que o meu nome não era para ser esse. Ai eu contei para ela que ele foi trocado na hora que eu nasci, e que meus pais escolheram outro. Ela me disse que isso tinha afetado toda a minha existência neste planeta.

 

Neste dia, agradeci, mas acabei optando por não voltar mais lá.

 

Eu não tenho nada contra essas coisas, mas psicologia não é isso.

 

A psicologia não dá conta desses assuntos e ai é que mora o perigo.

 

Eu era estudante e sabia que isso não estava certo, que ali não era o lugar de fazer aquela coisa, mas muitas pessoas não tem essa dimensão e acabam passando por isso e acham que está tudo bem.

 

De repente, você vai a uma psicóloga que te trata mal; que não presta atenção ao que você está dizendo; que você não vai com a cara, ou seja lá o que for…

 

Procurar psicólogo já é uma questão delicada, pois muitas pessoas tem preconceito ou não se sentem a vontade para contar seus problemas ou questões que estão incomodando.

 

Tem gente que tem uma experiência ruim e nunca mais quer voltar porque acaba colocando todos os profissionais no mesmo pacote, e descartando a possibilidade de se oferecer uma nova chance.

 

Imagina se para outras coisas na vida fosse assim:

– Meu antigo namorado era uma droga, então nunca mais vou namorar;

– Meu último carro só deu problema, nunca mais vou ter um carro;
– Minha amiga me ofendeu, nunca mais terei amigos;

– Na última empresa em que trabalhei, meu pai…. foi um filme de terror, então já está decidido, não vou trabalhar nunca mais.

 

Se a vida pudesse ser assim… mas ainda bem que não é!

 

Ainda bem que existem novas possibilidades, novos caminhos, novas escolhas e acima de tudo: Variedade de tudo o que nós nos permitidos experimentar!

 

Mas se você sente necessidade de pensar a respeito de algum problema ou questão que está atrapalhando algum aspecto de sua vida, converse com pessoas que já fizeram terapia ou já passaram com algum profissional de confiança, com quem se sentiram bem e a vontade… De repente eles tem um profissional de confiança para te indicar.

 

Dê essa chance para você!

 

Se dê uma chance e encontre um psicólogo para chamar de seu!

 

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Pessoas que confundem ajudar com piorar a situação 

Publicado em 20 de junho de 2017 por MariEZ

 

Tem dias que nossas preocupações, tristezas e problemas nos invadem de uma maneira, que precisamos colocar isso para fora de qualquer maneira.

 

A maioria das pessoas que fazem isso e acabam confiando esse segredo, essa dor, ou esse desencaixe com alguém. Às vezes uma pessoa de confiança, e outras vezes uma pessoa que acabou aparecendo e nos deu alguma permissão para que fizéssemos isso.

 

Depois de contar o que está acontecendo e expor o seu lado mais dolorido, esperamos alguma palavra, esperamos alguma coisa dessa pessoa e magicamente ouvimos:

 

  • “Fica tranquilo, isso vai passar”.
  • “Imagina, isso nem é problema, no meu caso foi pior...” (E ai você tem que ouvir a versão piorada dos fatos na perspectiva da pessoa).
  • “Nossa, realmente você tá ferrado...”
  • Um tapinha nas costas e “Tira esse pensamento da cabeça”...

 

E fico pensando nas infinitas frases que podem preencher esse momento de dor entre a pessoa que fala e a pessoa que escuta.

 

Mas no final das contas, o que se trata tudo isso afinal?

 

  • A pessoa que você escolheu para te ouvir, sabe lidar com essa situação ou fatos?
  • Ela tem maturidade para administrar a complexidade de sentimentos e pensamentos estão transbordando dentro do teu peito?
  • Ela verdadeiramente se importa com o que você está falando ou passando?

 

Não estou querendo desqualificar ou desvalorizar nenhum ouvido amigo, mas algumas vezes elas não sabem o que fazer.

 

Elas não tem o que dizer...

 

E algumas vezes ficamos com a sensação de que estamos falando bobagem, de que o nosso sofrimento ou sentimento é quase idiota de ser sentido ou experimentado. Ficamos deslocados e desencaixados e ainda nos sentindo bobos diante dos comentários que ouvimos.

 

Por muitas vezes, somos ensinados de que nossos sentimentos devem não são importantes e devem ser deixados em segundo lugar.

 

E isso vai se transformando em uma bola de neve, pois anos e anos de sentimentos guardados, em algum momento, damos um jeito de colocar isso para fora, e não costuma ser da maneira mais tranquila possível.

 

Então, a reflexão de hoje é de que devemos sim respeitar nossos sentimentos e emoções e colocar eles para fora.

 

Conversar com pessoas que realmente são importantes para você, que tem a capacidade de lhe ouvir, mesmo que seja para depois dizer “vai dar tudo certo”, mesmo ninguém tem certeza disso no final das contas.

 

E as pessoas que não são importantes... Sinceramente? – Elas não merecem saber o que vai dentro do seu coração.

 

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Gente que faz papel de trouxa 

Publicado em 13 de junho de 2017 por MariEZ

 

De repente uma pessoa se aproxima de você, e de alguma maneira, vocês acabam ficando amigos e começam a compartilhar coisas que são importantes, assim como confidências, responsabilidades e quando vão ver, já fazem parte uma da vida da outra.

 

Amizades são absolutamente importantes para nossa vida ficar melhor, feliz, mais forte e seguir adiante diante das coisas boas e as coisas não tão legais assim.

 

Porém…

(Sempre tem um porém, né?)

 

Com o tempo ou as atribuições do dia a dia a relação vai ganhando outros lugares e até mesmo intimidades.

 

Sem perceber, aquela pessoa começa a estar presente em grande parte da nossa vida, e de uma determinada maneira, começa a confundir as coisas, achando que de alguma maneira, por conta da “amizade” ou até mesmo da “intimidade” que existe entre vocês, ela pode começar a invadir espaços seus que são privados e não dizem respeito a ninguém.

 

Existem pessoas que tem sérios problemas em relação a isso, e por conta da sua habilidade para falar ou demonstrar afeto são tão desenvolvidos, que elas são capazes de tirar o impossível.

 

Se fazem de vítimas das situações, se colocam em situação que os outros sempre querem o pior para ela, ou quando algo ruim acontece com ela, ela consegue manipular a situação de uma maneira, que quando você vai perceber, já está lá querendo ajudar a pessoa.

 

Mas cuidado!

 

Pensei a respeito!

 

Se ela é capaz de fazer isso com outras pessoas, o que te faz acreditar que com você será diferente?

 

Porque a “conexão” que vocês tem é diferente…

 

Porque você não é igual as outras pessoas que fizeram mal para ela…

 

Porque você confia nessa pessoa…

 

Porque sempre são as outras pessoa que prejudicam ela, a culpa nunca foi dela, afinal de contas…

 

Pensei bem!

 

Não estou querendo dizer que as pessoas não são capazes de mudar e de repente com você, pode mesmo ser diferente.

 

Mas nesta história, em nenhum momento essa pessoa falou de mudança, ela só falou de repetição.

 

Então se essa amizade está começando a entrar em lugares na sua vida que estão começando a te atrapalhar e essa pessoa no passado já atrapalhou outros lugares, talvez seja melhor você começar a pensar fazer alguma coisa a respeito.

 

Pois pode ser que você seja o próximo!

 

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Ciúmes

Publicado em 6 de junho de 2017 por MariEZ

O que é ciúme?

 

Você que é ciumento, já tentou parar para entender o que e realmente tudo isso?

 

Como, um sentimento por outra pessoa, que de alguma maneira, começa tranquilo, gostoso, consegue se transformar em algo que devora e domina?

 

Como é possível uma pessoa que ama se transformar em quase um monstro por conta do ciúme?

 

Como se ele fosse capaz de garantir a segurança da relação e manter a "pessoa amada" próxima.

 

Como se a desconfiança pudesse lhe proteger de algo que ninguém tem como garantir, ou seja, ninguém é de ninguém.

 

Garante mesmo?

 

Na verdade, o ciúme começa a corroer silenciosamente tudo o que um dia fez essa relação começar.

 

E por mais estranho que possa parecer, vai criando condições para que o "ser amado" comece a não ser mais tão sincero, pois qualquer movimento, qualquer resposta, qualquer coisa pode levar a uma discussão e com o tempo isso vai se tornando cada vez mais chato, insustentável e insuportável.

Importante salientar que as pessoas que estão ao redor não conseguem compreender um ciumento, achando que ele está exagerando ou que se trata de algo que não requer ou merece atenção.

 

Mas na verdade o ciumento merece cuidados, pois ele está expondo um de seus lados mais sensíveis e frágeis: a falta de valor em si mesmo.

 

Como se de alguma maneira, existisse uma condição de permanência, existência e pertencimento que o ciúmes garante. Mas não se deixe enganar, o ciúme consome, corroí e desgasta até consumir tudo o que um dia houve de ser: uma história de amor.

 

Então, se você é ciumento... considere a possibilidade de pensar a respeito, pois as pessoas acham que o que você sente é exagero, descabido, desencaixado e até bobagem.

 

Você sofre e a pessoa amada sofre igual. O seu amor continua e o da pessoa que fica sob o domínio do ciúme vai desgastando e um dia pode acabar...

 

Mas não, isso não é bobagem. E merece todo cuidado e atenção para que a vida possa seguir leve, as relações possam ser troca e confiança.

 

É uma coisa que primeiro precisamos conquistar em nós mesmos, para poder oferecer isso ao mundo e para as pessoas que escolhemos que devem fazer parte de nossa vida.

 

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Psicólogo faz terapia? 

Publicado em 30 de maio de 2017 por MariEZ

 

(Esse é um texto diferente dos outros que eu já escrevi. Vai parecer mais um depoimento, então peço que você abra seu coração para lê-lo, pois foi exatamente isso que eu fiz ao escrevê-lo.)

 

Conversando com algumas pessoas, acabei comentando que eu faço Psicoterapia.

 

Nesse momento, parecia que eu havia revelando um segredo, mencionado algo proibido, daquelas coisas que nós nunca, em hipótese alguma deveríamos profanar em voz alta.

 

Eu fiquei um tempo sem entender o que na verdade estava acontecendo.

 

Foi quando me dei conta: porque a pessoa me contou que ela achava que psicólogos não precisavam fazer terapia.

 

Nesse momento me dei conta do tamanho da responsabilidade do que eu havia falado.

 

“E a cabeça foi longe….

 

Sou um ser humano, habito o planeta terra, moro em uma cidade civilizada…

 

Faço parte de uma família, me relaciono em sociedade e com pessoas, trabalho com pessoas…

 

Como parte dessa população, eu trabalho, estudo, me divirto, me relaciono, faço coisas e de vez em quando acontecem problemas, crises existenciais, devaneios criativos…

 

Eu choro, tenho dor de barriga, fico triste, fico feliz, me apaixono, me decepciono, tenho planos… quebro a cara, rs…

 

E a vida segue adiante…

 

E de vez em quando, tudo isso dá uma bagunçada básica dentro da cabeça, no coração…

 

Então faço terapia sim!

 

Porque eu também tenho questões que precisam ser pensadas, significadas, resignificadas, e a partir desta perspectiva de perceber que eu também sou uma pessoa como outra qualquer, percebo que posso oferecer sim a minha melhor parte para as pessoas que se colocam a disposição para fazerem parte da minha vida através da Psicologia, ou seja, meus pacientes.

 

Para que eu possa estar inteira, integrada, com pensamentos, teorias, conhecimentos e parte do meu coração durante uma sessão em que escolho ser psicóloga, e oferecer essa melhor parte para cada uma dessas pessoas, eu preciso sim estar bem comigo! Eu preciso sim entender meus problemas e minhas questões… minhas tristezas e minhas manias. 

 

Desta maneira, eu considero que terapia é importante para qualquer pessoa que esteja efetivamente buscando novos lugares para si mesmo em seu universo particular.

 

Considero sim importante estar bem e cuidando das minhas questões, para poder trabalhar de maneira sincera e inteira com meu paciente ou com qualquer outra pessoa que queira entrar no meu consultório.

 

E sim! É uma forma também de valorizar a profissão que eu escolhi para mim! Se eu confio em um profissional para dar conta das minhas questões, posso oferecer isso para as pessoas que me procuram: confiança e respeito.

 

“Porque quando a gente se cuida, o mundo fica melhor!”

 

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Como reclamar da vida se o problema do outro é maior do que o seu?

Publicado em 16 de maio de 2017 por MariEZ

 

Interessante como as coisas se apresentam para nós.

 

Cada pessoa tem a sua vida e dentro desta vida existem milhares de coisas acontecendo, e muitas vezes temos problemas ou algumas coisas acontecem e tiram a gente do eixo. Nos deixam tristes ou revoltados.

 

Dependendo da situação, logo conseguimos nos reorganizar e seguir com a vida.

 

Porém existem situações em que isso não acontece, e nos sentimos revoltados, amargurados e até vilipendiados.

 

Eis que de repente, alguém vem e nos diz "Nossa, mas tem gente em situação pior que você".

 

Então quer dizer que o que estamos sentindo é menos importante do que a outra pessoa que está em situação pior?

 

Em momento algum, eu busco minimizar os problemas e dizer que na comparação realmente não existam problemas maiores, mas o que quero expor aqui é que muitas vezes, deixamos nosso problema de lado ou deixamos de considerá-lo porque nos sentimos culpados em relação ao outro.

 

Como se a perspectiva do outro fosse mais importante do que a nossa.

 

Como costumo dizer, acabamos nivelando por baixo, para fazer o nosso problema menos complicado ou importante.

 

E ai mora o perigo.

 

Deixamos de entrar em contato com o que sentimos e não damos o devido valor, e por assim dizer, a devida vazão ao que está nos atrapalhando ou incomodando.

 

Desta maneira, temos de entender que outras pessoas também passam por dificuldades e problemas, mas em hipótese alguma, devemos considerar que o que estamos sentindo tem menor importância.

 

Se está doendo ou se está incomodando, isso merece sim a nossa atenção! Merece sim a nossa consideração! Merece sim o nosso auto respeito e merece sim o nosso cuidado, para conosco!

 

Respeite-se e cuide-se!

 

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Pegue leve com você

Publicado em 9 de maio de 2017 por MariEZ

 

Por que quando um amigo ou alguém que temos carinho e apreço faz alguma coisa e ela não sai como o planejado, temos por costume dar um conselho ou falar que tudo bem? Que vai dar tudo certo?

 

Quando acontece com o outro costumamos relevar, pegar leve, falar que tudo bem... Mesmo que não esteja tudo bem.

 

Mas quando acontece com a gente, o que fazemos?

 

Tem gente que tem a habilidade de se deixar ainda mais para baixo, punindo-se, rebaixando-se e até humilhando-se.

 

Como foi que eu deixei isso acontecer comigo, como foi mesmo que eu fui fazer essa bobagem?

 

O que os outros vão pensar de mim?

 

Mas calma ai... Com o "coleguinha" você disse que tudo bem e com você não é igual?

 

Então cabe pensar que se estamos errando e porque em algum momento tivemos a coragem de seguir adiante, de experimentar ou fazer algo e que por algum motivo qualquer, querendo ou sem querer, erramos.

 

E tudo bem errar!

 

Está tudo bem em alguns momentos fazer alguma coisa errada, pois é a partir do erro que revemos nossas habilidades, reconsideramos nossos conhecimentos, revemos nossas intenções e desejos. Até mesmo repensar se estamos no lugar certo ou fazendo o que efetivamente queremos fazer.

 

As vezes o erro acontece para nos mostrar alguma coisa.

 

Podemos estar sobrecarregados e errar nos mostra que é hora de rever as tarefas; podemos errar porque simplesmente não estamos mais conectados com a atividade ou o que realizamos, e talvez seja um indicador que temos que mudar ou fazer diferente.

 

Nada acontece a revelia em nossa vida, tudo tem um motivo e nos orienta para o melhor que cada um de nós pode oferecer para ela, mas acima de tudo para nós mesmos!

 

Então a dica de hoje é: Pegue leve com você.

 

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Tenham dó de mim

Publicado em 2 de maio de 2017 por MariEZ

 

Quantas pessoas você conhece que conseguem te deixar com dó delas?

 

Sem querer, algumas pessoas acabam se colocando nesta condição de se rebaixar, se humilhar, se colocar abaixo e se fazer de vítima... Sim! Fazer de vítima para tentar conseguir coisas, sejam elas materiais ou afetivas.

 

Uma maneira burra de conseguir as coisas, uma vez que cada pessoa tem condição de fazer as coisas acontecerem.

 

Existem pessoas que nasceram com mais recursos financeiros, outros nasceram em famílias com recursos escassos.

 

Existem pessoas que estudaram mais e outras que nunca estudaram...

 

Pessoas que já tomaram porradas absurdas da vida e outras que nunca passaram por problemas graves...

 

E até ai tudo bem.

 

Quero dizer que independente da condição, todos nós temos capacidade e condições para fazer a vida ficar melhor, a vida nos oferecer coisas melhores.

 

Estou pensando em uma conversa que tive outro dia com uma pessoa me dizendo que ninguém mais procurava ela para comprar os serviços que ela oferecia e que ela estava procurando alguém para ajudar ela, mas não ajudar a se resolver, ela queria alguém para fazer as coisas por ela.

 

E é ai que mora o perigo!

 

Vamos pensar sob outra perspectiva.

 

Se você não acredita no que você faz, se você não acha que o serviço ou trabalho que você faz vale dinheiro, vale alguma coisa... Se você não se acha digno de ter um relacionamento bacana, um emprego bacana, se você não se acha digno de ser respeitado por amigos, familiares ou seja lá quem for...

 

Se você está passando essa mensagem para o mundo e para a vida, porque você acha que a vida ou o mundo vão te oferecer coisas diferentes?

 

Se você se trata mal, porque acredita que outras pessoas vão poder lhe suprir isso e lhe oferecer o contrário?

 

Se você plantar maçã, porque acha que vai colher banana?

 

Tudo, absolutamente tudo na vida é assim: Você obterá exatamente a medida do que está investindo em cada coisa que lhe diz respeito e tudo ao que está ao seu redor.

 

Se você quer uma vida diferente, tenha certeza absoluta: Ninguém vai pegar na sua mão e te dar isso.

 

A caminhada é sua, a vida é sua, a escolha é sua...

 

Então... o que vai ser?

 

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Como aceitar o sucesso na minha vida?

Publicado em 25 de abril de 2017 por MariEZ

 

Hoje a reflexão diz respeito a como nos posicionamos diante de situações que nos colocam diante do sucesso.

 

Mas antes, pergunto: O que é sucesso para você?

 

Sucesso pode ser você conseguir acordar e chegar no horário no trabalho. (Aqui em São Paulo isso pode ser sucesso sim, levando-se em consideração o trânsito).

 

Sucesso pode ser conseguir eliminar quilos indesejados; conseguir um emprego bacana; comprar alguma coisa que você queria há bastante tempo; sucesso pode ser conquistar aquela pessoa especial e que pode fazer a diferença na sua vida.

 

Enfim, sucesso é uma coisa individual e que tem relevância e importância para cada pessoa.

 

O que eu considero sucesso é diferente do que você considera e até ai tudo bem. Não tem ponto a ser discutido.

 

Esses dias estive conversando com uma pessoa que está neste caminho... Descobrindo seus próprios potenciais, seus desejos, suas intenções e o lugar que deseja ocupar.

 

Nesta divagação sobre o que é ou não relevante, o primordial veio efetivamente para a realidade: Qual lugar eu quero ocupar na minha vida e a partir desta perspectiva o que pode ser considerado o lugar do sucesso para mim.

 

Acabei pensando que muitos de nós somos ensinados a lidar com a desistência ou fracasso de uma maneira muito mais natural do que com o sucesso.

 

Quando perdemos alguma coisa ou nos decepcionamos, quem está ao nosso redor está pronto para nos dar algum tipo de apoio, alguma frase pronta e sem querer, nos acostumamos com isso.

 

Como se não ter o que queremos ou fracassarmos fosse algo mais do que esperado e até mesmo natural.

 

Mas quando conquistamos algo de valor, que pode ser considerado como sucesso, alguns de nós tomamos medidas como:

  • Melhor não contar para ninguém, pois podem colocar "olho gordo";
  • E se eu mostrar para as pessoas e depois der errado?;
  • E se as pessoas acharem que eu estou sendo soberba ou metida?
  • Se eu mostrar para as pessoas e elas não aprovarem?
  • E assim por diante...

 

Quando o sucesso vem, muitos de nós temos dificuldade para encará-lo de frente, simplesmente porque não estamos acostumados a ele, e quando ele acontece, nos sentimentos "não merecedores" e esquecemos de nos curvar diante dele e agradecer, porque ele é uma parte de nós, ele é uma parte de algo que trabalhamos para realizar.

 

Ter sucesso é reconhecer que temos competências e habilidades que fazem parte de cada um de nós e deve sim ser vista, valorizada e honrada, não pelos outros, mas por nós mesmos.

 

Se eu não me considerar boa em algo que eu sei que eu faço bem, quem vai fazer isso? - O outro? - Que está alheio a tudo o que eu fiz, estudei, me aprimorei, dei o meu melhor para fazer acontecer?

 

Então se um dia essa pessoa for embora, eu vou precisar procurar novas pessoas que validem esse meu ponto forte para a vida ter sentido e as coisas continuarem encaixadas?

 

A resposta é uma só: Não!

 

Nós não precisamos da opinião ou validação de ninguém para ter sucesso!

 

Ele é uma parte de nós e todos temos isso conosco. Alguns conseguem acessar com mais facilidade do que outros, mas não tem problema.

 

Então, valorize-se! Veja o que você faz de melhor e faça valer a pena!

 

Faça primeiro por você! Dê o melhor primeiro para você! Sinta prazer e plenitude fazendo isso primeiro para você!

 

E quando tudo estiver bem em você, o que o mundo ou as pessoas disserem a respeito disso, já não vai fazer tanta diferença.

 

Sabe por que? - Porque você descobriu que só uma pessoa importa para você na sua vida, e essa pessoa é você!

 

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Qual é o nível do insuportável que temos de aguentar em um emprego?

Publicado em 18 de abril de 2017 por MariEZ

 

Quantas vezes começamos a trabalhar em uma empresa que era o nosso sonho, mas com o passar do tempo acaba se transformando em um grande pesadelo?

 

Esses dias eu estava conversando com uma pessoa que me descreveu com requintes de detalhes o sofrimento que estava enfrentando em uma equipe. Assédio, exclusão, humilhação e essa pessoa estava a ponto de surtar, pois não tinha vontade alguma de ir trabalhar.

 

Lembrando que no momento que somos contratados por uma empresa, ela paga pelo nosso conhecimento e aceitamos as condições. Mas muitas vezes esquecemos que iremos lidar com pessoas e muitas empresas acabam se esquecendo deste fator primordial: Pessoas.

 

Mas para não fugir ao tema, fiquei me perguntando: o quanto temos que aguentar em um ambiente de trabalho?

 

Quantas pessoas enfrentam diariamente seus martírios, lidando com situações estressantes, assédio sexual ou moral, humilhação, falta de respeito, entre tantas outras questões desagradáveis porque precisam do emprego?

 

Desde quando temos que aceitar situações vexatórias por conta de remuneração ou de necessidade?

 

Essa com certeza não é uma resposta fácil, porque dependemos sim de dinheiro para viver ou sobreviver.

 

Então, a reflexão que fica é que as empresas precisam ficar atentas a seu capital humano, uma vez que para que este profissional possa realizar o seu trabalho com efetividade, ele precisa ser treinado, acompanhado e desenvolvido, tanto técnica como comportamental.

 

Quantos afastamentos ou desligamento acontecem diariamente por conta de um ambiente de trabalho hostil ou inadequado. Quantos potenciais se vão todos os dias por problemas com equipe ou até mesmo gestão?

 

Desta maneira, neste caso pontual, cabe a cada um de nós fazer uma reflexão sobre o nosso papel na empresa e se estamos cumprindo como o contrato de trabalho no que diz respeito a direitos e deveres.

 

E em um segundo momento, cobrar de nossas gestores a responsabilidade no que diz respeito ao que pode ou deve ser feito para que todos saiam ganhando na empresa.

 

Lembre-se: Se a empresa em que você trabalha crescer, as chances de você ir com ela são reais.

 

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E hoje é domingo...

Publicado em 16 de abril de 2017 por MariEZ

 

Aquele dia que tem tudo para ser um dia de descanso, um dia bacana para não fazer nada ou escolher fazer alguma coisa que nos faça bem.

 

Mas sem nenhum motivo aparente, parece que o dia está estranho, os sentidos estão estranhos, não tem razão nenhuma para o dia estar estranho, mas simplesmente ele amanhece e continua estranho.

 

E você se questiona o que é que pode estar acontecendo?

 

Começa a se questionar e a se cobrar, porque tem um monte de coisas para fazer, ou na realidade, nem tem nada de tão interessante ou importante assim para fazer, mas se obriga a ficar bem.

 

Nestes dias fico me perguntando: Por que mesmo tenho que ficar bem? Por que mesmo as coisas tem que ser feitas? – Se me parece que na verdade a vida está me obrigando a desacelerar, a respeitar o meu tempo, a respeitar o meu estranhamento em relação ao dia e principalmente, em relação aos meus sentidos que estão estranhos, estranhados, deslocados… Como se uma ressaca tomasse conta de tudo.

 

Quando “a vida amanhece” e fica assim o dia todo, é o dia de escutar o que seu coração está tentando lhe dizer.

 

Talvez não seja o melhor dia para tomar decisões, fazer coisas incríveis, fazer coisas que fujam da rotina…

 

Ou talvez não, pode ser um bom dia para passear no parque, visitar aquela pessoa incrível que faz a sua vida ficar melhor, tomar um sorvete, ver um filme…

 

Simplesmente um dia para pegar leve com você, com a vida e com o mundo ao seu redor.

 

Dias estranhos servem para isso: Para pegar leve conosco.

 

Porque se tentarmos fazer algo e forçar a situação, pode ser que seja um dia estranho e dolorido.

 

Respeite-se, descanse, desencane…

 

Se dê uma folga.

 

Domingos servem para isso, não é mesmo?

 

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Sobre ser livre 

Publicado em 11 de abril de 2017 por MariEZ

 

Todos nós temos amarras invisíveis que nos prendem a pessoas, coisas ou situações.

 

São laços poderosos que muitas vezes atrapalham a nossa vida, nos fazendo menores, fracos ou até mesmo ignorantes.

 

O que te prende a esse lugar, situação ou pessoa?

 

Você consegue reconhecer que em algum lugar do seu passado, você existia livre ou longe destas questões que hoje parecem ser quase impossíveis ou indissolúveis?

 

Em algum lugar da sua história, houve um lugar para uma pessoa livre, que conseguia ter uma vida mais leve ou diferente, mas que por algum motivo ou escolha, acabou indo por outras direções?

 

Muitas vezes nos esquecemos que estamos no exato lugar em que nos permitimos estar, ou seja, nos colocamos aqui.

 

Podemos culpar as pessoas, os familiares, as instituições, as situações… Podemos culpar quem quisermos, mas a realidade é uma só: Estamos onde nos colocamos e ponto final.

 

Então pense no que é melhor para você e faça acontecer! Pode demorar um pouco ou ser dificil no começo, mas é melhor começar a mudança do que imaginar viver uma vida inteira sem ser livre!

 

Se você reconhece que isso acontece, já esta a um passo do lugar da liberdade. O que falta para dar esse passo?

 

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Quando você ouviu seu coração pela última vez?

Publicado em 4 de abril de 2017 por MariEZ

 

Lá está você fazendo uma determinada atividade ou se relacionando com alguém e vem uma voz lá no fundo que diz: “isso não vai dar certo”.

 

Mas que nada, você nem dá atenção para essa voz e segue com a vida adiante, como se nada tivesse acontecido.

 

Depois de um certo tempo as coisas começam a mostrar o seu lado verdadeiro e você se dá conta que foi avisado.

 

Lembra daquela voz dizendo que isso estava errado ou não ia dar certo.

 

Pois bem,… Isso significa que você não deu atenção a sua voz interior.

 

Ao que a vida ou o seu termômetro interno estava lhe avisando.

 

Todos nós temos este dispositivo e ele funciona muito bem, mas com o passar do tempo deixamos de usar ele como direcionador e seguimos o que as outras pessoas dizem ser o melhor ou o caminho correto.

 

E com o passar do tempo deixamos de lado isso e fica cada mais dificil entender se esta voz é nossa ou se é apenas a nossa cabeça dizendo algo que estamos acostumados.

 

Quem nunca passou por uma situação como essas:

 

  • “Dar o sinal para ônibus parar e na hora de entrar, um pensamento passa pela cabeça dizendo que é melhor não entrar naquele, mas você acha que é bobagem da sua cabeça e entra no ônibus. Depois de algumas paradas o ônibus quebra e você lembra, “Eu não devia ter entrado nele”.
  • Ou “aquela pessoa que você conhece e sente algo estranho, como se algo lhe dissesse para não confiar nela, mas mesmo assim você contraria essa voz e segue adiante, sendo que algum tempo depois descobre que aquela voz estava certa e que realmente aquela pessoa não era de confiança para você”.

 

Então, tente olhar um pouco mais para dentro, dar valor aos seus sentimentos, a sua intuição e a voz do seu coração.

 

Elas não costumam falhar e sempre nos apresentam possibilidades que estão realmente alinhadas com o melhor do que a vida quer e pode nos oferecer.

 

Preste atenção e faça o que realmente é melhor para si mesmo!

 

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Não permita que te tratem mal

Publicado em 28 de março de 2017 por MariEZ

 

Algumas vezes confundimos as coisas... E as vezes as pessoas confundem isso.

 

Desde quando podemos tratar ou falar o que queremos em nome do amor?

 

Você já passou alguma vez por isso? - Alguém vem e fala o que bem entender sem se importar com o estrago que fez com você, e acha que pode fazer isso por ser um familiar, amigo ou até mesmo um amor na sua vida?

 

E a medida exata é justamente o contrário: Por amor nós fazemos coisas que agregam, somam, nos fazem bem e libertam.

 

O amor é uma escolha e justamente por isso, temos que saber respeitar os limites, mas também impor nosso próprio respeito a quem acha que pode ultrapassar os limites e nos magoar.

 

Submissão e falta de respeito, nada tem a ver com amor!

 

O seu amor tem que valer mais para você e por você em primeiro lugar!

 

Respeite-se e faça valer o seu amor próprio!

 

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E quando a dor é maior do que a vontade de seguir adiante?

Publicado em 21 de março de 2017 por MariEZ

 

De repente a vida nos leva para novas direções e nos damos conta que a mudança é mais do que necessária.

 

Percebemos que sem querer que para não nos deparamos com a realidade, inventamos desculpas ou saídas para não lidarmos com o que é fato: Algo em nossas vidas está fora do lugar e precisa ser reinventado, repensado, deletado, ou sei lá o que…

 

Mudar é algo que as vezes acontece pelos motivos menos interessantes ou atraentes, ou seja, através da dor.

 

E a dor é tamanha que o simples fato de pensar a respeito leva a um desconforto, estranhamento, tristeza ou medo de começar algo diferente ou novo.

 

Como se a repetição, a rotina ou fazer sempre igual nos colocasse no lugar do conforto e da não necessidade de pensar mais a respeito das decisões ou possibilidades que queremos para nossas vidas.

 

Mas muitas vezes continuar do jeito que está, também não cabe mais.

 

E temos que seguir adiante.

 

Porque a vida é justamente isso, a inesgotável possibilidade de experimentarmos coisas e aprendizados novos diariamente.

 

Mas também é tentador não ter que fazer nada diferente, não ter que inventar nada novo, não ter que pensar fora da caixinha…

 

E onde tudo isso nos leva?

 

Percebo que a vida nos oferece escolhas, novas invenções, possibilidades, desafios e tudo mais o que é necessário para que possamos expandir nossos horizontes e caminhos.

 

Mas também fico pensando que temos a opção de escolher o lugar em que queremos estar em nossos dias e em nossas vidas.

 

O problema é um só: Se a dor é insuportável ou o prazer em estar ou fazer determinada coisa em sua vida é menor que o a vontade de fazer, por que ficar nesta tortura? Por que continuar neste lugar? Por que manter este tipo de vida, se no final das contas você só está sofrendo e adiando a decisão que é quase óbvia?

 

Mudar é preciso…

 

Ou a vida muda por você.

 

Então quem você prefere que tome a decisão?

 

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Porque ter uma vida pela metade?

 

Publicado em 14 de março de 2017 por MariEZ

 

Quantos de nós nos deparamos com situações em que a vida simplesmente parece que está sem sentido ou até mesmo desencaixada?

 

Se isso está acontecendo com você é muito provável que você tenha deixado algum aspectos seu lá atrás e não voltou para buscar.

 

Melhor eu explicar…

 

Quantas vezes para sermos aceitos em um determinado grupo de pessoas, em um relacionamento, em uma empresa ou seja lá o que for, algumas situações pedem que sejamos diferente do que somos no dia a dia.

 

Um exemplo: Você resolve namorar uma pessoa que você gosta bastante, mas ela não gosta de alguma coisa que você gosta, e para que não aconteçam mal entendidos ou até mesmo para que você possa aproveitar mais o tempo ao lado dessa pessoa, você começa a se distanciar dessa outra coisa que te faz bem e você gosta bastante.

 

E com o passar do tempo, você percebe que a vida vai seguindo novas direções e com o passar do tempo, aquela coisa deixa de fazer parte de você e do seu dia a dia, e você sente muita falta, mas não sabe mais como integrar ou trazer aquela coisa predileta de volta.

 

Neste caso, você começa a sentir os efeitos disso, quando começa a se fazer pela metade para fazer parte da vida de outras pessoas.

 

Isso pode ser uma religião, um time de futebol, um estilo de roupa, uma banda predileta, ou qualquer outra coisa.

 

E assim a vida segue e vamos deixando que os outros ditem as nossas direções e preferências, e se perceber damos a direção de nossas vidas para essas pessoas.

 

Não é por mal, fazemos isso por amor.

 

Então se você sente falta de algo em sua vida, tente trazer isso de volta.

 

Pode até ser que você encontre desculpas reais ou imaginárias, mas se você ainda está vivo, será que não vale a pena tentar?

 

Lembre-se: A vida é apenas uma… e a vida é agora!

 

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Quando você se traiu pela última vez?

 

Publicado em 21 de fevereiro de 2017 por MariEZ

 

Existem situações em que nos colocamos diante de possibilidades que a vida nos oferece e mesmo assim escolhemos o caminho que o nosso coração falou para não seguir.

 

Você já passou por isso?

 

Você vai lá, sente ou percebe que a coisa não é boa ou não lhe passa segurança e mesmo assim vai lá e contraria todas as suas percepções e intuições…

 

E no final… o que acontece?

 

Sim, você se machuca ou se decepciona ou até chega a perder alguma material ou afetiva por conta disso.

 

Eu costumo dizer que toda pessoa tem um sexto sentido, e isso nada tem a ver com espiritualidade ou mediunidade, mas sim com sensações que temos e que nosso corpo ou nossa mente nos mostra, e muitas pessoas acabam achando que isso é coisa da cabeça delas, mas não é.

 

Preste atenção, se em algum momento da sua vida, você foi apresentando para alguma pessoa e sentiu um aperto na boca do estômago ou um mal estar, mas mesmo assim não deu muita importância, pois as pessoas disseram que aquela pessoa é do bem ou de confiança.

 

Com o passar do tempo aquela pessoa acaba fazendo alguma coisa que te faz lembrar da sua primeira impressão que estava certa, mas de alguma maneira você negou.

 

Todos nós viemos ao mundo com esse item de série, cada um dá o nome que quiser, isso não tem importância, mas não devemos deixá-lo de lado.

 

Ele está ai para nos mostrar o que é melhor para nossas vidas e pode nos tirar de situações ou ciladas inimagináveis.

 

Então considere a ideia de seguir esse seu GPS natural, essa tal intuição ou sexto sentido.

 

Ela está aí a seu favor é só aprender a usar!

 

Tente e depois me conte a sua experiência!

 

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Você tem certeza das suas escolhas?

 

Publicado em 14 de fevereiro de 2017 por MariEZ

 

Começo o texto de hoje com uma pergunta:

 

"Você tem certeza?"

 

Quantas vezes fazemos escolhas para nossas vidas nos deparamos inesperadamente com esta pergunta.

 

As vezes nos deixamos levar pelo famoso "é o que tem para hoje" e assim vamos deixando noites e dias acontecerem, sem nos darmos a pausa necessária para refletirmos, será que eu tenho certeza que isso é realmente o melhor para mim?

 

E será que temos a coragem de admitirmos que pode ser que a resposta seja: "não"?

 

Que não temos certeza das escolhas que fizemos.

 

Que não temos certeza que esse é o melhor caminho para a nossa vida.

 

Que não temos certeza que o que eu vivo hoje é o melhor para mim.

 

Em outras situações, parece que somos testados pelas pessoas com essa pergunta, quando estamos tomando algum tipo de decisão que pode ou não ter grande relevância em nossa história, como por exemplo comprar uma determinada roupa ou sair com alguém que nos convida para dar um passeio.

 

Mas essa pergunta pode vir, em outro contexto e nos tirar o sono:

 

"Você tem certeza que quer casar com essa pessoa?"
"Você tem certeza que vai emprestar seu dinheiro para fulano de tal?"
"Você tem certeza que fez a escolha profissional certa?

"Você tem certeza que será feliz para sempre?"

 

E para deixar a discussão ainda mais intensa, será que existe "o feliz para sempre?"

 

No final das contas, não precisamos ter certeza de nada, no sentido de que podemos simplesmente fazer escolhas por conta de sentimentos e nas expectativas que temos no momento presente, ou até planejadas para determinada finalidade.

 

Mas certeza mesmo, só temos de que um dia não estaremos mais por aqui.

 

E justamente por esta questão, devemos fazer nossas escolhas pautadas no que é melhor para cada um de nós (respeitando o limite e a liberdade alheias) e no que acreditamos neste momento.

 

E se um dia, lá na frente, descobrirmos que talvez não tínhamos certeza... Não tem problema.

 

Podemos escolher novas direções; novos amores; novos empregos; novas possibilidades, assim como nossa imaginação, fé e coragem permitir!

 

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Já te disseram que você é linda?

 

Publicado em 7 de fevereiro de 2017 por MariEZ

 

Quem manda nesse corpo aí?

 

Quando você olha no espelho e decide qual parte dele vai fazer de bode expiatório para a vida.

 

Tenho celulites demais...

Sou gorda...
Tenho cicatriz de acne no rosto...
Meu cabelo é estranho...

 

Que atire a primeira pedra quem nunca olhou no espelho e se deu um defeitinho de presente!

 

Mas de verdade, para quê?

 

Para quê fazer isso com você?

 

Afinal de contas, esse é o corpo que você tem!

 

E sim! Ele é perfeito do jeito que é!

 

E é através dele que você está no mundo!

 

E ficar comparando com aquela pessoa que você acha linda de morrer, que pára o trânsito, que é a mais maravilhosa do planeta terra...

 

Essa comparação é desumana, por que nos seus padrões, ela é a pessoa nota A.

 

E isso acaba sendo interessante, pois você é capaz de ver beleza lá fora, mas na hora de olhar para sí, acaba encontrando algo que te deixe para baixo.

 

A serviço de quê?

 

Para quê mesmo?

 

Se o seu motivo é chamar a atenção das pessoas para que elas te valorizem... Ok. Se isso é bom para você, quem sou para dizer o contrário.

 

Mas se de alguma maneira, ainda houver um pinguinho de auto respeito e amor próprio, por favor, se permita ver além do que os seus olhos querem enxergar, ou se permitem ver.

 

Se olhe, com o olhar que você oferece para aquela pessoa que você elogia.

 

Repare em cada pedacinho seu, e perceba que você é completa, única e perfeita da maneira que é.

 

Com celulite sim; com cicatriz de espinha sim; com a perna cheia de roxos porque ama se bater nos cantinhos das mesas; com as gorduras que tem sim...

 

É assim e ponto final.

 

Se te incomoda ao ponto de você considerar que algo precisa mudar para você se sentir melhor, ok, vai lá e faz o que você acha que tem que ser feito.

 

Mas se não for o caso, chega.

 

Divirta-se com o que você é!

 

Valorize a sua singularidade! Pois não há nenhum outro ser no mundo igual a você!

 

E olha que presente! E que responsabilidade!

 

Ser uma pessoa só sua e com características tão exclusivas e perfeitas! Por sí só!

 

E outra coisa: Se alguém te disser o contrário, olhe bem no fundo dos olhos dessa pessoa e diga:...

 

Ah... diga o que quiser e vai ser feliz!!!

 

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Quando é a hora de dizer adeus?

 

1 de fevereiro de 2017

Aviso aos leitores: Este não é um texto leve

.

(...)

 

De repente nos encontramos no meio de uma história qualquer.

 

Pode ser uma história de amor; uma amizade; pode ser uma história de trabalho; de estudo; de algo que gostamos de ter em nossas vidas.

 

E essa é uma das perguntas mais difíceis de responder...

Quando é a hora de dizer adeus?

 

Quando gostamos, mas simplesmente o fato de estar juntos, de quereremos o melhor, de tentarmos manter o que um dia houve se torna difícil, amargo, e algumas vezes cruel.

 

Quando começamos a ocupar lugares de desespero e desesperança, ao invés de alegria, nutrição e contentamento.

 

Quando a esperança de mudança ou de dias melhores, não parece mais estar presente em nosso horizonte.

 

Por mais difícil que possa parecer, essa história provavelmente já acabou de verdade.

 

Mas em nossos corações, em nossos pensamentos e em nosso desejo de manter o que um dia houve de ser, não mais é real. Não mais se faz presente e simplesmente não é.

 

Quando estar lado a lado, se faz mais penoso do que prazeroso.

 

Quando estar lado a lado envolve mais silêncio do que palavras.

 

Quando estar lado a lado, é descontente, ranzinza e causa de eternas brigas e desencaixes...

 

Reflita então sobre o que é.

 

Ou o que mantém esse teatro de que ainda há alguma coisa que vale a pena.

 

É o seu orgulho? Seu medo de ficar só? A preguiça de ter que começar tudo de novo? Apego? Ciúmes? Falta de amor próprio?

 

O que te mantém preso a algo que há muito deixou de ser e valer a pena?

 

E por quanto tempo mais você pretende viver sua vida desta maneira, ligado a algo que não mais lhe contenta e preenche?

 

A vida é uma só, e se você não fizer algo agora, pode ser que o tempo passe e seja tarde demais para que você volte a se encontrar com um mundo que ainda pode lhe oferecer novas possibilidades, esperanças, carinho, respeito e até mesmo amor.

 

O que você escolhe agora?

 

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Prometo que em 2017...

 

31 de Janeiro de 2017

E como você termina o primeiro mês de 2017?

 

Fazendo um balanço geral é  um mês de saldo mais para o positivo ou para o negativo?

 

Você conquistou o que queria?

 

Desapegou do que te atrapalhava o caminho?

 

Conseguiu jogar alguma coisa fora?

 

Fez novas amizades? Descobriu que algumas antigas não eram o que mostravam ser na realidade?

 

Tantas perguntas, tantas respostas... Tantos pensamentos para colocar em ordem.

 

Mas no final das contas, o que fica de verdade?

 

Você se permitiu experimentar ou viver algo novo?

 

Fez por que quis ou por que a vida acabou te levando para essas direções?

 

E agora, o que há  de novo para experimentar? Para se desafiar?

 

Para fazer novos projetos e novos caminhos...

 

Para se permitir ir além dos seus limites, tanto os reais quanto os que você aceitou que outras pessoas lhe impuseram no passado.

 

Dos sonhos que um dia você teve e sabe se lá  porque parou de acreditar.

 

Não vá adiando mês  após  mês e de repente já  é  Dezembro de novo.

 

A responsabilidade será do ano que foi pesado, difícil ou estranho ou de certa maneira você se responsabilizará  por ele também, de maneira a perceber que tudo depende apenas de você?

 

Então que venha fevereiro, venha o Carnaval e que venham todas as possibilidades que queremos para nossas vidas e sim! Colocaremos em ação sim!

 

Só depende de nós mesmos!

 

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Cada um com o seu problema

 

30 de Janeiro de 2017

Quando nos preocupamos demais com o que os outros estão fazendo esquecemos de olhar para dentro de nós mesmos.

 

Algumas vezes, sem querer, nos intrometemos em assuntos e atividades que não nos dizem respeito, apenas por pretensão  de estar ajudando, quando na verdade, estamos revelando aspectos nossos que dizem respeito a não querermos olhar para dentro de nós.

 

Pode parecer muito mais fácil cuidar da vida ou problemas alheios a nossa vida, do que olhar para dentro e resolvermos nossas próprias questões.

 

Antes de ajudar, dar opinião, ou palpite na vida alheia, verifique se está tudo certo na sua vida.

 

Verifique se esse mesmo problema que você quer ajudar a resolver do seu amigo, também está resolvido na sua vida.

 

Se a resposta for sim, ai você poderá perguntar para seu amigo ou pessoa que você  pretende ajudar , ou "palpitar" se ela precisa ou aceita a sua opinião ou ajuda... se a resposta for sim, ajude... se a resposta for não, agradeça e se retire.

 

Simples assim.

 

Respeite o espaço ou as decisões do outro como você também gostaria que fizessem com você.

 

Tudo tem o seu tempo de maturação e transformação.

 

Cada pessoa é  única e tem uma história diferente, assim como são as impressões digitais.

 

Cada um de capaz e responsável por suas opiniões e escolhas e você também!

 

Cuidado para a sua opinião não parecer soberba ou inadequada, pois respeitando aos outros, nossas convicções também serão respeitadas.

 

Cada  um oferece o que tem e o que pode, mas cabe saber se o outro está disposto a aceitar isso também.

 

E no final das contas assim fica mais fácil, cada um cuida da sua parte e resolve seus problemas ou questões como melhor lhe convir.

 

E os amigos estão aqui para o que dér e vier, se forem convidados, é claro.

 

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Para onde você canaliza sua agressividade?

 

23 de Janeiro de 2017

Quantas vezes ficamos nervosos com coisas corriqueiras do dia a dia.

 

Trânsito,  discussões, colegas intransigentes de trabalho; briga com o companheiro e assim vai...

 

E muitas vezes perdemos a linha, falamos mais do que deveríamos e depois nos arrependemos.

 

Em alguns momentos a situação pede um posicionamento mais efetivo, para que possamos fazer valer nossa ideia ou opinião.

 

Mas em alguns momentos sem querer perdemos a linha e falamos mais do que deveríamos ou até mesmo exageramos na dose chegando a ser mal educados ou inadequados.

 

Te convido a refletir comigo.

 

Antes de entrar em uma discussão, tente considerar seu ponto de vista, mas também leve em consideração o que a outra pessoa está lhe dizendo.

 

Temos como condição primordial pensar apenas sobre o nosso ponto de vista, e ao consideramos pontos de vistas diferentes dos nossos, podemos ampliar nossa perspectiva de reflexão assim como também conhecer um pouco mais sobre o que está além do nosso conhecimento ou entendimento.

 

Outro ponto importante que cabe ser pensado é: vale realmente a pena entrar nessa discussão ou perder a cabeça por conta desse problema?

 

Será que não existem outras maneiras mais adequadas ou relevantes de canalizar essa energia de maneira a ser produtivo ao invés de destrutivo?

 

Conheço pessoas que se transformam quando são contrariadas ou não são atendidas em seus interesses e desejos.

 

Pense a respeito e veja se suas emoções são compatíveis com o que levou elas a tona.

 

As vezes o problema ou a questão é muito menor ou até mesmo irrelevante, mas fazemos uma tempestade em um copo de água.

 

Se aproprie de seus sentimentos, canalize eles de uma maneira que você consiga lidar com eles ao final da situações e acima de tudo, não se esqueça, você é o único responsável por tudo isso!

 

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Fazer as coisas porque "tem quê"!

 

16 de Janeiro de 2017

Diariamente temos milhares de atividades para realizar.

 

Cada um sabe da sua agenda e das facilidades ou dificuldades que encontra para administrar a quantidade de coisas que tem para fazer em vinte e quatro horas.

 

Casa, trabalho, família, relacionamento, parte financeira, alimentação, lazer, manutenção e arrumação das coisas, amizades, animais de estimação, dormir, acordar, tomar banho e por ai vai...

 

No final das contas não temos como fugir de nada disso, pois faz parte da nossa vida, das escolhas que fizemos e das resoluções que temos que tomar para que ela siga adiante.

 

Esses dias me vi diante das minhas atividades, da agenda cheia de coisas para realizar e conciliar...

 

E me dei conta que uma das atividades estava me dando mais dor de cabeça do que o de costume para resolver. Parecia uma proposta tentadora, daquelas que não podemos deixar passar em hipótese alguma, e eu já estava lá no meio de tudo aquilo tentando encaixar no meio de tudo o que eu tinha para fazer.

 

Por um instante parei, no meio da loucura e angústia que aquilo estava me trazendo e como que um insight, um pensamento ocorreu; "Se está incomodando é porque está no lugar errado".

 

E fiquei em silêncio comigo mesma..

 

No final das contas era isso mesmo, se estava me tirando o sono e me incomodando mais do que sendo algo positivo e feliz é porque definitivamente aquilo não fazia parte do que eu queria para minha vida ou não era parte do que eu havia escolhido para mim naquele momento.

 

Respirei fundo e pensei a respeito, porque na verdade aquilo não encaixava mesmo com as coisas que eu havia escolhido para mim e não cabia na quantidade de coisas que eu teria de movimentar para ter o retorno e resultados esperados.

 

O que quero dizer, com a minha história, é que muitas vezes nos vemos fazendo uma infinidade de coisas que nem tem mesmo um propósito na nossa vida. Fazemos porque temos que fazer e não nos agregam em nada. Não nos fazem feliz ou não tem uma razão para ser.

 

Quantas coisas vamos engolindo e repetindo sem ao menos nos perguntamos o por quê de tudo isso.

 

Para mim a frase "Se está incomodando é porque está no lugar errado", encerra muitas questões acerca da vida.

 

Quantos relacionamentos, emprego, amizades, atividades, coisas que fazemos e não gostamos ou não nos sentimos inteiros nelas?

 

Então aqui fica o convite para mexer, mudar, deixar para lá e seguir com as coisas que lhe são importantes e lhe fazem bem.

 

Um pouquinho de incomodo tudo bem, mas se te faz mal... certeza que está no lugar errado.

 

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Crianças / adultos que esperam autorização para crescer

12 de Janeiro de 2017

 

Quando somos crianças ou mais jovens, muitas vezes queremos fazer um monte de coisas com nossos amigos e participar deste grupo. Até ai, tudo bem...

 

E naturalmente, perguntamos a nossos pais (ou responsáveis) se podemos ir, participar disso com nossos amigos.

 

Sendo que muitos pais acabam perguntando: "Mas vai com quem?";" Só deixo se alguém for junto"; "Só vai se alguém responsável for junto" e etc...

 

O tempo passa, a vida segue e muitas pessoas não se dão conta, mas isso de pedir autorização, e além, de esperar que alguém vá junto se perpetua até a vida adulta.

 

Quantas pessoas deixam de fazer coisas, porque ficam esperando que alguém as acompanhe, inclusive para fazer atividades simples. Deixam de aproveitar a vida ou as possibilidades de diversão porque não querem ir só.

 

Isso, de alguma maneira, deixa essa pessoa sempre na expectativa e na certeza de que ela não é responsável suficiente por sua própria vida, então outras pessoas sabem o que fazem e ela não.

 

E a vida passa e aquela criança que fica esperando o pai ou mãe autorizarem continua lá, na vida adulta.

 

Alguns pais não se dão conta que ao fazerem isso, estão criando filhos que dependem deles, e se esquecem que isso precisa acabar um dia, pois os filhos devem agir e pensar por si só. Esses filhos crescerão e terão de enfrentar o mundo sozinhos.

 

Não estou dizendo que os pais não devem se impor e ditar as regras que lhe convém enquanto lei dentro da casa, o que estou dizendo, é que de uma maneira esses pais acabam fomentando algumas crianças que já tem por natureza uma certa insegurança a manterem-se nesta dinâmica.

 

 Então existem duas questões que precisam ser pensadas e trabalhadas:


- Que esses pais reconheçam a sua responsabilidade também na liberdade e no desejo de ir e vir de seus filhos, tentando explicar os motivos de dizer sim ou não, para que essas crianças possam entender esse raciocínio. (Lembrando que não estou dizendo que os pais devem se justificar aos filhos, apenas explicar os seus motivos).
- Que esses pais possam desenvolver e criar seus filhos pensando que um dia eles terão de tomar suas próprias decisões, e se o seu filho já é uma pessoa que demonstra insegurança ou necessidade de fazer as coisas sempre acompanhado por alguém, tente avaliar se você também não está alimentando essa necessidade. Pois hoje pode não ser um problema, mas no futuro, quem acompanhará ele?

 

Lembrem-se: crianças são esponjas que absolvem tudo o que está ao redor delas, sendo bom ou ruim. Então, de alguma maneira, o comportamento de seu filho, pode dizer muito sobre a dinâmica que esta criança está vivendo dentro de casa.

 

Crie e eduque seu filho para ser uma pessoa melhor para ela e para o mundo!

 

Pois um dia, ela irá crescer!

 

E o mundo será dela também!

 

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Você já mendigou amor?

11 de Janeiro de 2017

 

Sabe aquele relacionamento que não está lá essas coisas, mas você continua mantendo porque "ruim com ele, pior sem ele"?

 

Pois é... pode ser que você esteja em uma canoa furada.

 

Muitos de nós nos submetemos a viver relacionamentos que estão fadados ao fracasso, por medo de ficar sozinhos, e muitas vezes, acabamos nos rebaixando e quase que implorando por amor ou atenção.

 

Se essa for a sua questão, algo precisa ser reconsiderado, repensado e resinificado.

 

Por que afinal de contas você precisa passar por isso?

 

Quando você acorda de manhã e olha no espelho, o que você vê?

 

Muitos de nós esquecemos de nos enxergarmos e valorizarmos como somos, na nossa essência, em nossa singularidade e no que temos de único e "incopiável".

 

E talvez neste momento, por esquecermos de quem somos e efetivamente o que desejamos, nos deixamos levar e envolver por relacionamentos que nos fazem mal ou nos colocam em lugares de menosprezo e desqualificação.

 

Ninguém precisa viver uma relação em que tem que implorar por atenção, carinho e afeto.

 

Se isto está acontecendo, duas coisas claras estão em evidência:

  • Você não está se dando o devido respeito e amor!
  • Essa pessoa não te respeita e valoriza do jeito que você merece. (Mas quem está autorizando essa pessoa a te tratar assim é você mesmo!)

 

Então revela seus valores, revela seus conceitos, revela o porque você está se permitindo viver algo que não lhe agrega nada e na grande maioria das vezes não te leva para frente.

 

Siga o seu caminho em paz com você, se amando, respeitando e valorizando.

 

E quando houver uma nova chance de se relacionar, avalie as possibilidades e faça a sua escolha, porém pautada no que realmente se apresenta e não em suas expectativas e carências.

 

Se você se cuidar e se respeitar, o outro fará o mesmo por você.

 

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Na dúvida, pergunte...

09 de Janeiro de 2017

 

Tantas histórias que inventamos em nossas cabeças, por pensarmos sobre coisas que aconteceram ou acontecem e perdemos horas, dias e até mesmo a nossa paz, pensando a respeito.

 

E temos a capacidade de montar a história mais mirabolante sobre o que foi ou sobre o que é...

 

Sendo que no final das contas, montamos essa história por dificuldade ou medo de entrar em contato com a verdade ou a realidade.

 

Se esta tendo algum problema ou dificuldade com alguma pessoa ou situação, ao invés de perder tempo e sofrer a respeito, supondo o que é ou o que foi, ou até mesmo o que poderá ser... Pergunte.

 

Fale a respeito.

 

Quanto mal entendido vai por terra quando colocamos nossos sentimentos ou dificuldades e entendemos também o outro lado.

 

Quando falamos o que pensamos sempre é um excelente caminho para a compreensão, o entendimento, o bem estar e o equilíbrio entre as pessoas.

 

Não precisamos concordar com a opinião ou ideia de ninguém, mas o simples fato de colocarmos para fora aquilo que estava nos consumindo, com certeza trará mais leveza e entendimento.

 

Quantas amizades ou relacionamentos estariam melhores se as pessoas falassem o que pensam e sentem ao invés de ficar supondo, pensando o que o outro pode achar ou pensar a respeito.

 

Se dê isso de presente: Fale o que pensa e resinifique suas relações e a forma como você encara a sua vida e tudo o que está relacionado a ela.

 

Será libertador!

 

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Simpatia para 2017

 

31 de Dezembro de 2016

 

Último dia do ano e para muitas pessoas, vem a reflexão do que foi 2016.

 

Das coisas que realizamos, do que não realizamos... de tudo o que passamos e não queremos mais lembrar e nunca mais viver...

 

Ou até mesmo das coisas que passamos e queremos guardar no melhor lugar em nossas memórias e corações.

 

Esse é também um momento para planejar sobre  novos objetivos, possibilidades e caminhos que temos intenções de percorrer e experimentar no ano que já começa daqui à algumas horas.

 

Colocamos todas as nossas expectativas e desejos de mudança no ano que chega  e querermos deixar o passado para trás.

 

O mais interessante é que algumas pessoas atribuem a vida ruim ou as dificuldades ao ano, como se 2016 tivesse sido o grande vilão da história.

 

E a virada do relógio, o estourar do champanhe e a queima de fogos representasse concretamente a mudança do mau para o bom. Como se magicamente uma chave abrisse uma nova porta e o passado pode ser apagado automaticamente.

 

Se isso funciona para você, tudo bem.

 

Mas não podemos nos esquivar de nossa responsabilidade em relação a tudo isso.

 

O que você quer e esperar de 2017?

 

Amor? Prosperidade financeira? Liberdade emocional? Um novo emprego? Uma nova casa? Comprar ou trocar de carro? Um filho? O que mais sua imaginação e coragem permitirem...

 

Mas para que tudo isso aconteça, um ponto de partida precisa ser dado para que você atinja seus objetivos com sucesso.

 

Então pare de olhar para trás com aquele pensamento de dificuldade ou "será que isso é para mim?" e sinta com o seu coração.

 

O que você realmente quer para você e acima de tudo, o quanto vale a sua felicidade para você mesmo?

 

Qual passo você pode dar, diferente, para que isso tudo possa estar no seu caminho, na palma de sua mão?

 

 A simpatia que eu te ofereço para este começo de ano é exatamente esta:

  • Ame-se!
  • Coloque-se em primeiro lugar!
  • Faça a diferença em sua vida!
  • Desapegue do que te faz mal
  • Permita-se novas experiências
  • Enfrente seus medos
  • Supere seus limites
  • Invente novos caminhos

 

E assim, a passagem do ano poderá ser algo que você poderá olhar para trás com contentamento, felicidade e desejando cada vez o melhor para você e todos os que você escolher compartilhar a sua história!

 

Que não seja apenas no dia da virada, mas o ano inteiro!

 

Obrigado 2016 por tudo!

 

E que venha 2017!

 

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Sobre promessas que fazemos

 

19 de Dezembro de 2016

Qual foi a última promessa que você fez sobre você mesmo ou para você mesmo?

 

E não precisa ser para nenhuma santa não, estou falando de juramentos que fazemos para nós em situações que resolvermos dar inicio ou fim a alguma coisa em nossas vidas.

 

Tudo vale nessa hora, como por exemplo:

 

- Vou começar a procurar um novo emprego;

- Vou terminar esse relacionamento;

- Vou guardar dinheiro para aquele projeto que eu tenho há anos;

- Vou emagrecer para me sentir melhor com o meu corpo;

-  Não vou mais falar com aquela pessoa que só me coloca para baixo;

- Vou iniciar aquele tratamento de saúde...

 

E por ai vai em todas as possibilidades e questões.

 

E quero dizer que se você se prometeu alguma coisa e cumpriu, digo meus parabéns! Pois você é uma pessoa focada, integrada e que acima de tudo se valoriza e se respeita.

 

Mas existem pessoas que não conseguem, ou não o fazem.

 

E cabe pensar a respeito sobre o porquê fazemos isso conosco?

 

O desejo não é suficientemente relevante ou importante para nossas vidas?

 

Estamos fazendo isso para agradar outras pessoas ao invés de nós mesmos?

 

Ou qual é realmente a grande questão por trás de tudo isso mesmo?

 

Porque se é realmente importante a gente dá um jeito. Encontramos tempo, saídas e possibilidades para executarmos e concretizarmos esse desejo.

 

Então pare de se sabotar ou se colocar em segundo lugar, ou de até mesmo reclamar.

 

Quem realmente quer alguma coisa que lhe é importante, faz acontecer!

 

Qual vai ser sua desculpa agora?

 

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Quando o que une é a mentira

 

12 de Dezembro de 2016

 

O que é  uma relação entre duas pessoas?

 

Estou falando de relações  que escolhemos ter e não as relações que somos obrigados a ter.

 

E podem ser relações  de: amizade; namoro; trabalho; colegas; amigos; amantes e o que mais sua  imaginação  permitir...

 

Essa relação pressupõe uma troca, equilíbrio entre dar e receber, em querer estar junto. E supõe-se que deve ser boa para ambas as partes. Correto?

 

Quando há uma alegria, satisfação, coisas positivas envolvidas e no final das contas faz bem e é nutritiva.

 

Mas para algumas pessoas, a rotina, as opiniões, as idéias e intenções mudam e vamos deixando de lado quem somos para ali tentar o ideal da relação e não mais o real.

 

A convivência se transforma em um universo de "tem que" e dizer o que se pensa pode virar uma briga.

 

O que era bom, virá chateação e obrigação.

 

E em alguns casos as mentiras começam a fazer parte da rotina, como uma suposta segurança a relação.

 

Mas se há mentira, o que há de ser mesmo está relação?

 

Quando não podemos mais ser quem somos, quando mentimos, omitidos ou inventamos desculpas para que as coisas continuem ou permaneçam, entende se que o que era importante não existe mais.

 

E a partir de então opera o ego, como uma construção para manutenção do que não existe mais na realidade, mas precisa ter suporte no mundo da fantasia ou da mentira para existir.

 

Mas existir para quem e para o que?

 

E o que era para ser bom vira obrigação. E viramos reféns de nós mesmos.

 

Perdemos tempo, energia e o que mais ha de ser perdido, em função de algo que não existe mais.

 

E isso se torna um fardo.

 

Quase uma sacanagem que fazemos conosco para não encarar a realidade.

 

Para que perder tempo com algo que não é  mais prazeroso, interessante, nutritivo e satisfatório?

 

Temos medo de perder...

 

Mas perder o que?

 

Se há muito não existe mais o que um dia houve?

 

E assim, muitos de nós passamos parte de nossas vidas presos ao que éramos, ao que um dia foi, ao que um dia foi a promessa de felicidade e certeza.

 

E esquecemos que nem a vida é  uma experiência para sempre.

 

Que tudo tem começo, meio e fim.

 

E na vida, em nossa história não há de ser diferente.

 

Viva sua história, estabeleça suas relações e parcerias, mas em respeito a si mesmo, saiba o momento de se afastar e finalizar algo que não lhe faz mais bem.

 

Mas e o outro?  E se ele sofrer?

 

Cada um cuida da sua parte e cada um se responsabiliza por suas experiências, sentimentos e escolhas.

 

Por hora, faça a sua parte  que já será um excelente passo para sua vida.

 

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Sobre decepcionar outras pessoas

 

05 de Dezembro de 2016

 

Esses dias recebi uma mensagem de uma pessoa do meu circulo de relacionamento me dizendo que estava decepcionado comigo.

 

Por alguns instantes eu senti essa decepção e pensei como eu poderia ter feito isso com essa pessoa. Mas depois me dei conta que esse sentimento não era meu.

 

Eu havia explicado os meus motivos e mesmo assim a pessoa criou uma expectativa em relação a algo que ela construiu na imaginação dela.

 

E neste instante eu acabei pensando sobre a vida e suas possibilidades.

 

Quantas vezes deixamos de fazer alguma coisa ou voltamos atrás em nossas decisões por que pensamos em como as outras pessoas irão se sentir em detrimento do que nós realmente queremos para nós.

 

Quantas vezes você deixou de fazer algo por si para agradar outra pessoa, mesmo não querendo realmente fazer aquela coisa?

 

Tenho certeza que isso já acontece e não foi apenas uma vez.

 

E sem querer conduzimos nossas vidas nestas direções, para que possamos ser aceitos ou não desapontarmos os outros.

 

De alguma maneira, algumas pessoas são ensinadas que a opinião alheia ou o que o outro tem a dizer é importante e algumas vezes até mais importante do que o que realmente pensamos ou sentimos e é exatamente ai que mora o perigo.

 

Pense a respeito e considera as possibilidades de se colocar em primeiro lugar e refletir sobre as vezes que você deixou de lado algo que era importante para você para agradar outra pessoa.

 

E não estou falando que você deve a partir de agora atender seus próprios desejos, uma vez que estar com outras pessoas é trocar experiências e aceitar opiniões e desejos diferentes dos seus.

 

Refiro-me a todas as vezes que você se deixa de lado para fazer a vontade do outro...

 

A questão está equilibrar o que se quer e o que o mundo lhe desperta e oferece. Para estar ao lado de pessoas que gostamos é necessário saber dividir, acolher, escutar e em alguns momentos abrir mão do que queremos para estarmos em comunhão.

 

Agora quando todo o tempo você se deixa de lado, cabe uma reflexão e uma mudança de postura.

 

Não se esqueça, a vida é sua e você a leva para onde bem entender!

 

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Amor e controle

 

29 de Novembro de 2016

 

Algumas pessoas encontram dificuldade para esclarecer suas preferências em relação a uma opção de relacionamento afetivo.

 

Esse texto não irá tratar das opções relacionadas a gênero e muito menos de opção sexual, pois aqui não cabe esse tipo de discussão.

 

Estou me referindo às possibilidades de viver um relacionamento afetivo em que ocorra troca recíproca, afeto sincero e respeito acima de tudo.

 

Muitas pessoas consideram que devem aceitar qualquer relacionamento afetivo, pois não se consideram dignas ou merecedoras de viver uma história de amor verdadeira, em que ela seja respeitada, valorizada e querida verdadeiramente por seu parceiro.

 

Muitas se sujeitam a viver sob o domínio do ser amado, que pode impor todo o tipo de limites e pasmem: muitas pessoas consideram isso como prova sincera de amor.

 

“Meu namorado é super ciumento e não gosta que eu saia com minhas amigas para ir ao bar”

“Minha namorada fica no meu pé vinte e quatro horas por dia”

“Ele me mandou tirar aquela saia, pois namorada dele não anda com roupa curta”

Até aquela famosa frase “Tira o batom vermelho”

 

E algumas pessoas se contentam com isso considerando que isso faz parte de um relacionamento em que a outra pessoa está preocupada com o seu bem estar e só quer o seu bem.

 

Mas de que bem estamos realmente falando?

 

O conceito correto de relacionamento é quando duas pessoas resolvem se relacionar pois tem interesses, objetivos ou sonhos em comum. E quando isso não é o mote da relação, espera-se que o afeto / amor / carinho / respeito seja a liga que mantenha esse casal junto e caminhando na mesma direção em relação a vida.

 

Quando consideramos que a prova de amor ou de afeto da outra pessoa é o controle ou ciúme que ela tem por nós, alguma coisa está verdadeiramente errada neste relacionamento.

 

Estar junto envolve cumplicidade; querer estar bem e respeitar a pessoa pelo que ela é, pelos gostos e desejos, e lembrando que nos interessamos pela pessoa lá atrás pelo que ela era.

 

Por que ao ficamos juntos nos damos o direito de controlar e a pessoa amada se submete a isso?

 

Então pense a respeito, se para manter-se em um relacionamento afetivo é necessário que exista algum tipo de controle, analise se você está com essa pessoa por amor, carinho, afeto ou simplesmente pela intenção de ter ela ou controlá-la?

 

E você que se permite se controlada... talvez esteja na hora de repensar suas escolhas também...

 

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Não force a situação

 

22 de Novembro de 2016

 

Tem dias que a gente acorda assim, meio sei lá.

 

Já aconteceu com você alguma vez?

 

As vezes não tem motivo nenhum, simplesmente acordamos com uma sensação que estamos menos atentos; lentos; ou pode ser que o dia esteja devagar mesmo.

 

E quando queremos resolver as coisas, parece que até o cérebro não colabora nesse dia e tudo fica mais "burro" de se resolver.

 

No trânsito; no escritório; em casa com os filhos... Até a comida fica com gosto diferente.

 

Então nesses dias, cabe pensar se estamos fazendo o que realmente temos vontade.

 

Será que estamos remando contra a maré? - Será que estamos sendo verdadeiramente genuíno com nossas intenções e desejos?

 

Talvez em dias assim o melhor seja mesmo desacelerar.

 

Não tem porque ficar batendo de frente, querer resolver tudo na pressa, ficar forçando a barra do cérebro para ver se ele colabora com a gente.

 

Simplesmente faça o que é possível de ser feito, o que é necessário, mas talvez não seja um bom dia para tomar decisões, resolver coisas muito complexas ou até mesmo discutir relação com alguém.

 

Faça uma coisa por vez; resolva o que tem que ser resolvido, e se permita respeitar-se em seus tempos, em suas vontades, em suas necessidades e no que realmente não pode ser adiado em hipótese alguma.

 

Às vezes os dias fazem isso com a gente, para nos testar, como um joguinho do Universo, para ver se estamos realmente atentos a nós mesmos.

 

Então se o dia está estranho... Não bata de frente, simplesmente faça a sua parte e deixe o dia ficar de mau humor...

 

Porque nem tudo precisa ser perfeito, não é mesmo?

 

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Quanta mágoa você carrega ai no seu peito?

 

São Paulo, 15 de Novembro de 2016

 

Se você tivesse a oportunidade de dizer o que sente pelas pessoas que estão ao seu redor, você o faria?

 

Porque razões escondemos de nós mesmos e dos outros os sentimentos que temos por eles ou por questões da vida?

 

Como se de alguma maneira fossemos ferir ou magoar de uma maneira inimaginável a outra pessoa que nos causa aqueles sentimentos.

 

Talvez o que possa estar por trás de tudo isso, seja apenas o nosso próprio sentimento de amargura, raiva ou de solidão que doem tanto que algumas vezes acabam nos censurando em relação a nossa livre expressão.

 

Ficamos mais preocupados em não magoar ao outro, do que não nos magoarmos.

 

E assim deixamos uma existência toda de palavras que poderiam ter sido ditas, de sentimentos que poderiam ter sido expressados e talvez compartilhados de uma maneira a permitir que o outro possa interagir e se apropriar também de tudo isso.

 

De uma maneira que possa refletir ou até mesmo ressignificar esta relação para o bem ou para o mal, pois a escolha é da pessoa é não nossa.

 

Somos responsáveis pelo que sentimentos e o outro é responsável por seus sentimentos.

 

E essa é a lei da vida, cada um na sua singularidade, responsável por seus sentimentos e escolhas e caminhos que escolhe seguir.

 

Por isso, tente não perder tempo pensando em como, simplesmente diga o que senti, pois amanhã pode ser tarde demais...

 

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Ouça sua voz interior

 

08 de Novembro de 2016

 

Em determinadas situações, temos uma intuição; um sexto sentido; uma voz que fala com a gente de um jeito diferente dos nossos pensamentos corriqueiros.

 

Você já se deu conta disso?

 

Cada um chama isso de um jeito, e na verdade isso não importa. Na realidade essa voz é algo de dentro de nós que sempre está sinalizando alguma coisa para nós.

 

Pode ser uma surpresa; um aviso; um puxão de orelha ou até mesmo um alerta.

 

Já aconteceu de conhecer uma pessoa a primeira vez e você sentir (intuir, pensar, ouvir uma voz...) que talvez aquela pessoa não fosse de confiança? Mas todos diziam ser uma pessoa boa e você acabou não dando bola para o seu pensamento e com o passar do tempo a pessoa mostrou não ser mesmo o que aparentava? - Ai você se lembra que aquela voz interior estava certa.

 

O que quero dizer é que não devemos deixar de lado a nossa voz interior. Confie nela ou pelo menos considera a possibilidade de pensar a respeito do que ela está lhe falando.

 

Assim cada vez mais você estará se valorizando, se conectando consigo mesmo e ficará mais atento e receptivo as coisas externas e também ao seu universo interno.

 

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O que é Constelação Familiar (Constelações Familiares) 

 

05 de Novembro de 2016

 

Constelação Familiar é um método que foi desenvolvido e aprimorado ao longo dos anos por Bert Hellinger.

 

Neste processo, somos levados por forças e consciências que estão muito além do que podemos expressar por palavras ou tentar entender de uma maneira cartesiana e racional.

 

Ela nos direciona para além do que consideramos ser o centro do nosso problema ou questão a ser resolvida. Ela alcança uma Consciência maior além do nosso Eu.

 

Dentro desta perspectiva, uma nova referência de conhecimento ou sabedoria nos é apresentada e nos colocamos diante de histórias, sentimentos, emoções de toda a nossa ancestralidade que se apresenta diante de nossos olhos e nos faz perceber o quanto os laços familiares e pactos silenciosos que são proclamados “em nome do amor” podem de maneira inimaginável, se apresentar em nossas vidas através de situações, atos e repetições.

 

Com este método, os movimentos que se apresentam nos levam a reconhecer e tomar consciência de nossos vínculos, relacionamentos e sentimentos e o que mais houver de ser resinificado. Sendo que novos entendimentos e compressões se apresentam e nos colocam diante de novas perspectivas e possibilidades.

 

Um novo universo se apresenta e cabe a cada um de nós, reverenciar, agradecer e nos colocarmos a disposição do método e de tudo o que nos é revelado pelo “movimento do espirito” e a partir daí, nos revelam nos horizontes e novos limites a serem alcançados.

 

Marilice Everton Zanato
Facilitadora em Constelação Familiar
Contato: (11)-9-6989-0331
Atendimento: Santana / Vila Mariana (SP)

Ordens do Amor (Constelações Familiares)

 

05 de Novembro de 2016

 

Segundo Bert Hellinger, existem alguns pilares que são fundamentais para o equilíbrio nas relações e em nossas vidas:

 

  • Todos tem o direito de pertencer ao seu sistema de origem;
  • Todos tem direito ao amor, ou seja, amar e ser amado;
  • Deve haver um equilíbrio entre dar e receber;
  • Devemos respeitar e honrar nossos antepassados;
  • Existe a hierarquia na ordem familiar e ela deve ser considerada e respeitada.
  •  

Seguindo estas diretrizes, haverá o restabelecimento do equilíbrio do fluxo da vida e o sistema poderá operar com mais harmonia e amor e todos os membros poderão usufruir deste equilíbrio.

 

Marilice Everton Zanato
Facilitadora em Constelação Familiar
Contato: (11)-9-6989-0331
Atendimento: Santana / Vila Mariana (SP)

Como se organizar

 

31 de Outubro de 2016

 

Todos os dias você tem um milhão de coisas para fazer.

 

E nem preciso detalhar, pois se eu for pedir, você é capaz de listar tudo em segundos e dizer que não tem ideia por onde começar a resolver tudo isso.

 

E o que é realmente prioridade e o que pode ser adiado?

 

O que você quer fazer e o que é que tem que fazer por obrigação?

 

E assim a vida caminha em uma eterna briga sobre responsabilidades, obrigações e dias que se arrastam graças a uma infinidade de coisas que acontecem e que temos que fazer acontecer para a nossa vida seguir adiante.

 

E agora tenho uma sugestão que eu uso e me ajuda bastante:

 

- Faça uma lista com tudo, exatamente tudo o que você tem que resolver, fazer, consertar, pagar, limpar e o que mais lhe vier a cabeça como responsabilidades / obrigações a serem executadas.

- De preferência para anotar tudo em um mesmo lugar (caderno, bloquinho ou coisas do tipo), pois se você fizer listas separadas, haverá uma hora que você ficará perdido com todos os papéis espalhados.

 

E pense no que é possível de ser feito agora mesmo ou ainda hoje e programe o que pode ser feito conforme sua  disponibilidade e prioridade.

 

Desta maneira você conseguirá ver o que é primordial e o que pode ser feito em outro momento.

 

Mas tente não se sabotar, adiando as atividades, ou ao invés da lista lhe ajudar, ela se tornará sua pior inimiga, pois ficará lá lhe apontando as coisas que você deveria ter feito e ainda não fez...

 

Conforme for realizando as atividades, marque como concluído na lista.

 

Você irá perceber que realiza muito mais coisas do que imaginava, uma vez que os pensamentos são capazes de nos colocar sempre em débito com nós mesmos.

 

Lembre-se: uma coisa de cada vez, um dia por vez... e assim as coisas vão se resolvendo e tudo fica mais leve e possível de ser experimentado.

 

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Respeito é bom e eu gosto!

 

29 de Outubro de 2016

 

Se você viu alguém com lesões no corpo e achou estranho, sim pode realmente parecer bem estranho.

 

Mas antes de julgar ou fazer alguma piadinha sem graça, pense a respeito.

 

Atrás daquelas lesões existe uma pessoa com sentimentos, desejos e que vive uma vida como você.

 

Ela não escolheu ter essa doença, simplesmente essa doença veio no kit original de fábrica dessa pessoa, assim como as outras características como cor do cabelo, cor da pele e etc.

 

E meu texto não pretende fazer apologia á sentir dó, pena ou nada disso.

 

Eu apenas peço que você respeite essa pessoa como qualquer outra no planeta terra.

 

A Psoríase é uma doença chata demais da conta, e cada pessoa tem uma maneira de lidar com ela.

 

Se você não sabe do que se trata, busque informação e se sentir a vontade, pode perguntar para a pessoa que tem psoríase do que se trata.

 

Mas lembre-se: Acima de tudo, respeito é bom e todo mundo gosta!

 

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Quando é a hora de desistir?

 

 

27 de Outubro de 2016

Saber a hora de parar é algo que muitos de nós desconhecemos ou evitamos pensar a respeito.

 

Quando começamos algo tudo é alegria, contentamento e um frio na barriga.

 

Mas as vezes as diferenças se apresentam e deixamos de lado, achando que através de brigas iremos resolver.

 

Vamos empurrando o problema para debaixo do tapete e deixamos de perceber que a convivência, a intimidade e o dia a dia levam a conhecer outras aspectos que somente quem está no relacionamento é capaz de acessar.

 

Magicamente queremos que tudo volte a ser como era no começo, mas esquecemos que no começo conhecíamos uma parte, e talvez uma parte fantasiada por nós mesmos na ânsia de que aquilo se concretizasse e nos fizesse feliz.

 

Por um determinado período de tempo nos fez, ou nos contentou e ofereceu algo de bom.

 

Mas mudamos e a pessoa também mudou e não é possível voltar no tempo para deixarmos tudo do jeito que já foi um dia.

 

Vale conversar, tentar entender, resinificar, dar uma nova chance, mas entenda com sua cabeça e com seu coração que tudo vai depender do investimento de tempo, amor e energia para que as coisas voltem a ser como era antes, mas acima de tudo, a outra parte envolvida também tem que estar em sintonia com essa vontade / desejo. Caso contrário, não haverá caminho de volta.

 

Uma vez me disseram “Não existe o felizes para sempre”. E eu fiquei triste na época, mas no final das contas, aquele senhor estava mais do que certo.

 

Então ofereça a sua melhor parte para a vida e para tudo o que está vinculado a ela, e com certeza ela lhe retribuirá também a sua melhor parte.

 

E saiba que muitas vezes as coisas duram o tempo exato que há de ser, para nosso conhecimento, evolução ou simplesmente para nos fazer chegar a outros lugares, pessoas e possibilidades.

 

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Hoje eu prometo que vai ser diferente

 

24 de Outubro de 2016

 

Quantas vezes paramos para pensar em nossas vidas e em todas as suas possibilidades.

 

Olhamos para trás e sentimos saudades de uma época que parece ter sido a melhor de nossas vidas, onde tínhamos facilidade para resolver as coisas ou simplesmente as coisas fluíam com mais tranquilidade.

 

E agora, parece que estamos cheio de coisas para resolver, um dia atrás do outro e só preocupações ou coisas chatas para resolver.

 

E é exatamente aí que mora o problema.

 

Quando as coisas começam a ficar pesadas ou chatas significa que de alguma maneira você se afastou dos seus propósitos ou do que realmente lhe faz inteiro e feliz.

 

Quando temos que resolver alguma coisa que está diretamente relacionada a algo que nos faz feliz, conseguimos resolver com facilidade. Agora quando a coisa não nos diz respeito e faz parte de um monte de coisa que temos que fazer por que “tem que” ou por que virou obrigação, a vida acaba ficando pesada, chata e sem cor.

 

E qual a saída neste caso?

 

Cada um é capaz de encontrar uma solução para resolver as suas questões, mas talvez a mais óbvia seja repensar o que você está fazendo com a sua vida, ou o que é esse problema que você tem que resolver que está atrapalhando a sua vida.

 

Ele tem esse tamanho todo? Você está dando valor demais a ele ou ele está tomando demais o seu tempo?

 

Então te peço que faça um exercício: pelo menos uma vez tentar se distanciar desse problema. Tente observar ele como se fosse outra pessoa que você admira tentando lidar com ele. Perceba como o seu coração ou os seus pensamentos se comportam diante disso. Pense por alguns instantes em como isso pode ser resolvido ou de uma determinada maneira, como você pode administrar isso de maneira que as coisas possam se encaixar, e a vida seguir adiante.

 

Nem todos os problemas irão se resolver rapidamente, mas todos podem ser solucionados a partir do momento que você conseguir colocar esse problema no lugar dele e não no lugar da sua vida.

 

Siga em frente!

 

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Faça o seu pedido

 

20 de Outubro de 2016

 

Outro dia me fizeram uma pergunta que me fez pensar bastante sobre vários assuntos.

 

A pergunta era a seguinte: Se um gênio da lâmpada aparecesse agora na sua frente e oferecesse três desejos, quais seriam os seus?

 

E a questão é exatamente essa.

 

Quais são os seus desejos para hoje?

 

Quais são os seus desejos para a vida?

 

Só um gênio da lâmpada seria capaz de colocar eles em ação? Ou você mesmo é capaz de realizar os seus sonhos para essa vida?

 

Parece ser uma brincadeira de criança, mas a realidade faz pensar que na verdade não é, pois uma vez que estamos considerando a possibilidade de algo inimaginável acontecer para que possamos colocar a nossa vida nos eixos, me faz pensar que de alguma maneira, nos distanciamos de nós mesmos em nossa essência, em nossos sentimentos e nossas verdades.

 

Não há de ser tão dramático ou trágico assim, pois existem desejos que talvez não caibam em nossas vidas, até por serem mirabolantes demais.

 

Mas no final das contas, no seu dia a dia, você consegue realmente satisfazer seus desejos e ser feliz com o que a vida lhe oferece hoje?

 

Se a resposta for não, pense a respeito sobre o que depende exclusivamente de você para fazer a mudança.

 

E seja o gênio na sua vida e faça seus desejos acontecerem!!!

 

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Coisas que você nunca deve dizer ao seu psicólogo

 

17 de Outubro de 2016

 

Toda relação humana envolve conhecimento, reconhecimento e a partir da aproximação, vamos avaliando se podemos ou não confiar naquela pessoa para contar assuntos mais íntimos e pessoais, que não seriam divididos com qualquer outra pessoa do nosso convívio.

 

Em um determinado momento, algumas pessoas escolhem fazer terapia, por considerarem haver problemas ou questões que merecem uma atenção diferenciada, daquelas que um amigo não seria a pessoa mais indicada para ajudar a resolver.

 

Fazemos terapia para nos conheceremos, para pensarmos a respeito de nossas vidas e de que maneira podemos fazer algo para lidar com o que houver de ser avaliado e repensando, resinificado, redefinido, excluído e o que mais passar por sua cabeça.

 

Mas existem pessoas que apesar de investirem tempo, dinheiro e abrirem sua vida para um psicólogo, para trabalharem juntos as questões trazidas, acabam não conseguindo falar sobre problemas mais íntimos ou que consideram sérios.

 

E neste momento uma luz vermelho fica pistando e alertando que alguma coisa muito séria está acontecendo...

 

Porque essa pessoa não se sente a vontade ou confiante para levar aquele conteúdo que de alguma maneira, está incomodando, para o processo de terapia?

Está com medo de ser julgado?

Acredita que é vergonhoso demais?
É idiota demais?
É infantil?
O psicólogo não precisa saber, porque é bobagem?
Ou o mais possível de todos: Eu não confio no meu psicólogo para contar isso.

 

Psicólogo é um profissional que fez cinco anos de graduação, e buscou outros cursos após sua formação para aprimorar cada dia mais seus conhecimentos além de supervisão atrás de supervisão. Devem fazer psicoterapia também, pois como qualquer outra pessoa, também tem questões que devem ser trabalhadas por um profissional.

 

Por que estou dizendo tudo isso? Porque essa pessoa estudou e bastante para lidar com questões que os pacientes trazem diariamente em seu consultório.

 

Mas, se apesar de tudo isso, você ainda considera que falta alguma coisa, tente conversar com seu psicólogo sobre essa dificuldade ou reconsidere se você realmente escolheu uma pessoa que você sinta estar alinhado ao que você busca para um processo de psicoterapia.

 

Ah... outro ponto importante a ser dito, tente ver também se você não está criando dificuldades para falar a respeito dessa questão, como um movimento (inconsciente) de fugir para não ter que resolver esse problema.

 

Como sempre digo: Psicoterapia é vida! - Procure um Psicólogo para chamar de seu!

 

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Sobre escolhas e decisões

 

São Paulo, 10 de Outubro de 2016

 

Conheço pessoas que sonham com algo muito importante para suas vidas.

 

E fazem de tudo para conseguir o que tanto queriam.

 

E quando conseguem realizar esse grande sonho, é como se uma avalanche despencasse sobre suas cabeças.

 

O que era para ser bom vira um pesadelo e o que era para ser feliz, não pode ser experimentado sob essa perspectiva, pois não se permite experimentar a felicidade ou a sua conquista como algo positivo.

 

E daí surgem os problemas.

 

E o cair em si mesmo diante de sonho e realidade.

 

Como se houvesse uma desconexão entre sonho e realidade.

 

Quantas pessoas sonham em entrar em uma Universidade e quando entram começam a reclamar.

 

Sonham e fazem de tudo para conseguir aquele emprego e depois de um tempo, só reclamação e descontentamento.

 

Por ai vai, um namorado, um carro, morar fora e assim por diante.

 

E a grande sacada dessa questão está no motivo que leva a querer.

 

Como se ao concretizar aquele sonho ou alcançar aquele objetivo fosse lhe impulsionar para um novo estado de existir nesta vida. Trazendo-lhe contentamento, alegria e preenchendo coisas em si mesmo que você sozinho não consegue preencher.

 

Então reconsidere suas escolhas, não sob um ponto de vista de realização, mas no ponto de vista do que aquilo poderá lhe oferecer e preencher de real e não na fantasia.

 

Pense a partir de uma perspectiva de ser feliz com o que se conquistou e valorizar o que você fez tanto esforço ou quis tanto.

 

Pois se isso não é mais importante para você, depois de tanto querer, na realidade o que isso quer dizer sobre você?

 

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Não envolva seus filhos em seus problemas

 

06 de Outubro de 2016

 

Corriqueiramente tenho observado pessoas que contam histórias envolvendo crianças no que diz respeito a envolver elas nos problemas de adultos.

 

O que isso quer dizer?

 

Por exemplo: Um casal resolve se separar e começa a contar para as crianças coisas que dizem respeito somente aos pais como uma tentativa de fazer a criança tomar partido a seu favor. Desde quando uma criança tem estrutura, maturidade ou conhecimento para lidar com assuntos que só dizem respeito ao universo dos mais velhos?

 

O que uma criança tem realmente a ver com os problemas dos pais?

 

Na minha modesta e singela opinião, acredito que nada.

 

Crianças foram colocadas no mundo como fruto do amor (sim, um dia lá atrás houve amor para de alguma maneira esses dois adultos se encontrassem e gerassem uma vida, de maneira intencional ou não) e a criança é uma vida que se apresenta a esse mundo.

 

Criança tem que ser tratada como criança, criança não sabe resolver problemas de gente grande; criança tem que estudar, brincar, se divertir e aproveitar a vida que ela tem de criança!

 

E não digo que os pais fazem isso por mal, mas a mágoa ou ressentimento que acabam tendo pelo parceiro desencadeia comportamentos que são irracionais.

 

Adultos possuem a capacidade de respirar fundo e pensar a respeito antes de fazer ou falar uma bobagem.

 

Crianças ainda não desenvolveram essa habilidade, ou seja, criança escuta e fala, criança aprende e reproduz.

 

E o que você mostrar ou ensinar para ela, ela provavelmente reproduzirá sem pensar se é certo ou errado, ela simplesmente faz.

 

Então pais, em respeito a criação, a vida e ao futuro emocional de suas crianças, respeitem o espaço delas, não discutam na frente delas assuntos que não dizem respeito ao repertório e nem ao universo delas.

 

Elas já tem os problemas delas para resolver, que para nós adultos parecem bobos, mas se lembrarmos que um dia fomos crianças, lembraremos que talvez não tenham sido tão bobos assim.

 

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Como organizar as coisas na vida e na gaveta

 

03 de Outubro de 2016

 

Quantas vezes nos deparamos com a real necessidade de nos desfazermos /desapegarmos de coisas que estão reunidas em caixas ou gavetas, mas que por motivos e desculpas das mais diversas acabamos adiando essas ações?

 

Trata-se de uma atividade que requer tempo, paciência e muita dedicação, pois precisamos estar realmente integrados ao processo para que alcancemos o sucesso.

 

E isso não se dá apenas durante a limpeza de uma gaveta da escrivaninha, por exemplo. Isso se aplica a diversos aspectos de nossas vidas e que adiamos por muito tempo e só resolvemos quando a situação se torna algo grande e atrapalha a nossa rotina.

 

Pense nas coisas que você já adiou por falta de interesse, mesmo sabendo que é algo que precisa da sua atenção e esforço para realização?

 

Uma dieta em que você precisa perder / eliminar alguns quilos e com o passar do tempo, se torna algo que exige mais tempo, as vezes dinheiro para remédios e acompanhamento médico. E que se tivesse sido "cuidado" no começo, talvez não lhe exigisse tanto esforço e dedicação agora.

 

Outro exemplo é o nosso guarda roupas... Quantos de nós temos mais roupas do que precisamos realmente e deixamos tudo lá, guardado nas gavetas ou caixas, e as vezes até nos espantamos quando encontramos algo que estava guardado e não nos recordávamos mais. E pior... nunca usamos...

 

Neste momento, que tal verificar as coisas que você tem por ai que já nem usa mais ou não lhe tem mais utilidade. Já pensou em doar ou dar para alguém que possa estar precisando de verdade?

 

Que tal tentar praticar uma boa ação e ao mesmo tempo arrumar aquele espaço que está precisando de um "capricho" de sua parte?

 

Além disso, posso garantir, que quando arrumamos espaços físicos (Gavetas, armários, um cômodo, nosso carro, por exemplo) podemos dedicar um tempo a nós mesmo e repensar algumas posturas nossas em relação a comportamentos e ações que podem estar atrapalhando nossa vida no dia a dia.

 

Vale a organização e a reflexão.

 

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Somos o que escolhemos ser

 

01 de Outubro de 2016

 

A psoríase nos coloca diante de diversas fragilidades que temos e nem percebemos... E quando ela vem, ela nos dá a chance de repensarmos a nossa vida, a nossa postura diante de nossas escolhas, mas acima de tudo, como queremos nos posicionar diante de tudo isso.

 

A psoríase é uma doença, mas ela não é mais forte do que nós mesmo!


#falapsoriase #psoríasenãopega #adeuspreconceito #avidaéminha #eumeamo #eu me cuido #mezpsicologia #marilicezanato #constelaçõesfamiliares

 

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Minha história sobre psoríase

 

01 de Outubro de 2016

 

A primeira vez que ouvi falar sobre psoríase, foi no consultório de uma médica, que me atendeu em cinco minutos. Viu meus exames e disse que era psoríase, mas que não poderia explicar mais detalhes, pois estava com a agenda cheia. E para fechar com chave de ouro a consulta, disse que era para eu ficar feliz, pois quem tem psoríase não morria de câncer.

 

Sai do consultório com os olhos marejados, sem entender muita coisa, apenas que a partir daquele dia eu teria de lidar com uma doença crônica, que não tinha cura, mas que não me mataria.

 

Mas, que de alguma maneira, já estava tirando meu sono e minha paciência, pois incomodava bastante.

 

Desde então, já são mais de quinze anos desde o diagnóstico e muita coisa já aconteceu desde então. Ela vai e volta, vem tranquila, ou vem devastadora...

 

Mas com o tempo, aprendi que tenho condições de lidar com esta condição. Tudo depende única e exclusivamente da minha vontade em ser maior do que ela, de mostrar para ela que quem manda aqui sou eu.

 

E também existe o outro lado, quando ela vem, eu tento entender o que eu fiz para trazer ela de volta para minha pele. Minha condição psicológica é fundamental para entender que eu acabei desencadeando uma crise.

 

E você, consegue se identificar com algum pedacinho deste relato? Quantas pessoas passam por isso todos os dias e tem que aprender a lidar com isso por bem ou por mal. Acertando e errando e descobrindo o que dá certo para si mesmo.

 

E esse canal aqui, foi criado para discutir o tema, falar um pouquinho sobre essa doença chata prá caramba, mas que tem condições de ser controlada.

 

Tudo depende do primeiro passo.

 

Vem comigo?

 

Marilice.

Se eu não tivesse medo o que eu faria?

 

29 de Setembro  de 2016

 

Quantos de nós nos deparamos com situações que gostaríamos de realizar ou resolver, mas nos vemos impedidos por um vilão que fica nos assombrando: o medo.

 

Existem pessoas que simplesmente deixam de fazer coisas, aproveitar a vida, fazer coisas que lhe seriam imensamente prazerosas, somente por conta de ter medo em relação a alguma coisa.

 

Por exemplo, você conhece alguém que morre de medo de dirigir? Que não viaja sozinho de jeito nenhum?

 

Eu por exemplo, tenho um amigo que não vai ao cinema ou sai de casa para passear sozinho em hipótese alguma. Por ter medo...

 

Não estou querendo dizer que o medo não deve ser levado em consideração e muito menos estou minimizando esta questão que tem grande importância na vida dessas pessoas.

 

O que quero trazer a reflexão é: Esse medo é realmente seu por você se considerar incapaz de realmente fazer isso?

 

Na grande maioria das vezes o medo não envolve a sensação de incapacidade da pessoa em realizar alguma coisa e sim o "medo" de lidar com a reação ou opinião de outras pessoas que irão observar e poderão colocar defeito no que está sendo feito.

 

A questão central é: "O que irão pensar de mim?". Neste caso a opinião do outro é fundamental.

 

Existem situações por exemplo, de pessoas que tem medo de dirigir, e acreditam que ao pegar no volante serão capazes das maiores desgraças do mundo. Como se o carro tivesse poderes sobrenaturais ou a pessoa não tivesse a capacidade de controlar o automóvel.

 

Claro que no caso de dirigir, envolve prática e muito treino, pois ele pode servir para nos trazer liberdade e levar para onde bem entendermos, mas se não controlado ele poderá sim causar acidentes.

 

No final das contas o que eu quero dizer é: o quanto você está limitando a sua vida por conta do medo? O quanto você poderia estar realizando seus sonhos e fazendo as coisas que lhe dão satisfação, se conseguisse encarar de frente seus temores ou dificuldades e seguir com a vida adiante?

 

No final das contas, as pessoas podem ajudar ou atrapalhar, mas quem dá poder para elas fazerem isso somos nós mesmo!

 

Você está deixando o medo ser o senhor da sua vida? Caso a resposta seja sim... Repense como você alimentando ele dentro de você e na sua vida.

 

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Qual frequência você está sintonizando na sua vida?

 

26 de Setembro de 2016

 

Você já parou para pensar que as coisas acontecem na sua vida conforme a sintonia que você estabelece com ela?

 

Se você faz escolhas pautadas em confiança, harmonia, prosperidade e alegria, a vida tem por costume retribuir e oferecer a sua melhor versão para os que escolhem essa direção.

 

Elas se colocam em sintonia interna também, fazendo o melhor que elas podem e seguindo muitas vezes sua intuição ou a voz de seu coração.

 

Quando respeitamos as nossas vontades e nos colocamos em primeiro lugar na vida da gente, a vida devolve isso na exata medida do que estamos preparados para receber.

 

Entendo que do jeito que eu escrevo tudo isso, parece mágico e quase inacreditável
de aceitar como realidade.

 

Então darei um exemplo prático: Sabe aquele dia que você acorda pela manhã inspirado, feliz e motivado para fazer as coisas? Você se prepara para sair de casa e resolver as coisas cotidianas, e pela sua disposição e atenção, parece que as pessoas e o dia ficam diferentes, mais receptíveis, mais disponíveis e tudo fica mais fácil e rápido de resolver e organizar? - Então, é exatamente disso que eu estou falando.

 

Quando escolhemos que a vida pode ser fácil, nas coisas mais simples, até as coisas mais complicadas se resolvem. A vida nos devolve isso com respostas ou novos caminhos que podemos escolher para solucionar as nossas questões.

 

Isso envolve confiarmos acima de tudo em nós mesmos.

 

Nós escolhemos fazer o nosso dia fácil ou difícil, leve ou pesado...

 

Entendo que as responsabilidades e cobranças do dia a dia, assim como contas, doenças, dificuldades que todos temos baterão a nossa porta e ficará mais difícil acreditar e praticar tudo isso, mas ai está o grande exercício: Manter os pensamentos e a postura de quem irá conseguir resolver tudo, independente do que acontecer.

 

Essa confiança vem de dentro para fora, o que temos dentro, a vida irá nos devolver com exatamente o que precisamos para resolver tudo.

 

Se você acredita nisso, experimente e depois me conte como foi essa experiência.

 

Se você não acredita, não tem problema... A vida nos mostra os caminhos que são melhores para o que precisamos aprender conforme o nosso entendimento e necessidade!

 

Mudando a sintonia do rádio da vida em 3... 2... 1!

 

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Prometo ser fiel

 

22 de Setembro de 2016

 

Quantas pessoas vivem a angústia da infidelidade.

 

E esse tema acaba por ser amplo demais para um texto apenas, mas vou tentar se o mais objetiva possível dentro da proposta que eu tenho.

 

Quando iniciamos uma história de amor, de amizade ou qualquer história que envolva parceria com outro ser humano, nos deixamos levar pela construção e integração que essa nova experiência nos traz.

 

E fazemos promessas, e queremos trocar experiências, oferecer e receber carinho, atenção, respeito, amor e tudo mais que for possível.

 

E prometemos também fidelidade.

 

E o problema está justamente no entender da palavra e das implicações que isso traz em relação e a nós mesmos.

 

Prometer fidelidade aos interesses que este casal tem em comum e ao que pretendem construir ao longo de sua jornada juntos é algo louvável e que merece essa linha de integração e atuação. Fidelidade de interesses e objetivos.

 

Mas oferecer e prometer fidelidade nos assuntos do coração, isso já envolve muitas coisas além do que podemos entender e garantir.

 

Prometer que o coração será unicamente seu para o resto de uma existência... Isso é realmente possível?

 

Por que digo isso?

 

Porque mudamos ao longo de nossas vidas e as coisas que gostamos também são moldadas e modificadas através do tempo e de nossas vivências / experiências com a vida.

 

E tudo nessa vida é mudança constante através do tempo.

 

Amor é uma coisa que se edifica diariamente através de atitudes, ações, compreensão, dedicação e muita paciência e empatia. Amor é um jogo que não pode haver disputas de poder e de preferência.

 

Amor é um equilíbrio entre dar e receber, entre ser e estar, entre querer bem e fazer bem. De saber o momento certo de ir e vir, de falar e ouvir, de admitir que está errado ou simplesmente dar um abraço bem apertado e dizer que está tudo bem.

 

O que se pode prometer é fidelidade nestas tentativas de fazer o amor dar certo, e de diariamente alimentar essa história para que ela possa crescer forte e saudável ao longo do tempo.

 

Prometer fidelidade...

 

Para quem mesmo?

 

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E quando tudo acabar, será que eu vivi?

 

19 de Setembro de 2016

 

Essa semana que passou nos deparamos com a morte do ator Domingos Montagner, que ocorreu de maneira inesperada e trágica.

 

E infelizmente nestes momentos, somo quase que obrigados a pensar, quase de uma maneira incontrolável e inevitável, na dor, na saudades, na tragédia e tudo mais que remete a esse fim e a impossibilidade de desfazer o o ocorrido.

 

Quantos de nós já passamos por alguma situação com familiares, amigos e pessoas próximas e ficamos pensando na vida dessa pessoa, o que ela fez de bom, ou até mesmo o que ela não fez, assim como os planos e tudo mais o que essa pessoa acabou deixando para trás e também tudo o que não poderá mais realizar a partir de então.

 

E tudo isso, nos remete a nós mesmos, pensando na dor, na saudades, e também o quanto a vida é algo frágil e misterioso do ponto de vista de que um dia ela acabará para todos nós.

 

Isso pode ser assustador e acredito que a grande maioria de nós não gosta de falar ou pensar a respeito. Como se essa postura nos trouxesse algum tipo de alívio ou pudesse adiar o que é inevitável.

 

No meio de tantas reflexões, o que fica aqui é quase que um bordão: "Viva sua vida da melhor maneira possível".

 

Aproveite os momentos com as pessoas queridas;
Pare de se preocupar com coisas que não merecem sua atenção;
Pare de se doar para pessoas que não querem ou não merecem sua companhia;
Cuide de você e das pessoas que lhe são importantes;
Pare de adiar a sua felicidade, esperando o momento ou a oportunidade certa: Faça isso agora!

 

Uma vez eu li em algum lugar uma piadinha perguntando se quando a gente morre, a gente recebe o gabarito da vida para saber se acertamos tudo...

 

Enquanto não temos a resposta, vamos fazer o máximo para acertar e ser feliz!

 

Porque é só isso que nos resta!

 

Viver nossas vidas e sermos felizes!

 

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Desde quando brigar é prova de amor?

 

06 de Setembro de 2016

 

Quando iniciamos uma história de amor, tudo é tão especial e interessante.

 

Estar com essa pessoa é o que realmente importa em nossos dias e em nossas vidas.

 

Mas para alguns casais, com o passar do tempo essa convivência vai se tornando rotina e eles se deixam engolir por elas.

 

As diferenças começam a aparecer e as discussões se tornam o ponto alto do relacionamento.

 

Mas por que isso acontece?

 

Diversos fatores podem ser levados em consideração e esse artigo não tem como objetivo contemplar todos eles, mas alguns podem ser evidenciados.

 

Tendemos a repetir padrões que foram aprendidos no passado, especialmente em nossa infância.

- Crianças que cresceram em um ambiente hostil e de brigas acabam guardando isso como um padrão e crescem reproduzindo-os.
- Algumas pessoas entendem que brigas são provas de afeto, pois quando a pessoa está brigando, representa que ela verdadeiramente se importa.
- Outros casos, as pessoas confundem afeto com agressividade;
- Já outras consideram que por estarem se relacionando tem o direito de se meter na vida da pessoa amada a tratando ditando o que é bom ou não para a pessoa;

- E por assim vai a lista que não acabaria por aqui.

 

Neste caso, algo precisa ser revisitado.

 

O que realmente uniu esse casal e quais são suas intenções de se manterem juntos, pois em algum momento, as brigas podem levar ao fim de uma história de amor.

 

E por mais óbvio que isso possa parecer, essas pessoas acabam não percebendo isso.

 

As brigas são sim um sinal que algo não está de acordo e se essa história realmente é importante para esse casal, eles precisam encontrar uma forma de expressar este afeto de uma maneira mais harmônica e integrada. Ou seja, se estar junto é algo que realmente vale a pena para essas duas pessoas, elas devem se respeitar, valorizar a companhia uma da outra e relembrar o que fez elas ficarem juntas no começo da história.

 

Se esse amor vale realmente a pena, não se esqueça de fazer a sua parte diariamente, pois tudo o que não é realmente cuidado, um dia desgasta, estraga e pode até mesmo morrer.

 

Pense nisso!

 

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O que você pode fazer por você mesmo que ainda não está fazendo?

 

31 de Agosto de 2016

 

Já começo esse texto com essa pergunta: "O que você pode fazer por você mesmo que ainda não está fazendo?

 

A grande maioria de nós está tão envolvida com a rotina diária que acaba não refletindo sobre isso.

 

Algumas pessoas tem por costume fazer pedidos na virada do ano. Uns pedem um amor; outros um emprego novo; perder alguns quilinhos; fazer aquela viagem tão sonhada ou até mesmo passar mais tempo com as pessoas que lhe são importantes...

 

E por ai vai. Desejamos diversas coisas e com o decorrer dos dias acabamos por deixar de lado aqueles projetos ou planos para um novo ano.

 

Mas por que estou falando sobre isso?

 

Porque no final das contas, nós somos os responsáveis por tudo isso.

 

Adiar um plano ou resoluções que farão nossa vida mais leve, feliz ou possível é algo que depende apenas de nós mesmos.

 

Mas acabamos deixando a rotina nos engolir, as responsabilidades que não são poucas e até mesmo, problemas familiares, no trabalho ou o que mais aparecer para atrapalhar o meio de campo e nos afastar do que realmente queremos.

 

Então aqui eu deixo a reflexão de que temos que assumir as rédeas de nossas vidas. Fazendo escolhas, nos responsabilizando por nossas vidas.

 

Temos que arrumar um tempinho para fazermos algo que gostamos, algo que faz a diferença em nossa vida e acima de tudo: Algo que faça a nossa vida valer a pena de ser vivida.

 

Então, o que você pode fazer por você ainda hoje?

 

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Sobre mentiras e escolhas que fazemos

 

22 de Agosto de 2016

 

Tenho pensado sobre questões relacionadas ao que é moral e ao que é ética.

 

De uma maneira um tanto quanto superficial, irei explicar a diferença entre os dois, para que eu possamos pensar juntos.

 

Moral está relacionada a valores e convenções estabelecidas pela cultura ou sociedade a partir da consciência individual. Cada cultura estabelece suas regras e as segue conforme o que está previamente estabelecido. (Resumo meu: Moral relacionado ao coletivo).

 

Ética significa "aquilo que pertence ao caráter". Mais relacionada com aspectos individuais ou profissionais, por exemplo. (Resumo meu: Ética relacionada ao individual ou categoria de classe - profissão).

 

Mas por que falar sobre tudo isso?

 

Quando fazemos uma busca profissional, ela implica em dedicação e comprometimento consigo mesmo, para que você possa ser um profissional competente e muito bom no que se propõe a fazer, assim como quando escolhemos qualquer coisa na nossa vida.

 

E na minha área de atuação, especificamente em Recursos Humanos, me deparei constantemente com pessoas que eram submetidas a provas técnicas para avaliação do conhecimento específico para esta atividade.

 

E não era raro perceber que alguns poucos candidatos /profissionais eram pegos colando na prova.

 

Quando vemos uma criança ou jovem realizando isso, podemos avaliar que pode estar relacionado a imaturidade, nervosismo, ansiedade, e buscamos orientar para que isso não se repita, uma vez que este conhecimento precisa ser realmente aprendido.

 

Mas essas crianças e jovens crescem e precisam pensar a respeito da maneira que se relacionam com isso, pois pode ser considerado antiético.

 

Dependendo da profissão que escolhemos, podemos buscar recursos que irão nos orientar em relação a este conhecimento, mas outras profissões não permitem isso.

 

Um exemplo: Um médico durante uma cirurgia, não pode colar para realizar o procedimento no seu paciente. Ele tem que estar preparado tanto técnico como emocionalmente para aquela situação. E assim são outras atividades profissionais.

 

Então a reflexão deste texto é: Não se submeta a esse tipo de situação de ter que colar ou trapacear para se sair bem em uma entrevista de emprego ou qualquer outra avaliação que entende-se que você já deveria possuir este conhecimento.

 

Se você precisa colar, repense se essa é realmente a profissão que você gostaria de estar exercendo, pois quem ama o que faz, estuda, se compromete de verdade com a atividade que escolheu e com todas as pessoas que irão lhe contratar enquanto profissional.

 

Marilice Everton Zanato – Psicóloga – CRP. 06/80972. Psicóloga na MEZPsicologia – Clínica e Organizacional. (www.mezpsicologia.com.br) / Contato: mezpsicologia@mezpsicologia.com.br

Graduada em Psicologia e Pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho (Universidade Mackenzie). Mais de dez anos de experiência nas áreas Clínica e Organizacional. Em consultório faz atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Além de Orientação Vocacional e Orientação de Carreira.

Aprender a dizer não

 

15 de Agosto de 2016

 

Diariamente nos deparamos com opções e escolhas que temos de fazer em relação a nossa vida cotidiana.

 

Desde decisões simples até aquelas mais complicadas que requerem um pouco mais de dedicação, atenção e comprometimento de nós mesmos.

 

Mas para algumas pessoas, existe uma dificuldade incrível para dizer não.

 

E algumas pessoas que estão ao seu redor, sabem dessa dificuldade e se aproveitam da situação para conseguir o que querem, pelo bem ou pelo mal.

 

Mas por que afinal de contas é tão difícil dizer não?

 

Talvez isso esteja relacionado a algum instinto primitivo, desde o momento de nosso nascimento, quanto eramos lindinhos e fofinhos e todos faziam os nossos desejos e nos davam atenção e carinho ou algo mais.

 

Além disso, somos ensinados por nossos familiares (ou pessoas que se encarregaram de nossa educação) a sempre sermos educados com as pessoas, e educação é quase um sinônimo de sempre estar a disposição e dizer sim.

 

Mas isso era bom para quem mesmo?

 

Com o passar do tempo, dizer não pode ser uma dificuldade, pois se eu disser não, o que vão dizer de mim? o que vão achar de mim? e se essa pessoa parar de falar comigo? E se essa pessoa não quiser mais ser meu amigo ou qualquer outra coisa?

 

Lá no fundo o que temos medo é de: Não sermos mais amados e queridos pelas pessoas.

 

A dificuldade é nossa em não correspondermos mais as expectativas que nós colocamos nos outros em relação a respeito e bem querer.

 

Desta maneira, dizer não é um exercício de liberdade e acima de tudo respeito e amor próprio.

 

E posso dizer com propriedade de causa, quando dizemos o primeiro não, a sensação é de que o mundo irá acabar.

 

Mas passado esse primeiro momento, sentimos uma sensação libertadora e de leveza, pois estamos colocando as coisas nos seus devidos lugares.

 

Aprender a dizer não é um exercício de respeito por si mesmo e irá garantir que as pessoas que estão ao seu redor aprenderão a respeitar seus limites e o que você tem verdadeiramente a oferecer.

 

Por que no final das contas, o primeiro não a gente nunca esquece.

 

Marilice Everton Zanato – Psicóloga – CRP. 06/80972. Psicóloga na MEZPsicologia – Clínica e Organizacional. (www.mezpsicologia.com.br) / Contato: mezpsicologia@mezpsicologia.com.br
Graduada em Psicologia e Pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho (Universidade Mackenzie). Mais de dez anos de experiência nas áreas Clínica e Organizacional. Em consultório faz atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Além de Orientação Vocacional e Orientação de Carreira.

Pessoas que reclamam de tudo

 

08 de Agosto de 2016

 

Há um certo tempo venho observando as pessoas que referem estar com problemas inimagináveis, daqueles que não é qualquer pessoa que aguenta não.... Bem complicado mesmo.

 

E quem sou eu para dizer que o problema não é realmente tudo isso, uma vez que não sei como a pessoa lida com aquelas questões e não estou aqui para julgar nem nada.

 

Mas, o que me deixa intrigada é a inacreditável capacidade que algumas pessoas tem em espalhar pelos quatro cantos do mundo o quanto é difícil a sua vida, ou aquela situação, ou aquele relacionamento, ou aquele emprego, ou seja lá o que for difícil.

 

E no exato momento que você faz uma observação sobre esse assunto, tentando fazer a pessoa pensar a respeito desse sofrimento ou de tudo o mais o que está implicado, algumas delas ficam chateadas, irritadas ou até mesmo deixam de falar com você, simplesmente porque o outro não consegue entender o seu sofrimento ou problema do tamanho que ele realmente é.

 

Como já havia dito anteriormente, não sou a dona da razão e nem da verdade e muito menos sei a dor real da pessoa, mas posso afirmar que muitas delas acabaram se acostumando a essa situação ou condição e pensar a respeito ou simplesmente mostrar para essa pessoa que existem outras maneiras de lidar com aquela situação é simplesmente algo inconcebível.

 

Algumas pessoas acabaram por se permitir viver situações que são tão complicadas que não conseguem se ver distante ou simplesmente fora dela.

 

Como se estar cercada de problemas trouxesse algum tipo de satisfação, por mais estranho que isso possa parecer.

 

Sofrer tem algo de interessante e recompensador para essas pessoas, pois reclamar faz com que elas possam se sentir importantes, mais valiosas ou terem algum tipo de atenção, que em situações corriqueiras não teriam.

 

Ou até mesmo sofrer se tornou parte delas, de uma maneira que não é possível imaginar uma parte de si sem esse problema, uma vez que essas pessoas criaram uma relação simbiótica com esse problema, sendo difícil identificar onde o problema começa ou onde começa a pessoa.

 

Para a grande maioria das pessoas é difícil compreender isso, mas existem pessoas que sofrem porque não sabem fazer outra coisa ou por não reconhecerem que elas são como qualquer outro ser humano, que pode escolher outros caminhos, outros trabalhos, outros amigos, outros relacionamentos e assim consequentemente ter outro padrão de pensamento e sentimento e colher coisas diferentes do que estão tão habituadas a viver, sentir e pensar.

 

Fácil lidar com isso? Nem um pouco.

 

Mas perceber que já está cansado de sofrer é um primeiro passo para novas possibilidades.

 

Marilice Everton Zanato – Psicóloga – CRP. 06/80972. Psicóloga na MEZPsicologia – Clínica e Organizacional.
Graduada em Psicologia e Pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho (Universidade Mackenzie). Mais de dez anos de experiência nas áreas Clínica e Organizacional. Em consultório faz atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Além de Orientação Vocacional e Orientação de Carreira.

 

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Afeto e submissão

 

01 de Agosto de 2016

 

Conheço pessoas que acabam se submetendo a relações amorosas que seriam inconcebíveis para a maioria das pessoas e me questiono o porquê de isso tudo acontecer?

 

Não pretendo fazer um texto que diga que isso está certo ou errado, pois cada um é dono da sua história e escolhe o que é melhor para a sua vida e o que considera lhe fazer feliz.

 

Mas, alguns relacionamentos abusivos ou em que não exista um mínimo de respeito e compreensão deve ser questionado e repensado.

 

Quantos homens e mulheres se submetem a relações que não lhes oferece amor, carinho, reciprocidade, respeito, compreensão. Um mínimo de calor e cuidados...

 

E deixam-se levar, pois consideram que aquela pessoa por quem são apaixonados, ou pensam que são apaixonados, são as únicas pessoas que terão a capacidade de lhes oferecer um pouco do que elas procuram.

 

Mas baseado em que isso?

 

A primeira coisa a ser pensada é que você tem que se amar acima de tudo. Sim... pode soar como piegas ou bobagem, mas essa é a mais pura realidade.

 

Se você não estiver bem com você mesmo, como imagina que o mundo irá responder a você?

 

Se você não se respeita e não se ama, porque o mundo ou outras pessoas tem que amar também?

 

A lógica é exatamente essa.

 

Se essa pessoa aprender a se amar e se respeitar, poderá se colocar em um lugar de escolha, e repensar suas ações, suas opções e tudo mais que desejar para sua vida.

 

E isso poderá parecer difícil em um primeiro momento, mas tudo que é novo traz um estranhamento e um novo aprendizado.

 

Se respeitar, se valorizar, se amar, poderá lhe colocar num degrau acima em relação a sua própria vida e lhe fará enxergar a vida com outros olhos.

 

E neste momento, você poderá reavaliar suas escolhas amorosas e como vem se posicionamento diante de tudo isso.

 

Mas acima de tudo, poderá fazer escolhas mais conscientes, saudáveis e sensatas e saberá se posicionar diante de situações que nunca deveriam ter acontecido antes.

 

Marilice Everton Zanato – Psicóloga – CRP. 06/80972. Psicóloga na MEZPsicologia – Clínica e Organizacional.
Graduada em Psicologia e Pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho (Universidade Mackenzie). Mais de dez anos de experiência nas áreas Clínica e Organizacional. Em consultório faz atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Além de Orientação Vocacional e Orientação de Carreira.

Você já sentiu ciúme?

 

25 de Julho de 2016

 

Para uma história de amor, um pouco de ciúmes pode ser indicador de querer bem ou pode fazer o ser amado se sentir querido. Mas existem situações em que o ciúme pode ser um grande problema e acabar com um relacionamento.

 

Neste artigo, eu pretendo falar sobre um dos aspectos relacionado ao ciúme, lembrando que este é um tema muito mais abrangente e complexo, mas que pode ser entendido sobre esta perspectiva que irei abordar.

 

Mas afinal de contas, qual é a medida certa desse sentimento?

 

O ciúme é natural do ser humano, relacionado ao sentimento de afeto ou amor por alguém. Podemos sentir também por objetos ou bens materiais, demonstrado como apego excessivo e dificuldade em compartilhar isso com alguém.

 

Ele pode ser positivo ou negativo. Positivo quando está relacionado ao cuidado por alguém, sem se tornar excessivo ou invasivo. Já o contrário, no ponto de vista negativo, quando se torna agressivo; invasivo, controlador e começa a fazer mal para quem sente e para o outro da relação.

 

O ciúme acontece, na maioria das vezes, pela falta de confiança no sentimento do outro, que se transforma em medo ou receio de que o parceiro o abandone, minta ou o troque por alguém que considere mais atraente ou interessante, uma vez que a pessoa que sente ciúmes pode sentir-se desvalorizada ou preterida na relação. (Sentimentos esses que na grande maioria das vezes está equivocado ou distorcido).

 

A pessoa que sente o ciúme muitas vezes não se dá conta de que está causando um problema a relação, pois entende que o ciúme pode ser prova de amor ou de afeto, assim como uma forma de controle e manipulação das ações, comportamentos e acima de tudo da relação, pois entende que o outro deve ficar exclusivamente com ela ou lhe dar satisfação, amor, atenção exclusivas.

 

A maioria das pessoas só procura ajuda psicológica quando a situação já está fora de controle ou vários relacionamentos já terminaram por conta desta condição. Neste caso, muito tempo e sofrimento acabaram por levar a procurar ajuda para tentar lidar com esta questão.

 

O ciúme pode estar relacionado a baixa autoestima, sentimento de menos valia, insegurança, assim como a outros fatores emocionais. Assim como pode ser também uma repetição de padrão familiar ou de círculos onde esta pessoa foi inserida ao longo de seu desenvolvimento /crescimento. Aprendeu que quem ama cuida, mas de uma maneira exagerada ou até mesmo dramática. O que está fora de contexto ou longe da realidade.

 

O ponto positivo é que pode ser acompanhado e tratado, de uma maneira que a pessoa possa aprender a lidar com seus sentimentos, suas emoções e entender os fatores que podem desencadear uma crise numa tentativa de lidar e minimizar os impactos em seu dia a dia e nas relações cotidianas.

 

De qualquer forma, o ciúme deve ser entendido como algo que precisa ser avaliado na relação, pois poderá trazer problemas para o futuro desta relação ou para a vida das pessoas envolvidas neste contexto, uma vez que a pessoa ciumenta poderá sentir isso por todas as pessoas com quem se relaciona e a pessoa que desperta o ciúme também pode apresentar um padrão de repetir histórias de se envolver com pessoas ciumentas.

 

A partir do momento que está fazendo mal para os parceiros, requer ser conversado, entendido, cuidado para que possa se tentar restabelecer a ordem cotidiana da relação e relembrar que a escolha de ficar juntos envolve afeto, carinho, respeito.

 

O ciúme não traz garantias ou certezas, faz mal e consome a relação e o amor.

 

Quem ama cuida, mas não pode controlar ou sufocar o outro, ou a relação caminhará para o fim.

 

Marilice Everton Zanato – Psicóloga – CRP. 06/80972. Psicóloga na MEZPsicologia – Clínica e Organizacional.
Graduada em Psicologia e Pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho (Universidade Mackenzie). Mais de dez anos de experiência nas áreas Clínica e Organizacional. Em consultório faz atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Além de Orientação Vocacional e Orientação de Carreira.

Sobre amor e seus limites

 

18 de Julho de 2016

 

Quando começamos a nos relacionar com outra pessoa, iniciamos estas investidas com atenção, respeito e muita cautela. Às vezes até “fingimos” ser alguém diferente ou mostramos gostar de coisas que realmente não gostamos, só para atrair a pessoa e demonstrar que somos alguém que vale a pena ter por perto. Correto?

 

Em algumas situações temos receio que a pessoa amada conheça aspectos nossos que não gostamos muito, pois em nossa cabeça achamos que isso possa ser um motivo para ela deixar de ter interesse por nós ou não queria mais investir na relação.

 

Mas no final das contas, todo começo de relacionamento é muito bom de ser relembrado, pois aquele friozinho na barriga, o coração batendo mais forte, a ansiedade da hora que vamos nos encontrar com ela; a vontade de estar ao lado da pessoa, vale realmente muito a pena.

 

E com o passar do tempo, começam alguns problemas.

 

Aquilo que fazíamos questão de esconder ou camuflar no começo já deixa de ser importante e nossas opiniões começam a aparecer como na realidade sempre foram.

 

As vezes discutimos, falamos o que não devia nunca ser dito e nos machucamos e machucamos a outra pessoa.

 

Percebo que muitos casais acabam falando abertamente dos defeitos do outro; discutem com tanta agressividade e veemência; se tornam donos da verdade e se esquecem que estão magoando e muitas vezes abrindo feridas que se não forem cuidadas poderão levar a um distanciamento e um abismo ainda maior entre os dois.

 

O fato de estarem juntos, significa que ambos apreciam a companhia um do outro e querem seguir os caminhos desta vida juntos, como um casal que tem os mesmos objetivos e que acima de tudo se amam, se admiram e devem se respeitar.

 

Não é porque estão juntos que isso dá o direito de desrespeito, falta de educação, agressividade e tornar a relação um campo de batalha ao invés de ser um lugar em que o outro vai para se sentir bem, querido e confortável.

 

Pode até virar um jogo de empurra-empurra, onde as discussões buscam culpar o outro por questões que não cabem se discutidas ou ditas.

 

A maioria das pessoas esquece que relacionamento a dois é algo que deve ser cuidado diariamente, com carinho, com amor, com compreensão e mesmo nos momentos das diferenças, deve existir atenção ao que o outro está comunicando e tentar buscar saídas que sejam interessantes para os dois lados.

 

O que nós nos esquecemos é que temos que cuidar do outro como gostaríamos de ser cuidados, pois um dia tudo isso pode acabar, e ficaremos nos perguntando: o que foi que aconteceu?

 

A vida a dois não e nada fácil, pois os pensamentos, famílias de origem, criação, valores, tudo isso pesa na hora de estar juntos e pesa ainda mais quando começamos a nos estranhar no relacionamento.

 

Mas se essa história é realmente importante para você, se estar ao lado dessa pessoa é importante e vale muito para você, não se esqueça de cuidar, respeitar e amar acima de tudo.

 

Marilice Everton Zanato – Psicóloga – CRP. 06/80972. Psicóloga na MEZPsicologia – Clínica e Organizacional.
Graduada em Psicologia e Pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho (Universidade Mackenzie). Mais de dez anos de experiência nas áreas Clínica e Organizacional. Em consultório faz atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Além de Orientação Vocacional e Orientação de Carreira.

Você tem fé?

 

11 de Julho de 2016

 

Essa é a típica pergunta capciosa, daquelas que nos fazem pensar em várias coisas.

 

Acredito que a grande maioria das pessoas pensaria na fé relacionada a uma religião, e com certeza responderia que sim! Claro, mas que pergunta óbvia. (Que me desculpem os ateus...)

 

Mas na verdade não pretendo discutir a fé relacionada a um Ser Supremo, pois cada um segue a fé que melhor lhe servir e convir. Ok?

 

A minha pergunta é: Você tem fé em você mesmo (a)?

 

O quanto você é uma pessoa que se olha no espelho todas as manhãs e confia integramente no seu “taco” ou na sua inteligência, beleza ou características que fazem você ser quem você é?

 

A maioria de nós é ensinado desde pequenininho que é feio ou errado falar sobre suas qualidades, pois pode ser interpretado por outras pessoas como “uma pessoa que se acha”, metida ou outras coisas. E somos ensinados que a humildade deve ser praticada de uma maneira que você esconda suas qualidades para que possa ser aceita pelo meio.

 

A questão é que conforme vamos crescendo, a maioria de nós acaba se esquecendo dessas qualidades e coloca elas em algum lugar de difícil acesso em nossas cabeças ou corações e nunca mais acessamos esses pensamentos ou sentimentos.

 

Acabamos nos sentindo feios; inadequados; menos inteligentes ou não tão bem-sucedidos na vida e esquecemos de que um dia acreditamos que éramos pessoas que tinham condições de seguir adiante e conquistar o que queríamos na vida.

 

Não estou dizendo que tudo pode cair no céu, mas posso dizer que essa fé em nós mesmos é capaz de fazer com a vida ganhar uma outra perspectiva.

 

Um bom exercício é tirar alguns instantes do seu dia, quando você estiver mais tranquilo, para se olhar diante do espelho e ver suas melhores características. Com a correria do dia a dia, esquecemos de valorizar pequenos detalhes em nós mesmos, que nos acompanham desde sempre. E se olhe com carinho, respeito e amor próprio.

 

Pode ser que em um primeiro momento você só enxergue defeitos, Ok... faz parte do treinamento. Mas tente deixar isso de lado, e encontre algo que você realmente goste em você, e lembre-se que a opinião de outras pessoas não importa nesse momento, pois é você com você mesmo.

 

Outra coisa que talvez possa ajudar, é tentar se lembrar de coisas que você fazia no passado e lhe davam prazer, mas que por algum motivo você teve de deixar de lado ou abandonar. Algumas pessoas gostam de fazer atividades manuais, outras gostam de escrever ou ler... são tantas as possibilidades....

 

Tente encontrar um tempo para você e se dê de presente essa atividade ou qualquer outra que você sempre quis fazer. E tente não arrumar desculpas de falta de tempo ou dinheiro, pois sempre encontramos tempo para dar uma navegada na internet ou assistir TV, então talvez falta de tempo não seja uma boa desculpa. Em relação a falta de dinheiro, tente encontrar soluções viáveis. Se o seu hobby é ler e você não pode comprar livros, existem bibliotecas espalhadas na zona norte; se você quer escrever, existem plataformas na internet que disponibilizam sites / blogs gratuitos, se for qualquer outra atividade, procure pessoas que também fazem essa atividade e elas poderão lhe auxiliar em como atingir seus objetivos.

 

No final das contas, quando digo que devemos ter fé em nós mesmo, quero dizer que nós temos de ser a pessoa mais importante do mundo: para nós mesmo.

 

Se não fizermos por nós, quem fará?

 

A vida é uma só... e neste caso, se dê o melhor, se permita o melhor, faça a sua vida mais doce e feliz. Por que no final das contas, não teremos tempo para passar a vida a limpo, não é mesmo?

 

Marilice Everton Zanato – Psicóloga – CRP. 06/80972. 
Psicóloga na MEZPsicologia – Clínica e Organizacional. (www.mezpsicologia.com.br) / Contato: mezpsicologia@mezpsicologia.com.br Graduada em Psicologia e Pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho (Universidade Mackenzie). Mais de dez anos de experiência nas áreas Clínica e Organizacional. Em consultório faz atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Além de Orientação Vocacional e Orientação de Carreira.

 

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Mitos e verdades sobre Psicólogos

 

04 de Julho de 2016

 

Muita gente desconhece o que o Psicólogo realmente faz. Não é difícil pessoas entenderem essa prática como algo associado à loucura, uma vez que no passado ela era utilizada exclusivamente para este fim. Muitas pessoas confundem a psicologia com misticismo; medicina; amizade, entre outras coisas.

Esse artigo tem como objetivo explicar um pouquinho sobre essa prática, sendo o que é real e o que é imaginação.

 

01). Psicólogo não atende só pessoas com problemas ou transtornos graves de comportamento ou personalidade. Nos ditos populares, aquelas pessoas “malucas” ou “doidas”. O psicólogo realiza trabalho em diferentes áreas de atuação, buscando reestabelecer a saúde mental de qualquer pessoa que esteja insatisfeita com algum aspecto de sua vida e queira melhorá-lo, buscando trazer um reequilíbrio e qualidade de vida para si e consequentemente para as pessoas que estão ao seu redor.

 

02). Psicólogo não é místico com habilidades de prever o futuro e profetizar acontecimentos. Muitas pessoas acham que o psicólogo é capaz de entrar na mente humana e prever pensamentos e comportamentos. Na verdade, o profissional estuda durante cinco anos diversos conteúdos que irão lhe auxiliar na investigação e condução de soluções que melhor se adequem a necessidade / queixa de cada paciente. Mas não, posso garantir, psicólogo não faz bruxaria.

 

03). Não é papel do psicólogo lhe dar palpites ou dizer o que você deve ou não fazer da sua vida, até porque já existem amigos, familiares e outras pessoas que já devem fazer isso com perfeição, não é mesmo? . Ele irá atuar conforme a sua queixa ou questão e através do que o paciente traz como “problema”, ele auxiliará o próprio paciente a entender essa questão e a lidar om ela.

 

04). Psicólogo e Psiquiatra são atividades diferentes. O Psicólogo faz graduação em psicologia e o Psiquiatra faz graduação em medicina e posteriormente residência em Psiquiatria. De uma forma bastante generalista, o psicólogo estuda a mente sob a perspectiva da personalidade e do comportamento, já o psiquiatra estuda os processos da mente relacionada a parte biológica do adoecimento e geralmente sua intervenção é medicamentosa.

 

05). O psicólogo não trabalha com certezas ou garantias, ou seja, procurar um processo de psicoterapia requer investimento e dedicação por parte do paciente /cliente, uma vez que as queixas e questões são suas e estão de alguma maneira impactando em sua qualidade de vida. O Psicólogo irá auxiliar neste processo: ouvindo; acolhendo; pontuando no que for possível. Mas as decisões de seguir este caminho são única exclusivas: do paciente.

 

Desta maneira, o psicólogo é aquela pessoa que te recebe no consultório e se coloca à disposição para caminhar junto com você. Mas é um caminhar diferente, quando suas emoções, sentimentos e pensamentos serão sinceramente ouvidos e acolhidos, respeitados e envolvidos pela atenção, por uma escuta ativa e por palavras que poderão lhe auxiliar nesta caminhada.

 

Psicólogo, é aquela pessoa que estudou bastante e com certeza ainda estuda muito, para poder lhe entender e acima de tudo respeitar e não julgar, porque cada pessoa é única. Cada história e trajetória é individual e cada resultado depende do que você deseja alcançar lá na frente.

 

Por isso, procure um profissional que lhe passe confiança, respeito e que você se sinta realmente à vontade para falar tudo o que você gostaria de falar.

 

O processo de psicoterapia é um investimento em si mesmo, pense a respeito.

 

Marilice Everton Zanato – Psicóloga – CRP. 06/80972. 
Psicóloga na MEZPsicologia – Clínica e Organizacional. (www.mezpsicologia.com.br) / Contato: mezpsicologia@mezpsicologia.com.br Graduada em Psicologia e Pós-graduada em Psicologia Organizacional e do Trabalho (Universidade Mackenzie). Mais de dez anos de experiência nas áreas Clínica e Organizacional. Em consultório faz atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Além de Orientação Vocacional e Orientação de Carreira.

 

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Tecnologia e a vida cotidiana

 

27 de Junho de 2016

 

Hoje em dia é mais do que natural ver essa imagem em restaurantes, nas ruas e em todos os lugares em que existem pessoas.

 

Cada um de nós em um universo paralelo olhando para a tela de um celular ou dispositivo móvel.

 

Como se toda a nossa verdade estivesse concentrada dentro de um aparelho que cabe na palma de nossas mãos.

 

E não tem idade para isso, uma vez que as crianças parecem já nascer com um chip desta tecnologia embutido neles, e já saem mexendo em tudo com o dedinho a postos.

 

E a reflexão deste texto é o quanto nos submetendo e aprendemos a valorizar o universo individual em detrimento do coletivo.

 

Quando escolhemos estar rodeado de pessoas, mas com o celular por perto para não perdemos nenhuma informação do mundo virtual.

 

E me pergunto: Em que mundo realmente estamos existindo?

 

Na realidade das curtidas em posts que publicamos nas redes sociais e contabilizamos o sucesso através das carinhas que vão surgindo.

 

Vou além...

 

O quando nos colocamos em uma vitrine e esperamos que o mundo nos observe em nossos momentos de felicidade contemplativa através do curtir dos outros.

 

E quando precisamos externalizar algum sentimento de tristeza, solidão ou algo parecido, a rede não parece ser o melhor lugar, pois pessoas tristes não são dignas de curtidas ou qualquer outra expressão.

 

Quando ficamos sozinhos em nossos pensamentos e sentimentos, uma vez que não existe opção ou possibilidades para sermos quem realmente queremos ser, pois isso requer coragem e disposição para enfrentar a possibilidade de nenhuma curtida na foto ou comentário das pessoas que nos seguem.

 

Enfim...

 

Quando estamos olhando para a tela do celular, esquecemos de olhar ao redor, esquecemos de ser o que queremos para nossas vidas e esquecemos de contemplar o que existe de melhor neste mundo: estar com as pessoas que realmente são importantes para nós.

 

Então meu apelo neste texto é: Deixe seu celular de lado um pouquinho e vá curtir a vida lá fora!

 

Existe um universo inteiro a sua disposição!

 

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A difícil arte de esperar

 

20 de Junho de 2016

 

"Preciso te falar uma coisa, mas tem que ser pessoalmente"
"Amanhã vocês saberão a nota da prova que fizeram semana passada"
"Semana que vem sairão os resultados dos exames médicos realizados"

 

E podemos ir além e pensar em coisas mais práticas
 

"Sua internet foi suspensa e só retornará em uma hora"
"A reunião agendada para agora, foi adiada para o final da tarde"
"O site está fora do ar e a previsão de retorno é de duas horas"

 

Em que momento nos tornamos imediatistas?

 

Em que as coisas precisam acontecer agora e esperar pode se tornar uma das piores torturas das nossas vidas?

 

Como se o mundo inteiro houvesse de parar para atender as nossas necessidades e interesses.

 

Talvez uma reflexão sobre isso caiba para que possamos nos entender e conhecer um pouco mais sobre quem somos e porque nos tornamos pessoas tão irracionais quando as coisas não acontecem exatamente como esperamos.

 

E neste caso, só estamos falando sobre esperar um pouquinho.

 

Talvez neste momento a nossa criança interior grite e se recorde daquele momento em que a mamadeira ou a nossa fralda não era trocada e tínhamos que mostrar para nossas mães que elas precisavam fazer alguma coisa, porque estávamos incomodados.

 

É, só que agora a mãe não virá nos atender em nossos anseios, temos que nos virar sozinhos.

 

Chorar, gritar ou espernear não vai resolver o problema.

 

Então, que tal exercitar a paciência em situações que não merecem nosso desespero ou agressividade?

 

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O que faz você feliz?

 

13 de Junho de 2016

 

Quando foi a última vez que você fez algo por si mesmo?

 

Um presente, um carinho, uma guloseima ou algo que realmente pudesse te tirar do estado de tensão, preocupação ou qualquer outro problema do dia a dia?

 

As vezes, uma coisa simples, como por exemplo tirar um tempinho para se cuidar (e não precisa gastar dinheiro para fazer isso) em casa mesmo, pequenos cuidados fazem a diferença para nossa qualidade de vida e saúde mental.

 

Percebo que a grande maioria de nós, não pensaria duas vezes ao ter que dedicar tempo ou atenção para cuidar de outra pessoa que nos é importante.

 

Mas o contrário é algo que a maioria de nós não se dá conta que faz... Somos negligentes com nossas escolhas e vidas.

 

Deixamos para amanhã ou para o dia que estivermos menos atarefados ou com dinheiro ou com qualquer outra desculpa que nos convença a adiar as nossas escolhas ou decisões de nos colocarmos em primeiro lugar na nossa vida.

 

E assim, podemos deixar uma existência inteira passar diante de nossos olhos.

 

Nas repetições da rotina, dos afazeres, das obrigações nos esquecemos de olhar para nós e vivermos nossas vidas pela perspectiva de escolhas do que nos faz realmente feliz.

 

E engraçado que quando escolhemos fazer algo por nós mesmos, podemos ser chamados de egoístas ou loucos, mas porque diabos isso incomoda tanto ou nos faz pensar duas vezes antes de tomarmos a decisão mais acertada, que é cuidarmos de nós mesmos?

 

Então, que tal escolher hoje para ser um dia de ser feliz: Comer sua comida ou doce predileto; comprar um presente que você queria a bastante tempo; usar seu perfume de ocasiões especias para si mesmo ou cuidar com carinho de si mesmo!

 

Garanto que irá valer muito a pena!

 

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Quem somos nos dias de hoje?

 

10 de Junho de 2016

 

Se você é de alguma geração anterior aos anos noventa, deve se recordar das brincadeiras na rua; de conhecer seus vizinhos da vila, rua ou prédio.

 

Quando a professora na escola pedia para fazer um trabalho e tínhamos de recorrer as bibliotecas ou as pessoas que tinham uma riqueza em casa, que eram as Enciclopédias Larousse. E tinha que copiar tudo direitinho, palavra por palavra no papel almaço.

 

Um pouco depois, o inicio da internet e como era ter um computador bege gigante que podia acessar a internet que diga-se de passagem era cara e lenta.

 

E esperar para se conectar depois da meia noite para pagar menos e rezar para ela não cair, porque demorava bastante para reconectar.

 

Do ICQ, do Messenger, do Orkut e de tantas outras coisas que se passaram.

 

Mas além disso, de tantas coisas em nossas vidas que deixamos para trás por conta da comodidade da tecnologia na ponta do dedo.

 

E como evoluímos em relação a tecnologia, e como isso foi incorporado na nossa vida diária e cotidiana.

 

Como hoje não conseguimos viver sem internet, sem celular, e qualquer outra coisa que foi trazida pelo futuro.

 

E como muitas pessoas não conseguem preencher seu tempo sem esses recursos, e conseguem ficar perdidas com a simples possibilidade de ficar sem energia elétrica ou ser internet.

 

E neste momento o questionamento é: onde foram parar todas aquelas coisas do passado que faziam as pessoas ficarem juntas, brincarem, interagirem e serem elas em suas essências e não através dos recursos que dispõem hoje em dia.

 

Antigamente competíamos pela melhor bicicleta, e até mesmo quem tinha Larousse em casa. Hoje trocamos pelo melhor celular e outras coisas que refletem o que temos e não quem somos.

 

Se hoje, você não tivesse um celular, um carro, ou qualquer coisa que reflita o seu poder de compra neste mundo, por trás de tudo isso: Quem é você na sua essência e o que você tem a oferecer para o mundo, pelo simples fato de ser você mesmo?

 

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Coisas que não devem ser feitas em uma entrevista de emprego - Parte I

 

08 de Junho de 2016

 

Passamos uma parte de nossa vida nos preparando para uma entrevista de emprego. Elaboramos um bom currículo; passamos horas e horas encaminhando nosso currículo para empresas e quando somos chamamos para um processo seletivo, ficamos ao mesmo tempo felizes e apreensivos sobre como será este processo.

 

Mas acontece que algumas pessoas ficam tão ansiosas que acabam fazendo coisas que nunca deveriam acontecer.

 

Então vamos a algumas dicas:

 

• Não ache que o entrevistador, selecionador ou psicólogo que está lhe avaliando é seu amigo (A não ser que ele seja mesmo, mas mesmo assim, mantenha a postura). Simplesmente nunca ache isso... Você pode ter amigos na vida real, mas durante uma entrevista, menos é mais.

 

• Não vá com roupas extravagantes, daquelas que você iria a uma balada. A empresa busca pessoas que representem a marca dela, que passem credibilidade e respeito. E sim, a roupa é uma das primeiras impressões que passamos a nosso respeito.

Use roupa social ou na ausência, uma calça jeans escura, blusa e um sapato básico que podem ser uma excelente solução.

 

• Marcar chiclete... Imagine um selecionador prestando atenção naquele chiclete que vai e vem na boca do candidato. Nunca masque chicletes durante uma entrevista.

 

• Não dê presentes para o entrevistador durante a entrevista de seleção. Ele não está lá aguardando agrados e sim querendo competência do candidato para a vaga em questão. Se você quiser agradecer depois de contratado, até pode ser, mas de verdade, não é necessário, uma vez que a relação é corporativa e não de amizade. Lembra?

 

• Não fale mal de outros selecionadores ou de outras empresas que você já trabalhou antes. Se falar mal do que já passou, o que faz pensar que não falará mal da empresa que pretende lhe contratar?

 

Essas são apenas alguma dicas, lembre-se: menos é sempre mais.

 

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Porque o amor acaba?

 

06 de Junho de 2016

 

Quando começamos uma história de amor com alguém, tudo é encantamento e magia.

 

Dormir, comer, pensar, fazer coisas corriqueira ganham um novo tom e vontade, assim como são permeados a maior parte do tempo pelo pensamento no ser amado.

 

Quem nunca passou por isso?

 

E quando esse amor é correspondido, tudo fica perfeito.

 

As pessoas passam a se conhecer melhor e permitem que a rotina e gostos da pessoa amada sejam incorporados a nossa realidade e fazemos o que é possível. E conheço pessoas que fazem até o impossível para agradar o outro.

 

Presentes, mensagens carinhosas, mimos, a companhia e o tempo passa a ser único e exclusivo para essa outra pessoa.

 

As vezes acabamos nos esquecendo de nós mesmos, deixando amigos e familiares de lado.

 

Mas com o tempo, alguns casais acabam por se perder nessa sincronicidade e as coisas começam a dar errado.

 

Os defeitos que antes eram relevados ou ignorados, passam a ser figura principal para iniciar uma briga á toa ou até mesmo discussões mais acirradas.

 

A rotina acaba por engolir o casal, o que antes era apreciado no outro, pode virar até motivo de discórdia entre os dois.

 

E porque fazemos isso?

 

Muitas razões podem ser apontadas, mas esse texto pretende falar sobre apenas um desses aspectos:

 

Tudo o que é novidade tem mais graça na nossa vida.

 

Algumas pessoas se esquecem que o esforço que fizeram lá no começo para atrair e manter o ser amado ao seu lado deixam de ser aplicados no dia a dia.

 

Uma ligação de bom dia ou mensagem...
Uma pequena lembrança ou bilhete carinhoso...
Aqueles passeios que você não gostava de fazer, mas fazia só para agradar lá atrás...

 

Desculpem a comparação, mas relacionamento é como um carro, precisa de manutenção periódica e sim... em todos os seus componentes!

 

Se não houver cuidado e atenção, uma hora dá defeito, e o prejuízo para consertar pode ser grande. (Apesar que pensando bem, no carro a gente troca as peças, e nos relacionamentos?)

 

Dependendo do desgaste, não tem peça nova que faça voltar a funcionar.

 

Por isso, preste atenção aos pequenos sinais de afastamento, de indiferença, de indecisão e de não querer bem.

 

Fale isso com o seu par, se não estiver satisfeito, se não estiver feliz, se estiver faltando alguma coisa...  porque ninguém é adivinho da mente alheia.

 

Não está feliz? - Diga!

Está faltando alguma coisa? - Diga!
Quer algo diferente ou algo a mais... - Diga!

 

Antes de fazer alguma bobagem, invista na sua relação e se a pessoa realmente for importante para você: Faça valer a pena, como se fosse a primeira vez!

 

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Segunda feira... o dia internacional do "hoje eu começo"

 

30 de Maio de 2016

 

Hoje é segunda feira.

 

Para muitos de nós, o primeiro dia da semana, e talvez o mais importante.

 

Aquele dia que reservamos para iniciar alguma atividade que consideramos importante.

 

Para alguns pode ser a tão sonhada dieta, para outros pode ser o dia de começar alguma atividade física, ou procurar um novo emprego, guardar dinheiro... e por ai vai.

 

Mas de verdade...

 

Quantas vezes pensamos em iniciar alguma coisa nova, mas acabamos nos sabotando no segundo ou terceiro dia, pois sempre pensamos que não temos força de vontade suficiente ou podemos começar na próxima semana.

 

E se não tomarmos cuidado, uma vida inteira pode ser adiada com essas decisões.

 

Mas porque fazemos isso conosco?

 

Desejamos mudança, mas magicamente esperamos resultados de coisas que não assumimos como prioridade para nós mesmos.

 

Lembre-se se você não fizer, se você não se responsabilizar, se você não considerar suas decisões importantes para si mesmo, mais ninguém fará por você.

 

Não espere que outras pessoas possam te ajudar, se você mesmo não fizer a sua parte.

 

Que essa segunda feira, possa ser o começo de uma nova perspectiva, possibilidades e um caminho para uma vida mais leve e sincera consigo mesmo e com os outros!


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As intermináveis discussões sobre o que é de menino e o que é de menina

 

23 de Maio de 2016

 

Porque nos preocupamos tanto com o que é brincadeira de menino e o que é brincadeira de menina?

 

Como se brincar de casinha ou de carrinho fosse estabelecer uma segurança saudável sobre as futuras escolhas de nossas crianças.

 

Como se na realidade houvesse essa suposta segurança.

 

Se você teve a oportunidade de brincar, durante sua infância, pode ser que se recorde de alguma brincadeira que era muito divertida. E muitas vezes brincadeiras que eram consideradas de menino ou menina atraiam pela diversão e não pela questão de gênero.

 

Brincar de skate; patins; carrinho de rolimã; boneca; bola ou que mais houvesse de ser... A diversão estava justamente na brincadeira e não no que nós adultos vemos como certo ou errado.

 

Para a criança o que importa é a diversão e não o julgamento que impomos a elas.

 

Mas acima de tudo, o que realmente importa para a criança é ser amada; valorizada em seu potencial criativo e respeitada.

 

As crianças precisam de carinho, cuidado e educação. De valores que só a família pode ensinar através das gerações.

 

E sim, a partir da constituição destes pilares, essa criança poderá crescer sabendo se respeitar, ser quem ela realmente quer ser e depois disso, fazer suas escolhas de amizades, profissão, sexual e o que mais tiver de ser escolhido.

 

Se você realmente ama seu filho ou a criança que é de sua responsabilidade: ensine ela a se amar e respeitar. Ensine ela a ler e a escrever; ensine ela a questionar e se responsabilizar pelo mundo que a cerca e por suas escolhas.

 

E a partir dai, você terá criado um ser humano digno e que poderá escolher o que quiser para seu futuro e para sua vida.

 

Por que simplesmente ela saberá o que é ou não melhor para ela!

 

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Dá para economizar vida?

 

18 de Maio de 2016

 

Quando li essa frase a primeira vez, fiquei pensando sobre este tema e suas possibilidades.

 

Como se de uma maneira mágica, pudéssemos ou conseguíssemos economizar vida para um futuro melhor.

 

E me pergunto o que fazemos por nossa vida nos dias de hoje?

 

Algumas pessoas mantém o pensamento de que amanhã pode ser um dia melhor.

 

Mas melhor a partir de qual ponto de vista? - Uma vez que continuamos a repetir velhos hábitos ou mantendo coisas que não nos fazem realmente satisfeitos ou felizes.

 

E as promessas podem ser essas:
- Amanhã eu começo a dieta;
- Amanhã eu termino esse relacionamento que me faz mal;
- Amanhã eu pedirei demissão;
- Amanhã eu começo aquele curso que me fará feliz;
- Amanhã eu começo a economizar para realizar aquele grande sonho;
- Amanhã eu começo a academia;

E por ai vai...

 

Quem nunca fez uma promessa dessas que atire a primeira pedra...

 

Mas lá no fundo, o que mudará se eu, e apenas eu, como responsável e dona(o) da minha vida não fizer algo para que isso mude em minha vida?

 

O raciocínio é exatamente esse.

 

Eu, e apenas eu posso mudar essa condição em minha vida, independente das variáveis que estiverem relacionadas a esse evento.

 

Ah, "mas eu dependo financeiramente de alguém", ou "e se eu for embora e ele não suportar", ou até mesmo "não sei se conseguirei".

 

Se isso realmente é importante para você, você encontrará meios e possibilidades para tornar isso realidade na sua vida.

 

E o mais importante de tudo: Não importa quanto tempo demore para acontecer, sempre o mais importante é dar o primeiro passo.

 

Não se esqueça disso: sempre um passo de cada vez, com a certeza que você está construindo caminhos para uma vida plena e mais próxima do que realmente te fará feliz.

 

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Repensando a carreira em tempos de desemprego

 

16 de Maio de 2016

 

Quando iniciamos uma trajetória profissional dentro de uma empresa, ficamos imensamente felizes por conquistamos o tão almejado cargo. Processos seletivos costumam ser chatos e maçantes e a conquista de um emprego acaba sendo a recompensa por conseguir passar depois de tantas entrevistas e testes que muitas vezes nem entendemos direito o porque de tudo aquilo.

 

Mas uma coisa que esquecemos é que tudo na vida tem um começo, um meio e um fim. E não seria diferente no mundo corporativo. Um dia saímos da empresa por opção nossa ou do empregador.

 

E quando a decisão é da empresa, algumas pessoas podem se sentir mal, desvalorizadas, menosprezadas e até mesmo descartadas. Mas este é o ciclo natural em qualquer lugar, não se esqueça!

 

E por mais estranho que possa parecer, não é o fim do mundo.

 

Pode ser sim o começo de diversas novas possibilidades, mas o mais importante é não se deixar levar pelos sentimentos negativos ou destrutivos que podem inviabilizar tudo isso.

 

Aproveite esse momento para repensar os caminhos que você deseja seguir em sua vida pessoal e profissional.

 

Aprimorar um conhecimento ou investir em uma nova atividade? Tirar alguns dias para descansar ou pensar na vida? Correr atrás de um novo emprego?

 

Tente aproveitar esse tempo livre a seu favor.

 

Apenas muito cuidado com sentimentos de tristeza, de menos valia ou rancor, inferioridade ou qualquer outra coisa que não irá lhe ajudar em nada.

 

Olhe este fim como um recomeço. Uma nova oportunidade para fazer uma nova história e incluir novos conhecimentos e possibilidades na sua vida pessoal e profissional.

 

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Procurar emprego em tempos de crise

 

09 de Maio de 2016

 

Atualmente ao ligarmos a televisão ou acessarmos a internet, as principais notícias que encontramos tratam do cenário econômico atual e o desemprego.

 

Caso esta seja a sua situação, isso não é o fim do mundo. Mas disciplina e persistência são fundamentais para manter-se centrado e buscar novos objetivos e resultados.

 

Algumas estratégias precisam ser adotadas para que você consiga se reorganizar e buscar novas oportunidades neste cenário atual.

 

Currículo: Manter um currículo atualizado e com informações organizadas é o começo para iniciar esta busca por uma nova oportunidade de emprego. Não se esqueça de verificar se as informações estão corretas e atente-se ao português. Existem empresas que descartam candidatos por este motivo.

 

Divulgação: Divulgar o seu currículo para as empresas que estão buscando profissionais é o segundo passo. Existem diversos sites gratuitos em que o candidato pode divulgar seu currículo e são bem conhecidos. Dois que posso indicar são: vagas.com e Linkedin. Alem disso, pode até ser que o facebook ajude nesta busca, uma vez que existem diversos grupo oferecendo oportunidades de emprego.

 

Pesquise empresas: Sabe aquela empresa que você sempre quis trabalhar? Aproveite para encaminhar seu currículo para ela.

 

Contatos: Como as pessoas e as empresas saberão que você está procurando um novo emprego, se você não as informar? Fale com seus amigos, colegas, parentes, colegas e ex colegas de trabalho. Neste caso é sempre bom manter os contatos.

 

Controle / Organização: Faça um acompanhamento e controle das empresas para onde você já encaminhou o seu currículo, para que você possa otimizar o seu tempo e buscar novas empresas e oportunidades.

 

Novos conhecimentos: Aproveite o seu tempo disponível para buscar novos conhecimentos. Um curso online gratuito ou através de instituições que oferecem cursos livres pode ser uma excelente oportunidade para melhorar seus conhecimentos e deixar o seu currículo mais interessante para o empregador.

 

Disciplina: Quando você estava trabalhando você tinha uma rotina a seguir, correto?

 

Agora não deve ser diferente. Monte uma rotina de horários e programas a serem seguidos para que você não perca o foco e a organização para buscar um novo emprego.

 

Foco e possibilidades: O que você fazia no seu último emprego? Você deseja continuar trabalhando com isso? Caso positivo, procure as oportunidades para que isso possa ser alcançado.

 

Está pensando em mudar a sua área de atuação ou carreira? O que você sabe sobre essa nova profissão ou posição? Quais conhecimento são necessários para isso acontecer? Reflita e busque novas possibilidades.

 

Mudanças: Caso o mercado não esteja tão favorável para sua área de formação ou profissão, quais são as outras possibilidades que o seu conhecimento lhe permite seguir? O que mais você sabe fazer? O que mais você gostaria de fazer? Tente pensar de uma maneira diferente para atingir novos objetivos.

 

Em muitas situações pode ser necessário buscar novas direções, repensar a questão da remuneração ou até mesmo aspectos que você não consideraria anteriormente, mas acima de tudo, respeito os seus valores, o que você acredita ser correto e irá lhe agregar conhecimento, valor e lhe tornar uma pessoa e um profissional melhor.

 

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Freud -160 anos

 

06 de Maio de 2016

 

Imagine um homem a frente do seu tempo?

 

Imagine uma pessoa que teve a coragem de colocar para o mundo seus pensamentos e conhecimentos, por mais incoerentes e diferenciados que pudessem parecer para aquela época?

 

Com um universo interno além do que as palavras podiam recobrir e a frente do seu tempo...

 

Com uma mente inquietante por pensamentos de descobrir o que se passava no universo humano.

 

Talvez fosse uma tentativa de entender a si mesmo. Um homem que deve ter se sentido desencaixado da vida, ou do que esperavam dele?

 

Será que ele tinha esses questionamentos? Será que ele se sentia assim?

 

Agora não importa mais...

 

Apenas agradeço por um dia esse homem ter se dedicado a estudar a mente humana, dentro de suas perceptivas fisiológicas e além do que ele podia explorar no que a medicina tinha de melhor para explicar.

 

Freud... você esteve aqui há muito tempo, e foi tão longe que até hoje é referencia no que se propôs a explicar e entender.

 

Muitas pessoas dizem que suas teorias estão defasadas, e isso é muito bom de ser ouvido, pois sim, as teorias devem ser renovadas pois o mundo é exatamente isso, uma renovação constante, diária e eterna.

 

Mas não podemos deixar de reverenciar quem foi um dos precursores, que soube enxergar além e profundamente no universo da mente humana.

 

Freud, fica aqui minha homenagem, meu respeito e devoção a suas teorias e tudo o que você abriu de caminhos para que nós, estudiosos e amantes da mente e dos seres humanos. Para que possamos colocar em prática diariamente em nossas profissões, vidas e questões pessoas também, para muito além da vida...

 

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Auto imagem - O que você está vendo no espelho?

 

04 de Maio de 2016

 

Todos os dias, milhares de pessoas se deparam com alguma questão relacionada a sua imagem corporal.

 

Uma pergunta simples: Você gosta da imagem que você reflete no espelho? A imagem integral, sem tirar nem pôr, sem querer ter nada diferente.

 

Muitos de nós, se houvesse uma oportunidade, faria algum tipo de modificação, para se sentir mais seguro, mais confortável, mais feliz.

 

Alguns iriam além e diriam que uma mudança poderia trazer mudanças na forma de se relacionar com o mundo, garantindo aceitação do grupo, segurança para seguir a vida adiante, além de diversos outros fatores, pois a lista é extensa.

 

Hoje, assisti o vídeo da Daiana Garbin, no canal “Eu Vejo”. e ela me fez pensar sobre esta questão.

 

Eu tenho por costume fazer uma análise sincera e objetiva e me pareceu um registro honesto de uma pessoa que durante a vida inteira vem sendo desafiada pelos transtornos relacionados a imagem corporal.

 

Imagine a quantidade de pessoas que passam por este exato problema todos os dias, e não conseguem falar a respeito.

 

Mas a questão é muito mais complexa, pois ela não escolhe endereço, classe social, idade, gênero ou cor da pele. Ela simplesmente acontece.

 

E a coragem para falar sobre esse assunto faz pensar que é exatamente isso que deve ser referenciado.

 

Quantas pessoas começam a evitar situações colocando a culpa na imagem corporal. Ou talvez pior, colocando a possibilidade de uma felicidade no futuro, quando esta problemática estiver controlada ou até mesmo resolvida.

 

Por exemplo, no dia que eu tiver tantos quilos, eu poderei usar aquela roupa e andar com segurança por ai. Ou, no dia que eu tiver tantos quilos, poderei

 

ir à praia e me sentir bem comigo mesma. E por aí vai.

 

A grande reflexão que esse texto tenta abordar é de que o nosso corpo é único. Não se compare com ninguém, por mais que você acredite que aquela pessoa que você tem como referência parece ser bem sucedida e feliz.

 

A sua vida é única, o seu corpo é único, a sua história é única.

 

Se olhe no espelho, aprenda a tirar o melhor das curvas ou artifícios que só o seu corpo tem.

 

E goste de que você está vendo, acima de tudo, porque você é perfeito (a) do jeito que é!

 

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O que faz um psicólogo?

 

04 de Abril de 2016

 

Psicólogo é aquela pessoa que te recebe no consultório e se coloca a disposição para caminhar junto com você. Mas é um caminhar diferente, quando suas emoções, sentimentos e pensamentos serão sinceramente ouvidos e acolhidos, respeitados e envolvidos pela atenção, por uma escuta ativa e por palavras que poderão lhe auxiliar nesta caminhada.

 

Não é papel do psicólogo lhe dar palpites ou dizer o que você deve ou não fazer da sua vida, até porque já existem amigos, familiares e outras pessoas que já devem fazer isso com perfeição, não é mesmo?

 

Psicólogo, é aquela pessoa que estudou bastante e com certeza ainda estuda muito, para poder lhe entender e acima de tudo respeitar e não julgar, porque cada pessoa é única. Cada história e trajetória é individual e cada resultado depende do que você deseja alcançar lá na frente.

 

Por isso, procure um profissional que lhe passe confiança, respeito e que você se sinta realmente a vontade para falar tudo o que você gostaria de falar.

 

O processo de psicoterapia é um investimento em si mesmo, pense a respeito.

 

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